Skip to main content

Full text of "Micro Sistemas - Ano XIV No. 157 (199x)(Enter Press Editora)(BR)(pt)"

See other formats


CURSO DE DELPHI 
PARTE II 




A PRIMEIRA REVISTA BRASILEIRA DE MICROCOMPUTADORES 

INTRANET : PORQUE ELA VAI 
INVADIR SUA EMPRESA 



MAIS SOBRE VARIAVEIS 
E DESENHOS NO AUTOCAD 

BANCOS DE DADOS E 
ORIENTACAO A OBJETOS 

ADICIONE ESTILO A 
SUA HOME PAGE 



DICAS INTERNET 
PARA OS 2 



m m 



TT- *P 






9* >C Ml *** ~~ 

NO BITS HBYTESUIVIA'DTCA r IM?5rt?ANf 
A MAmiTENCAOiPEiSUA JATO DEjfflTA 





MM 



WWffP 



4UQW>wUM|plHnHPI 













ASTRO PRESENTATION U ■* AftT$ * LETTERS 

Map* astral no Window*' nnWf^fompteto- Oflrttt editor graftc| 

g *..i ' i ' j"L i a i| qs** & ' 1 ' ' ' """ " : ; "~ ?& &*«£ [& •' "', 




t r t 
COBt: 3 

posi^o musical. 








TOP OBAViT'2 MEDIA 

ent« edjtpr gr6f ico. Cat&ta#*icJor pri 




(•jLfmiJkji> 



am 







LABtl/OeSf 




PRECODECAI 
Ru3 &cli? do'Seiemi 



cylrtjoiio ilu 



rifilPnJi;dO'noy),d^cit'riii 



! rt-tk itiizft- ft i i y j//w w v/ j a, 



MA EM OBOU^TSS: RS 18.00,,.. 

f- not mi. 

Jfe Centra- 1. 

"OHBMO 

ih.ou;:,fax (0 ' 



' 



il : yj,')c:.],bd 






[j*» 



■^1 .u*MM 



Editor Geral 

Antonio Marcelo 

Editor Adjunto 

MagnoAraujoFilho 

DiretordeProducao 

Marcelo Zochio 

Roda9ao 

MarciaCorrfia 

Consuftorla Tocnlca 

Marcelo F.Vianna 

Colaboradorea : 

Roberto Calvet 
LeandroLoureiro 
Carlos A. Thorn pson.PhD 
LeviLuz 
Sfirgio Rodas 
Marcelo F.Vianna 
Eduardo T.Morelli 
Lafercio Vasconcelos 

VendadeAsslnaturas 

Sao Paulo 

PauloAzambuja 

Rio do Janeiro 

Tel/Fax:(021) 591-9649 
Wallace do Carmo 

Nordeste 

Marcio Augusto N. Viana 

Rua Independencia, Salvador- BA 

Tel: (071) 36^8331 

Arte 

MarceloZ6chio e Leandro Loureiro 

Dlstilbulcao 

Fernando ChinagliaDist.Ltda 

Atslnaturas 

1 ano R$ 60,00-2 anos R$ 120,00 

Os artigos publicados sao de responsabilidade Onica 
e exclusivamente dos autores. Todos os direitos de 
reprodu?ao do conteQdo da revista estao reservados 
equalquerreproducao.comfjnalidadecomercialou 
nao, so podera serfeita mediante autorizagao previa. 
Transcribes parciaisdetextos para comentariosou 
referfincias podem ser feitas, desde que sejam 
mencionados os dados blbliograficos de Micro 
Sistemas. A revista nao aceita material publicitario 
que possa serconfundido com materia redacional. 



Endere$o:Caixa Postal 18347 
RiodeJaneiro-RJ-CEP: 20722-970 
Tel/Fax: (021) 591-9649 

Jomallsta: DolarTanus RS430 



No momento no qual escrevi este editorial, estava lerminada uma experiencia que rendeu 
para a equipe tecnica da MS um artigo e a prova de que a tecnologia usada na internet tern 
muitas facetas. 

A Intranet, a nova buzzword do momento estd mostrando que a integragdo das pessoas com 
a informacdo e um fato inexordvel. Hoje o ser humano se encontra mats integrado e atento aos 
fatos do mundo, jd que literalmente temos mformacoes nas ponlas dos dedos. 

As grandes empresas estao usando a Intranet para vdrias coisas: treinar pessoas, 
disponibilizar informagoes, criar grupos de discussdo, similares a grande Web, numa 
estrutura micro ( comparada ao mundo, claw...). Em nosso artigo vamos explicar de forma 
mats prdtica a Intranet e tentar mosirar o caminho para seu uso deniro das empresas. 

E as series estao fazendo sucesso, principalmente a de Matemdtica e Computacdo Grdfica 
do Prof Thompson, que tern rendido vdrios comenldrio de nossos leitores e ate de alguns 
articulistas. O curso de Delphi jd nos rendeu tambem vdrios e-mail's, e a certeza que estamos 
indo pelo caminho certo. 

MEA CULPA : Agora a sec.ao desculpas, primeiro a Regiana Cianconi que foi co-autora do 
artigo Documentos Hipertexto de Sergio Rodas, publicado na edicao 155, seu nomc nao apareceu 
e agora vamos fazer a dcvida homenagem . 

Segundo a todos nossos leitores que nos tern alertado sobre os problemas de revisao. Estamos 
trabalhando duro para resolver isto, digamos que agora estamos comecando a afinar nosso ritmo 
com o da revista e esperamos melhorar cada vez mais ( continuem chamando nossa atencao quando 
necessario ! ) 

De resto, aproveitem a Micro Sistemas nesta cdicao e escrevam pois queremos e vamos 
reativar a nossa secjio cartas, sd depende de voces. 

Boa Lcitura, 

Antonio Marcelo - Editor Geral 
ffonseca@infolink.uom.br 



I 



I 



COLUNA DO LAERCiO 

Como montar seu prGprio PC - 4 
Laercio Vasconcelos 22 



INTRANET 
Antonio Marcelo 



48 



CURSO 

Delphi - Parte 2 

Banco de Dados, SQL e como Eduardo T. Morelii 20 

fazer uma aplicacao Universal 

Roberto Calvet 12 HOIME ftfflADE 

Descolando um Super $Caixa$ em 
HTML Sim City 2000 
Um Breve Manual de Estilo Teste de Interface 
Carlos Eduardo Souza Lopes .. 16 28 

Arquitetura e Hardware para SERBS 

Programadores Matematica para Comp. Grafica 

Marcelo Vianna 34 Carlos A. Thompson, PhD 40 

Manipulacao de Variaveis e RAPSDSNHAS 

Desenhos no AutoCAD Dicas Internet para OS/2 

Francisco Peres Sanches 44 Salvador Brumm 33 



SEQOES 



BITS & BYTES 
HARD COPY 
CARTAS 
CD LAND 
HOT LINKS 
GAMELAND 



..4 
..6 
..8 
39 
47 
52 



ifcJ 



o 









/»wtJ O 







Rio de Janeiro tern novo provedor ! 

No tiltimo dia 11/03/96 entrou no ar o Infolink Internet Server, 
um novo provedor carioca que esta oferecendo uma s6rie de 
novidades para o Internauta brasileiro. Com trinta linhas todas 
digitais com suporte 14.400, 28800 e experimentalmente 33.600 
bps, com cerca de 12 gigabytes de informacOes e 18 cd's de 
programas, o Infolink entra pesado no mercado, afim de oferecer 
os melhores services de acesso. 

Com experiencia anteriormente como BBS, o Infolink tern como 
objetivo oferecer services como ftp, telnet, home pages pessoais, 
e-mail e www, o provedor oferece aos sens associados totalmente 
gratis o kit de acesso ja configurado para o acesso ao sistema. 



A equipe da Micro Sistemas, 
recebeu e analisou o Kit 
composto pelo Internet 
Navigator 2.0, o terminal 
Ewan para telnet, o Trumpet 
2.0 , Winzip e o Lview. 
Acessamos o Infolink a 
velocidade, bem como a 
facilidade foram enormes e a 
qualidade do's services 
excelente. 

A INFOLINK Teleinfor- 
m&tica 6 uma empresa de 
prestacao de services e 
consultoria nas areas de EDI 
e Conectividade. Operando 
dois servigos online 
principais, o INFOLINK EDI, 
que prove atendimento 
personalizado ao mercado 
corporativo (associates e empresas de todos os tipos) e o 
INFOLINK BBS, para usuarios do mercado pessoal, entidades 
educacionais e profxssionais liberals. 

O INFOLINK BBS oferece toda uma gama de servicos que sao 
encontrados somente pulverizados entre BBSes. A empresa teve 
o euidado de concentrar no INFOLINK os diversos diferenciais 
encontrados no mercado, possibilitando hoje a atender a todos 
os objetivos dos socios, desde os que buscam entretenimento 
at6 os que necessitam de informacoes de elevado teor tecmco e 
cientffico. 

Para maiores contatos e inscricao para os servicos, basta ligar 
para o (021)512-4262 de 2400 at6 28800 e fazer sua inscricao 
online ou mandar um fax para (021) 512-4412. 



::^aijbe;miji^^ea: 






fa&&&^$&->-£££*2&^' i 



A Anasoft esta\ lancando a prlmelra solucao 
multlmfdla para combater as lesoes por esfor^ mm 
repetltlvos (LER) que atlngem os usu&rios que *- 
uso Intenslvo do computador. Trata-e do St 
desenvolvldo para prevlnlr as doei 
manifestam nos dedos, maos, bracos, 
coluna, como fasclte, tenosslnovtte, ten 
em gatttho, sfndronw do tunel de carpo e da 
pescoco, entre outras. 

"Stretch-Erclse possul mals de 35 exerch 



tensai 



terapSutlcos, que auxlllam a a/Mar o estresse atraves 
"H vfdeos na tela do m/cro", descreve Esdras Akamlne, 
)for comerclal da Anasoft, destacando que o 
ide ser usado em casa e no trabalho. "E 
Lue o usuario precise abandonar sua mesa 
>", ressalta. Segundo Akamlne f a descricao 
,w^J> monitor complementa a vtsuallzacao r 
,nltlndo que o usu&rlo corrlja e aperfelcoe os 
Mfclos para relaxar os membros tonslonados, 
Saves da simples escolha da opcao View Exercises. 




m 



mmm 







***4 




* Canon p^sa*a/sar 

pel as" fevehdas da 

OffShdret urna das 

maiores distrlbit 

Moras de produto „ 

parajftfofiriatlcia $S 

pafs, *Com esta 

parcerlai re^ 

forgamos 

presenga de 

nossos 

produtos 

em tod as 

as regioes, ja que a 

OffShore, al§m de experiencia no 

setor, conta com mil pontos de venda no 

territdrio nacional", explica Cesar Rodrigues Silva 



v jr£E«t;e'= 

pate die nossas; 
stas de 49#£ quango 

r fcm^^/egTstraT' urn 

Jpofnlrito de 50% ern 
lao ao ano passado*V affrma 
ITuiz Carlos Mendonca, ylee- 
>reslder 

Entre os modelos jato de tlnta Elgin 
Cahon, que estao Sendb comerciallzados pel a 
OffShore, estao os dols lancamentos mals recentes: 

Elgin Canon BJC 210- colorida, com kit opcional para Impressao 
monocromatica. 

Elgin Canon BJC-4100- Monocromatica com alta velocidade e 
Diretor alta resolugao. 



LIMPEZA DA CABECA DA IMPRESSORA NAO PODE SER FEBTA COM 

COTONETE 

\ Apesar de a informagao estar em todos os manuais, muitos 
j usuarios domesticos ainda estragam a cabeca de impressao a 
jato de tinta, passando um cotonete embebido no alcooL 

Apesar de as informagoes necessarias constarem nos manuais, os usuarios estao 
"llmpando a cabega da Impressora" com um cotonete embebido em aicool, o que provoca 
a perda Imediata da precisao dos ejetores de tinta". 

Nos manuais das Impressoras Elgin Canon sempre constam informagoes sobre a 
limpeza do cabegote de Impressora: "Ha sempre uma operagao, que e reallzada pela 
propria impressora, tendo o usuSrio simplesmente que apertar alguns botoes, sem o uso 
de qualquer produto qufmico ou acessdrio". 

Em fungao deste tipo de equTvoco, recomenda-se que os usuarios lelam pelo menos uma 
vez o manual de sua impressora antes de adotar um procedimento que possa causar problemas 
aparelho. Se a duvida persistir, enre em contato fmediato com o suporte tecnico 

Suporte TAcnlco ELGIN CANON - Tel: 0800-126999 




INTERNET - Guia do Usudrio Rrasiteiro 

Makron Books 
Jos6 Carlos Damski Sl Andre Valente 

Este Hvro da enfase aos usuarios brasileiros iniciantes e 
experientes, que desejam utilizar os recursos da Internet com 

eflciencia. 

Os autores tiraram de suas pr6prlas experi€ncias e 

dlflculdades dlcas e expllcacoes praticas que proporcionam uma 

Interagao multo agradavel. Todos os exemplos utillzam 

tecnologia existente no Brasil 

Conslderando que o usuario brasileiro so tern acesso ag v ^ 
slstema de correlo eletronlco, o Mvro demonstra como diversos 
servlcos Importantes, como FTP e GOPHER, pod em ser utritzados 

anpnae nntti,.n fittfrain j*lp*rntiir*i ..! 





n 



■■ .- : . '■.■■■; 
■■■.-■■ ..■■;■■■ 






*% j|^^y'MTIAN0? 








EsteS o prtmelfo ViwpuWicado em portuguSs Que foraece mm 

• linjguag^m lilMi. fornfec^ d^s « truques tanto para programadores 

com^des?^^^ 
'[■ ndrmas 40 design de paglna Web. ContSm^z^as de $xf rclctos 

VoM p0ej& examMaf e tf abator dos mats renomad^ ^rt^tas r 
; e de^gaem-e ^pre^er £om^I#$ a mm pSgtoas de ajto Irrtpacto % 

i^M^^^^ ■ I 

#abiftcs ^cab^ ' ;| 

MiMk, llgue*S# e Idlseufeseus prowemas e difictfldatfes comos 
ii^po* <^dkciiilsi^mils c^^^rjdo^ Tudo teso atraves da 
:; : ^Ho^afi^: on*fine; que; wt& t nstaia em Jnstantes e pay^ga . • , : 






(2eet&u&6 




H. Barao de Itapetininga,88 
7 a and. cnj. 708 
Centra -Sao Paulo -SP 
. Cep 01042-903 



TELE -VENDAS (Oil) 256-2544 * tel/fax: (011)259-84301 



Para pedidospor carta oil fax, enviar cheque nominal a CENTRAL 
I NFORMATICA LTDA, ou com provante de Depdsito Bancario. 



BRASIL 

ITA0 

BRADESCO 



AC. 
AC. 
AC, 



1202- 
0170 
0423- 



5 C/C 104210-6 
C/C 81767-0 
■S C/C 64402-1 



c 



IAST6E8 xxb ch^thto 1 

Acei tamos todos 

cartoes 

de CrecHto 



Tobelo Pramoclonal 



I Para adquirir CATAL0C0 ELETRONICO favor cnviar 01 disquete HD 
C5 1/4 OU 3 1/2) ou a quantia de R$2,00 e receba gratuitamente 
O PROGRAMA VGA-COPY 



AU 5 DISCOS 
MP DISCOS 
70 A 19 DISCOS 
20 A 29 DISCOS 
30 A 39 DISCOS 
40 A 49 DISCOS 
MIMA DE SO DISCOS 



2,30 3,30 

2,40 3,40 

2,30 3,30 

2,10 3,20 

2,10 3,10 

2,00 3,00 

1,90 2,90 



A0tO / AVENTURA 



■IOGOS PC 7 AT - ULTIMOS LANCAMENTOS + DE 2.000 



NOVIQAOES 



RPG 



WINDOWS 



J1228 02 HD ALADDIN (VGA/386) J1414 01 

J1232 05 HD LODE RUNNER (VGA/386/4Mb) J1415 13 

J1233 04 HD LODE RUNNER WINDOWS'*} 4 ]" °£ 

J124003 HDTHELIONKING(VGA/386/4MB) V.V.l S, 

J1244 06 HD IN EXTREMIS (VGA/386/4Mb) VZ\l ?~ 

J1257 02 HD BLACKTHORN (VGA/386/4MB) jijm 03 

J1260 04 HD HERETIC (VGA/386/4MB) J1421 11 

J1277 02 HO ALIEN CARNAGE (VGA/386) J1422 08 

J12B5 02 HD DEPTH DWELLERS (VGA/386) J1423 05 

J 1424 OS 

J 1425 07 

J1426 OS 

J 1427 04 

J142S 18 

J 1429 21 

J 1430 22 

J 1431 20 

J1432 27 

J 1433 05 

J1434 04 

J1435 10 

J 1436 03 

J 1437 10 

J1438 17 

J1439 10 

J1440 12 

ADVENTURE J1Jl41 " 

J 1442 04 

J1396 12 HD THE BIG RED ADVENTURE (486J J1443 02 

J1400 08 HD SIMON THE SORCERER If (486) J' 444 03 

„„^ ... J1WS M 

J 1446 09 

J1447 13 

J 1443 06 

J 1449 03 

450 03 

451 02 



J1298 03 HDODELL DOWN UNDER (386) 
J1302 05 HD CYCLONES (386/W) 

J13Q5 02 HD PLANET STRIKE 
J1307 05 HD DESCENT (386/4MB) ■* 

J131305 HD RISE OF THE TRIAD(386/4M8> 
J133205 HDMAGICCARPET (366/4 M B) ' 
J1383 05 HD QUARANTINE (48C/8MB) 
J1387 05 HD THE ULTIMATE DOOM (386/4MB 
J1389 03 HD PITFALL FOR WINDOWS'95 
J1391 04 HD FRANKSTEIN (386/4MB) 
J1402 07 HD HEXEM (4S6/8MB) 
J1169 01 HD ZOOL IK386/4MB) 



J107105 HD SPACE QUEST I (VGA) 

J1072 06 HD POLICE QUEST I (VGA) 

J113805 HDFREED.C. (VGA) 

J1154 02 HDDEJAVUII (VGA) 

Jl 1 74 06 HD INHERIT THE EARTH(VGA/386) 

J1212 07 HD DRAGONSPHERE (VGA/386/4Mb) J ! 

J1215 09 HD QUEST FOR GLORY IV (VGA) 

J1247 01 HD UNIVERSE (VGA/3S6/4Mb) 

J124801 HDTHECLUE 

J1279 04 HDHOBOKEN 

J1294 07 HDKRONOLOG 

J13.14 06 HD BUREAU 13 



HD HFA'94 EDITOR 

HD MAGIC CARPET It (48S/BMB) 

HDNBAJAM(48S/4MB)E 

HD WITH RAVEN (4B6/BMB) 

HD ABUSE (486/4MB) 

HD CAESAR H (486/BMB) 

HD DROID MACHINES (486/4MB) 

HDWiP£OUT (486/8 MB] 

HD WWF ARCADE GAME (486/BMB) 

HD ESPACE TUBE (486/4MB) 

HD PINBALL WORLD (38G/4MB) 

HD JAGGED AL1ENCE (48678MB) 

HD ESTREME PINBALL (486/8MB) 

HD PINBALL ILLUZION (48G/BMB) 

HD COMMAND &. CONQUER (486) 

HD CRUSADER , NO REMORSE (466) 

HD FADE TO BLACK (486/8MB) 

HD LION (4B6/BMB) 

HD NHL HOCKEY 9S (486/8MB) 

HD K1 TANK (386/4MB) 

HD NAVY STRIKERS (4BS/8MB) 

HD TEKWAR (486/BMB) 

HD HEROES OF MIGHT AND MAGIC 

HD FATAL RACING (486/8MB) 

HD SCREAMER (486/BMB) 

HD WARCRAFT II (48S/8MB) 

HD RAYMAN (4B6/SMB) 

HD DOG FIGHT (386/BMB) 

HD EMPIRE II (486/BMB) 

HD SETTLERS (386/4MB) 

HD MAGAMAN X (386/4MB) 

HD HOBOKEN (4B6/8MB) 

HD POCAHONTAS (486/8 MB) 

HD SCREAM BALL (486/8MB) 

HD RED HELL (386/4 MB) 

HDTYRIAN (38674MB) 

HD HOLE IN ONE (486/6MB) 

HD INCREDIBLE TOONS (386/4MB) 



J1168 07 
J1171 02 
J1187 04 
J1252 04 



J114505 HDAL-KADIM (VGA/386/4Mb) 
J1148 04 HD WARRIOR OF LEGEND (VGA/386) 
J115604. HD ISLE OF THE DEATH (VGA) 

HD DARK LEGIONS (VGA/386) 

HD DIGGERS (VGA/386) 

HD ISHAR 111 (VGA/38674Mb) 

HD WARCRAFT (VGA/3B6/4MB) 
J12SS07 HD MASTER OF MAGIC (VGA/4MB) 
J12S6 07 HDDARKSUNII (VGA/386) 

J126707 HD MEN20BERRANZAN(VGA/386MMb "\n 7 V% nk Lin M^ftnTp 
J127206 DD KNIGHT OF LEGEND (VGA/W) HD MSGOLF 

J1289 04 HD DIE SAGE WON NIETOON (386) 
J1343 08 HDDOMINUS (386/4MB) 

J1354 07 HD RAVENLOFT (MOUSE/386/4MB) 

LUTA 



J0198 01 DD TETRIS WINDOWS 

J0277 01 HD GAME COLLECTION WINDOWS 
J0525 04 DD CHESS MASTER 3000 

HD BATTLE CHESS WINDOWS 

DD POWER CHESS 

DD CHESSQUIZ 

HD GAME PACK III 

HD GAME PACK I 

HD CM3000 



J05S1 01 
J0570 01 
J0586 01 
J0668 01 
J0670 01 
J0677 01 



J0811 02 
J0817 02 
J0B62 01 



HD MONOPOLY 
HD AT.C 
HD POKER 



WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 



J0886 02 HD PINBAL FOR WIN DOW (VGA/3 86) 



JGB96 01 
J0897 01 
J0904 01 
J0905 01 
J0936 01 
J1001 03 
J1007 01 



DD W1NCHESS 
HD CROSSWORD 
HD STELLAR 
HD CASTLE 
DD SOKOBAN 
HD CM4O0O 
HD COGITO 



J0405 01 HD 4D BOXING (VGA) 

J0451 01 DDNINJER 

J0S81 01 HDPH" FIGHTER 

J0744 01 HD DOUBLE DRAGON III (VGA) 

J0816 02 HD STREET FIGHTER II (INGLES) 

J095103 HD MORTAL COMBAT (VGA/386)":""'"; SSfflOPK 

J096106 HDSANGO FIGHTER (VGA) DD BLOCK 

HD METAL & LACE (VGA/386) 

HD SUPER FIGHT (VGA) 

HD BODY BLOW (VGA) 

HD LESSLE ANGEL (VGA/386) 



JD933 03 
J0992 04 
J0997 01 
J10S5 02 
J121705 



J1010 01 DDBLITZER 
J05S2 02 DD S1MCITY 
J1 01 3 01 DD PENTONIMO 
J1014 01 DDOXO 
J101S01 DDSNAKES 



WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 

WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 
WINDOWS 



HD ONE MUST FALL 2097(386/4Mb J10gg ' HD GRANfi MASTFR rHPSSHfifil 
J122405 HD STREET FIGHTER II TURBO J105902 NO GRAND MASTER CHESS(386) 



J1235 14 HD RISE OF THE ROBOTS(4Mb) ^,!q 2? 

J128708 HD MORTAL KOMBAT I) (386/4MB) |^o7n, 

J132508 HD SUPER STREET FIGHTER II 

J1338 06 HDSENTO-3D (386/4MB) 

J1392 14 HD MORTAL KOMBAT III (486 

J1397 11 HD PRIMAL RAGE (486/BMB) 

J1399 05 HD SAVAGE WARRIORS (486 



(VGA/386/4Mb) 
(VGA386/4MB) 
(VGA/386) 
(366/4MB) 



HD TETRIS CLASSIC WINDOWS 
HD STRIP POKER WINDOWS 
HD GETTYS BURG WINDOWS 
HD CIVILIZATION WINDOWS 
HD OUT POST WINDOWS 

HD MULTIMEDIA POOL WINDOWS 
J1369 03 HD ATARI 2600 PACK WINDOWS 
J1370 03 HD ATARI 2000 II WINDOWS 



J1131 04 
J1146 07 
J1163 02 



PROGRAMAS SHAREWARE NACIONAIS+ DE 8.000 



uncus Lira 

ABCHEO.0B 



EROTICD 

J0262 01 HD STRIP POKER III (VGA) 
J0576 03 HD DL VEIWER X-RATED (VGA) 
J060501 DDTENNAGEQUEEN 

joeeeoi hdpornoiv (VGA) 

J0781 01 DD PENTHOUSE 
J110801 HDPORNTRIS (VGA) 

J111908 HDSTRIPPOKER WINDOWS 
J112002 HDSTRIPPOKER PRO (VGA) 
J121602 HD PUSSY PUZZLE WINDOWS 

SIMULADORES 

J06S7 06 HD F-1S STRIKE EAGLE 111(386) 
J0658 03 HD COMANCHE (VGA/386/4Mb) 
J0712 03 HD WORLD CIRCUIT (VGA) 
J0794 06 HDTASK FORCE 1942 (VGA/386) 
J091606 HDW,C.PRIVATEER(VGA386) 
J0933 03 HD 1NDYCAR RACING (VGA/386) 
J09S0 03 HD SPEED RACER (VGA/386) 
J0952 02 HD SIMCITY 2000 (VGA/386/4Mb) 
J1045 09 HD PACIFIC STRIKE (VGA/4Mb) 
J116406 HDTHEMEPARK (VGAMMb) 
J122204 HDARMOREDFIST (VGA/3S6) 
J1236 06 HD NASCAR RACING (VGA/4 Mb) 
J1261 09 HD OVERLORD (VGA/386/4MB) 
J1386 06 HD TERMINAL VELDCITY(486/8MB) 
J1393 08 HD COMBAT AIR PATROL(486/8MB) 
J1395 03 HD ATP. II (3B6/4MB) 
J1398 02 HD 1HUNDERHAWK(386/4MB} 

ENVIAM05P/ 

rooo o 

BRASIL 



afc 

aoehda slbtrohica 

aoemda tihiho 

AMI SO 

ATLAS DB ANATOMIA 

BIBLIA 

C.A.T 

CASH FAST VC.4 

CBFROO- vr , 2 

CCLI 

crkhfroq vr. 2 

CHE0UE WRITE Jit 

cobstitoicao 

COHSULTAfi KSDICAB 
COHTAS corrbhtes 



WANILHA SLBTROHICA 01KD 10739 

IHPRIMK CHBSI'B FOLBA flOLIA 01DD A0711 

ADHIBTlffTKXOOn E8 BffTOQUZS 01HD A0735 

BIST. IIS ADH. DB JMPKttSAS DIED ADCGS 

AOBKOA FAXA ADTOOAWia OIDD A07 31 

*EHIHISTfUU»RA DB VHCOLDO 01HD A07 3 3 

AIM. TIB. HE CKEQ0E3 01EJD A07 34 
AOIim»,CAU»mAHIO,BLOCO DB UJTXS 01DD AD* 5* 

vr.a.i A^sritA m cOHPROHisaoa 01eid adsit 

CODItK} DB DBFS9A DO C0H3DKID0R 01DD A017J 

B4TT7DO DA CABECA OIHD A0730 

EOTUDO DOS EVAtmXLKOa Q3DD A04S5 

COtmtOLS DB A0&I3. TXCHICA 01DD AC73I 

BIST. COHTAa A PAOAR/nadHEl 01DO A0496 

MOT. DB COHTHOUt BAKOARIO 01DD AD3H 

CAnABTKO DB CLtBRTBB MUD ADC94 

BIST. DB CONTKOLH DB {3XDIARIO 01DD A0S7S 

IHFRIMX CHKQtU FOLHA BSLtA 01ED AD713 

COH3TIT0ICAO tUTBOKAL Kt 1939 D4DD AOOBO 

OKKBHCIA C0H8ULTA3 HZDICA3 Dim) A0719 

StST. DB CONTIIOLB EAHCAHIO 03DD A07Q5 



P1A3H Vt.J.,0 COHTROLB DB B3T0QDB 01DD AO«S0 

FLOKCOH Vr.1.0 BIST, tat FIDKO DB CAIXA 01HD A0701 

OKH-CMl vx.l.OD QSRBtCIAHIUTO DB VSICDLOO Q1KD A0114 

OERCOH COHTXOIi EH COKDOMI NIOB 01CO A0S49 

H6FRO VT.1.0 AUTOHACAO DB HOTBIS 01DD Attt6 

HOROS COTTTAB A PAOAR BtSTEKA DB COBTAS A FAOAB. 01EC UUi 

IMOEFROO VE.2.0 OXOt.KZOKBJi.rf IHODILIARIA OlDO A0447 

QOAKB VT.1.5 FROTOCOtO F/ EBB.VIDBOTBXTO 01DD ADD39 

RCFROa vr.3.0 RECIROS Ob LIRB 01DD A0514 

01DD A0410 



RL ADMIHI3TRA 

RL ADH. CLICTCA 

Rl. COTTTRO^S DB BOTOQDB 

HI. FDX.KA DB FA9AHEHT0 

RL VIDEO LOCADORA 

SAFRO 

8CFR 

SCM vx . 3 . 

SSHA 91 

STSOSV 



CONTAB A PAOAR/RECBBER 313TKMA DK OOKTAB K FAOAR/RBCEBSll 01CD A0399 



COHFOT.DIO 

COStacO COHTABILIDADB 

CTLIV 

DARF 



DICIOHARIO DB INFORMATICA 
SISTSHA DB COHTADILIDADB 
vr.1.0 AUTOHACAO DB LIVRARJA3 
VX.3.0 IHI3SAO DS DARF 
DICII DICIOHARIO IHOLEB-FORT. 

BCOHOHICO VT.l.Q rHDICADORZB BCOtTOHICOB 

EIJCTRIJ ORCAKEHTO EROJBTO BLBTR1CO 

BLKTROCSF Vr.3.3» F/ CONSOLTAO DE CKP 

FACIL VT.6.11D EDITOR DB TMtO 

FA8TF00D aORBHCIA RBSTAORAHTEB 



FICHARIO BLBTROHICO 



AOttNDA. CADA3TRO HE FRO0RAMA3 



OIHD A0710 
OJDO A044S 
OIUD A0«97 
01DD A0718 
01DD A0C53 
(HDD A0IB3 
01DD A05S3 
OiDD A0471 
D1HD A0737 
01DD A079 
01DD A017 3 



giBflEL 

BlflTEKA BANCA 
SFVKO 
3T7RO 



1! ADH. DE BSCOLAB, ACADEHIA3 

F/ ADH. DB CADSTRO DB TACIBUTB3 03DD A0413 
SiaTEHA DB COHTROLB DB ESTOQtlS Giro A04B8 
COHFLBTO BIST. DB FOLHA ns IAS 
Sf COHTROLB DE VIDEO LOCADORA 

BI3T. DB ATBim. EM CI.XSHTBB 

SIBT. COHTAS A faqar/rscbber 

vx.3.1 SISTEKA DE CORRECAO DB BALANCO 

MOHTA J050B FOR FRODABILIDADE 
vr.3.00 QEREBCIAHERTO DB VEMDAB 
VT.1.30 aERBHCIAMENTO DB FRECOS 
VT.3.00 OBRBHCIAKKHtP DK LOCADORA 

DISTR. EH JdRNAL/REVISTA 

CADA3TRO CHEQtm 3/rdHEO 

9IOT. AUTOH. AO. DE TOHIOMO 



SHALL O.CASH HAHAOER FLOItO E3 CAIXA 
SHD VJT.3.0R SISTEKA DE MALA DIRBTA 

aOFTLOOIC HOKK FAST StSTIWA DB ORCAHENTO DOHEBT1CO 
SOFTLOOIC HOTS FAST AOBHDA DE COMFROHISSOS 
AOFTLOOIC 3TOCKFA9T S1STEUA EfK COI^ROLE DB ESTOQOB 
OOJTLOOIC BA1IX FAST SISTEKA DB CONTROLS DAHCARIO 



TRADUTOK 

TUTOR LOTOS 

SOD RSVISAO SOLAR 



TRADOZ TBXTO 1/ VARIOS IDICMAB 
EMS t HA A OSAR O LOTOS 113 
TRAiai E IHFRIHB SBO HATA AOTRA 



OiVO A0411 
02DD A041S 
01DD A0SBS 
01DD AO«S0 
01DD A0SS7 
DIED A0373 
OIHD A0S55 
01KD All 050 
OIHD A08S7 
01DD AD47 6 
01DD A06SIS 
01DD ADI94 
01DD A0CSS 
01DD A0615 
01DD A0479 
DICda A047 9 
01DD A04S0 
01DD A04S1 
D1DD A0045 
S1BO AA07 9 
DIED A0419 



ANTI-VIRUS 



Virus SCAN (ultima versao) 
Disponivel na 
Versao DOS 



Apaas 

KtS.OO 

(mm Sfarnmrt) 



TBAV VirusByte (Oltima versao) 



Disponivel nas 

Versoes DOS 

e Windows 



Apaas 

Kts,oo 
{versao Shatamt) 



Reconhece e retira virus conhecidos como: Trojector, Sto- 
ned, Michaelangelo, Athenas, Natas, etc. Antivirus fica re- 
sidente para alertar a entrada de um virus no computador. 



ZZ2 



Cartao de visita microserrilhado 

Convlte Certlflcado Papel Cartao 

Envelope Mala Dlreta 

Para impressoras Laser e Jato de Tinta 



* Varias cores 

* Pacote p/300 cartoes 



R$ 20,00 




Gostariamos de agradecer as diversas mensagens que a nossa equipe recebeu nestes tres meses a frente da 

: Revista Micro Sisteraas. Diversos foram os meios encontrados pelos leitores para se manifestar: em nossa 

caixa postal Internet (microsistema@axibase.org.br) todo dia ha* uma correspondencia nova; no FAX da 

f: inter fess(nto nao param de:chegat' solxcitagoes das mais diversas e por correio 

normal chegam muitas novidades! H£ material chegando de todos os pontos do Brasil, e at6 da Wanda! 

As manifestacoes tern sido tao variadas quanto os meios de envia-las... Muitas pessoas tern apoiado as 

i mudangas e gostado das transformagoes que estabelecem um lago com o futuro e o presente da informatica, 

sem cqntudo esquecer o principio que sempre tern orientado a nossa publicacao: ensinar a fazer e cobrir os 

^ ^ Muito Gbrigadol Outras tantas apresentam as mais diversas 

sugestoes, e posso garantir, todas serao estudadas com carinho. Mesmo que nao possamos implementar 

; •'"' algumas destas por motivos tecnicos, !procuraremos responder a todas elas aqui neste espago. 

Entretanto, algumas pessoas tern se. queixado que a Micro Sistemas tern se distanciado do leitor, pois nao 

publica.mais o trabalho dos mesmos e nem suas cartas . Muitos leitores gostariam tamb£m de ler artigos mais 

. voltados ao leigo e tecnicamente menos sofisticados. A estas pessoas, estamos respondendo reativando 

; segoes como "Home Made" e "Rapidinhas", que apresentam trabalhos dos leitores e tambem a segao de 

r cartas, que ficou desaparecida por alguns numeros. Se voce tem uma dica quente sobre o uso de um deter- 

j minadb software, sobre uma linguagem programagao ou ate sobre networking, escreva-nos! Se voce quer 

mostrar para o Brasil inteiro o seu potencial como programador, mande-nos o seu codigo que nos o avalia- 

rernqs e o pubMcaremos!!! Estamos dando preferencia a programas feitos em linguagens de programagao 

t ■ ■: pamarnbienie ; Windows, mas nao nos.esquecemos do tradicional DOS: continuant valendo codigos-fonte 

: ^^^; - "■mm ^#^■'■.'■ em Clipper, C, Assembly, Pascal.:.; Bastaenviar o codigo-fonte em disquete e 

impresso, alem de uma autorizacao para publicagao. 

%-\^] Tambem estamos contactando nosso corpo de articulistas para 

escjevef artigos que permitem o novato ligar seu computadore 

%-il? 1 ^^ comegar a "fazer alguma cqisa, pois eu ainda me sinto meio 

'jSf^h^. perdido..?'. Se voce tamb6mle Micro Sistemas, achaque a 

"%^%P revista esta com a ''bola alta" e sente falta de alguma 

coisa mais voltada para quem esta comegando, escre- 

va-nosi Sua sugestao sera mais do que bem recebi- 

"da!! ..'','■':,: : '.:":'■ ,-"■■■■■' 

Caro leitor: participe, pois a revista e sua! N6s 

fj sempre editamos uma revista criada pelos leitores 

f e para ps mesmos, e enquanto houver Micro Sister 

mas o nosso feejo dde continuar assim! Acom- 

parihe cada exemplar, pois como Editor deste peri- 

*6dico posso assegurar nosso objetivo e fazer com 

■ que cada numero seja melhor do que o anterior! 

$ Obrigado e ate' a COMDEX Rio '96! 

JhiiP^^ ,■:■■■.■; 

#if~AiS : ;^-■:: : ^0^^^^^'^?;S■i■■::■:v^;:::.v::!■:^C'^■■■■^' . . :: - : - ; '-5V .. .\^. r :, ■ ::■■ ■■'■ 

■■„&£&'■';.. MagnoBarreto de Araujo Filho 



Editor Adjunto 




Gostariade saber se a revista Micro 
Sistemas ainda imensaloupmsottd- , 
serbimestraLE wmreiagdoaonordes- 

'te, ^cadayezinaiorad^culdadedese 
encontrar a revista aqui em Mqceio. 6 
que voces podem fazer a respeito? ' . "' -. . ' ' i 

JtbraQosatodos. .,-■:". 

Cristino Hermano de Bulhocs ■'■■ 
^<cri$tiBO<a'phoenix.iiqmetvCom.br> 
Maceib,AL - via Internet , 

MS Responded ■';■""- 

Repa-ssamos a men$agetn para nosso .' . 
distribmdor para que me$m6tomc a$ .- 
provid6neias'cablvei$ t A di;stnbui<$o '_'. 
pode'ter apresentado algjumas Siregtrfa-. '■ 
ridades 'durante esta fa$e de tran$ie;ao y e. : 
n6s. eneora|amos a todos que. estejatft' ; 
pa$$ando pdomesmo problems para 
nos escreyef. Qbrigado* 



Gostariade saber quqla Editora, eo 

gurar e Expandir seu PC 486/Pentium 
", e comoposso qdquirir mesmo Uvro 
referido acima, 

Alexandre Pereira Machado 

< alexpm@utiisul-gw.unisul.rct-sc.br> 

yialnternet: 

Oiivro 3 eeHtadapela LVC^e 0; aiifpr 
■0..o .GG. (Grande Gqm>.J-a^rci6 Yas- . - 
■coned os", homem de-indubitavel sa« ■': 
: pitomdig^al.^-d eniereco d&tVjC | 
".&.. Av>M6 Bcahcq K #3 6/28 I i : "•■' Ri o de "' 
Jaileirov RJ ■- CBP 2000 1 -970, telcV 
tone ■^■f02-I)"a&2-1776 e a FAX (021)'' 



0/a amigos da Micro Sistemas! Gosta- 

via de informar que home urn pequeno 

■ erro na revista no. 155, na reportagem 

; especial sobre HOT JAVA. For 

v , ^._ publicada a home-page do Java (hup :l I 

: Marcos Bene^| : » : .^^. # J^ '*^fc,wvvHya.va^M^^co^,^o^^;e^^^ ■•;: 

!eme#M-.i^ :^^^e^^^riagem^peh-.tmbalho i rmU'- , 
: '- : '.\ .^(lo ^msfodas as revistas. ' 



Parabens ao pessoal da MS pclo tra- 




ite 



Ippsta do%a 

ititeteMg en$$: 



iUlisses %reiFL-Biretor da Smart 



k- 



informacoe, 

um^iesqiiisai^WW^prbcur.ando 

■puwj^gdes brasileiraWm^m de ^fe^'ftesfpBosle; 
ffiofetyica, (...) Torc&para q%e o mfu^h ■ ;^\ .- ? |. ; 



System Coflfcuttm- 
: ismartiSystcmfgin^ii^icxomibr 
... ;Via Internet &*■$ . 

JPV "* ■ ■<■*' 



1: 



. caso se$Lso o primeimde varhs conm. jP-W s eorrec 1 
tatos emsinantes que a r$is%M>M J^ 
s 0$ cantos deste plamm, q$%z 



mm 



■ vdiftcando cadavezmenorj!. 



Vmabrd^, 



!$%;> 



Stephen Mc^ 
:% <manuson@ini 



i/SJ^ft 



.#- 



tbGt^aberqiiet^rngei|apond.dem' ■ 
prfititft .0 que le%« MICRO SISTE-- 



g%.ie> 



Irlanda - ^illnterfiel^ 



P 




' eiispelo novo visual 



mhssoc .. m 

V:' ''■■'■■:'>-^-'^-- ^' jJIF -Iff- 

da K0vis(a. Go'Slana de sugerir a vocis 
Mta reportagetn sobre o software de 



Iricessoa Internet "inter net in a Box?' 
emingl§s,comoconfigurarcorreta- 
menteequandq teremos aversdoem 
portugugs. 

Vocis poderiam publicar na revista os 
principais sites para download dear- .: 
quivos,bemcomowna lista dos princb 
paisprovedoresdeaeesso no Bmsil^ 
inclusive das BBS que tint acessod 
Internet. 

Obrigado pela atengdo. 

^Eiugo Andre" Haffher : 

: <haffner@nutecnet.cam r br> 

vialnternet 

. MS Respond©: ' 

Suge^tOe$ano.tadaslJdestamoiip"ubii-' • 
■ 'Cando sites WWW no "Hot-t ink's", mas 
yarnos tambeVn dar mna atencao aq que 
ba de itiferessante no mundo do FTP. 

Caws amigos da Micro Sistemas 
Eugostaria de parabenizd-tos pelo 
otimo uabalhoquevBm realizandoe 
gostariatampim defatef algumassu- 
gestoes, comopor exemplo, acho que o 
eddigo dosprogramas mostrados na 
revista deveriamficar disponfveis pf 
ddwnioadmalniernei.oquefarMitaria 
pi n6susudrios,pois poupana traba- 
Jho dedigitaedqGostaria tambimde 
sugerir quefosSem colocadas mats 
mate'rias sobre programagdo, princi- 
palmente em C/C++ e Assembly. Gos* 
tariaxambim de saber como eufagopi 
contribuir commaterial meu, pois sou 
programador, e tenho um otimo conhe- 
cimentoempmgramagdo avangada. 

Wenderson leixeira 
<wendt@netvaie.com.br> 
vialnternet ■■■ 

MSRespnnde: 

; Todos os que desejarem contribuir para 
iMScom rffp^amas devern enviar para 




a sede da rcvista a listagem impressa do 
programs W disqytjto^d^pfefer&neia .' :. 

de J 1/2?) cW o C^^^* W* :.. ' '■ .- 

%ytfefsto : 

sugestteBq;uede omonas£rie"&>bre.. 

'■'^i^aipoik'f:abaWpataiim^^ a -/ ' 
:p*ogtani£cko em Assembly. 







Na Micro Sistemas nl5$ depez?5l :y 
Jan96Uumadicamuitointeressmte[ 

na (cotuna Hot links, Falaya da loja \ 
■CDNOW onde possvet comprar ; 
'CDs', videos, camisetas^eiC'A -, t ; 
CDNOW redtmetite # stria # organic] 
zada. Comprei dots videos eostece- ■ 
bi emcasaapSsU diets, Minha duvi- 
da quanwap imposto de importagao^ 
cobradopdra cottoprasacima de US$ 
5Q,00, A taxa minima de transport •_ 
cobradapela lojai dews VS$ :; : 
1680, Gostctria de sabers? 6 limite: 
de US$50MirtQlui^ta: t axa°u se o 
'■■ Unite re&m-se <^<t$^J alord * s 
'^mca%r%s. -*s ^f'M^ 

^prlveito aAfWf m j% 
a minha gM^^^Si «NM 



vista mensaI,;...Bm lo,d© .caso segue urn .,■ 
'coTrei0eletr6mco-para^.dcc,;(^^/. ■ 
"■xG&9$ vigentes HoJ&dte raadrugad% . : - : ■ ; ■; 

rao valcndo). Obrigado pclos elogios! 

Qual operddodeM$?Elae'mtnsal, 
btrmstrdl bu casual? JtaP mown d, 
■ revista nas bancas deManawl Jd saiu 
algum exemplar depots do 155? 

■ NiloNeyCoutiiihoMenezes" . ■:■ ■ 
<nmenezes@ internexUom.br> 
Manaus* AM -via Internet 




^mo$M 



ws e cada v 





* 



%prop6sttg, a col 
ptimar&&$de 

l\miiiha 

de corn ^ 

tyeftciosdmkflte, 



MS Responds 

Ja passamos : o probleitta para o nosso 
distribuidor,.. U estamos no ntirnet o . 
: 157, certo?? Se voce continuar a ter 
prpbl^mas para receber a MS/entre em 

;comatoconbsc6l!l;';v.."';' : ".'' :-'■■.-. :. 

Hd pouco tempo comecei a acompa- 
! %nkdr (nbvdmmte,:d4P<>k 4f 3 W 5 > 
" almcfo Sistemas ,'Tlve wteresse 

^Mom^.^uiMimsXflMB ri ^ 



Postal 25096 - Rio de Janeiro - CEP 

20552-970: 

'' Prezados Senhores, 
Estou dpreciando a simdeartigos 
sobreMatemdticaparaVomputacdo 

Grdjica. Gostaria m » revista ^ontm^ 
lassepmieawto, ddndo exemphs pn 
Unguagemcomo CoUPascat. TamMm 
gostaria clever explieagdo degrdficos 
com perspectiva. Achariamuito interes r 
same a publlca0o de exemplos de pro- 
gramas mpdgtwWWdam.Apreci* 
aria se vac£smeindicw$em algum \ 
tutorial sobre Assembly, depreferincia 
;!; emPortugues. tHsdejddgradeco, 

"■ Beiiys Sene dos Santos - INFPE-CPTEC/ 
AreadeSupereomputapaq 
<sene@yabacxptec.inpe.bi> 

vialnternet 






<al 




Ldre Nectoux Hi r: .^ 
ila^plug-in.coro.br> ' ■ 
" :gre, RS - vifcterfiet 

*. .^I^ponde: .,. $* % 

■. :- - Mx &mt d0 J° g0 da im P° rta?a ° m ^ H 

■',"■■ ,pfinlteteon* cios ^ u -^»^* 
' '- ; li|^.#flfcis onde Wi#wM 



gqsto mai 

<t Lim 

^^K^^ toosSUtifruW ddauirindo 
osnumewsat^osoudealguma 

oUiraforma(Mdp'^dih disgu^te, r )> 
sEspero^ue : os no^editores tor- 

W^^cme%ndd^am>mm^^° .. 

** curso de Detmdo &UMerolS6. 
%mcos gaudfios 






*m- : 



Itodos, 



KL 




siconl@nU||besxoi 
"M^.;ReSpondef.. ;*| 

.llardo m$,M® e«de^e^ &■ 



At System Scrvi^os-Lliia; -Caixa 

■* '-"Sk ...j, 1 . 1 - ■■■' - ■"■ ,,r, " : *■'■"' 



MSResponde: 

O Prof. Thompson prepara estas e oy- 

rts^sifcsas^ase^^elto^s! Agoarr ... 
. xjel C>-m)ssdGb«ttor Te J enieo.M3rQdo :., 

Vianna tambem esta prepamndo uma 
■ : 's6Tie sdbte Assembly! 

ii'Acto'queMrevlstaMkro Sistemas &• 
"mria^rummdCPmpoUcomaior , 

^ M programas gerenciadores e 
^ desenvolvedomde banco <k dado$ 

bmsuaiObjem ,pm^^^ te ^^ e ., 
interessa a imam^samuitograrukde 
programadorestewpsos. 

lose Renato N, de Azevedo 
<tenato@cptec.inpe.br> 

MSResponde: 

JA temosum artigo sobre bancos de 

; ..dad^e«ema^*ob|ew;nesiaedi- : .:: 
.. cao". Alu pessoal dos Bdsanandem suas 
"eotitfibuicdcS!!l ■:, "■ 



SOFTPRCK 
PLUS 

Um langamento de 




AV. RIO BRANCQ, 1 Sfi/ZB 1 1 
CEP: 2Dn0 1-97D - CENTRD 
RID DE JANEIRO - RJ 
TEL: (D2 1) 262-1776 PABX 
FAXKGZD 262-3824 



IJJJIAIAUJJJUJI.LIJJMJILJJJ 



smaMsa 



OS MELHORES PROGRAMAS DE SHAREWARE PELO MENOR PREQO 




BANNER 

UTDIARY 

STOCK 

LOCKOUT 

WEDSO 

WORDZ 

HSIM 

DMP281 

WUK22 

TPC12 



CMGR11 

ASEASY55 

WAMPUM 

SKYGLOBE 

RECIPE 

FONT130 

QCALC 

SBMUSIC 

APROPOS 



CRVPLOT 

CARS 

DAYO 

MERCURY 

GRPHCA22 

DAYMSTR 

LABMAN 

BDRAWER 

CEREST230 



FDRAW225 

ADDRES25 

BOO KG 

EZPROJ 

QFORMS 

STCKT700 

TIMING 

CLOCK23 

DATAMAN 



HOMEHELP 

FORMGEN2 

ODAY 

WFLAGS 

TC23S 

YI2V23 

EASYBANK 

PDT26 

PCLC20 



E ainda programas musicals para ouvir no PC SPEAKER e na placa 
SOUND BLASTER 



SOFTPACK PLUS © 


82 utilitarios para MS-DOS em 14 disquetes 
de 1 2MB 






26TIME20 


DATEBOOK 


DIARY 


EZFORM 


HYHELPER 


SYSCHK 


PCMAG 


PKZ110 


QED10 


STS320 


TPAINT 


GSETUP 


MEMORIA 


VIRUS! 


WHAT21 


ZIPZAP71 


QMFCV305 


SCAN 


SNOOP310 


VSHIELD 


HYPDSK45 


ANAD207 


MBACK 


LHA213 


ORG 


DRC 


FONTMNIA 


BEN311 


ARJ241 


PKZ204 


ARCMAS92 


HOT60 


CATALOG 


POWERBAT 


PCUTtL 


SS26 


EBL407 


PHANTOM 


SHEZ90A 


AFONT35 


ENVISION 


TDRAW463 


RGBTECH 


SC300 


GIP 


DFE104 


QUICKMENU 


DESIGN30 


SOSTB 


MULTBOOT 


LDOG 


PSEARCH 


DWSHOP 


FILEPLUS 


DS405 


COPYQ312 


LI5T90E 


APLUS3 


PHANSCRN 


DMAKE155 


MAKAMESS 


DAZZLE51 


OMNDAY 


HYPREAD 


DTSEARCH 


FM56 


READ312 


TBOX14 


ZTEC 


ACZAR 


GWINDOS 


PROPAK 


SCREENT 


ASHELL 


DTSD20 


EZCP320A 


NCCVIEW 


BIGTEXT 


DIRS100 


EGAMOD 


MARKRELE 


SCRSCENE 









SOFTPACK PLUS © 


79 jogos VGA para MS-DOS em 16 disquetes 
de1.2MB 






MARIOVGA 


ECB 


MCRAYON 


FUNYFACE 


CAVES 


BERTSA 


AGENT 


CM2100 


ARK2 


ATLANTI 


COMIC4 


EGATREK2 


EGAVGAPB 


KLONDK23 


QUATRIS 


POWERCH 


DUKE 


JILL 


BATNAV 


GODMOM 


CRUSHER 


AMARILLO 


HEROHRT 


BRIX 


CYRUS 


EMPIRE 


KEEN 


OVERKILL 


BDINO 


KEENDM 


MATHRESC 


WRESC 


SENHAS1 


SENHAS2 


SENHAS3 


ADDALOTM 


AMCLOCK 


AQUEST 


PUZZLE 


WBOOK 


MATHCH20 


PAGANITZ 


SHOOTG 


BCRIS 


NOTRUS 


AQUANOID 


ISLEWARS 


OMFALL 


DARKAGES 


BIPBOP2 


ARKVGA 


ANKWAR 


WAR 


XARGON 


ANTRUN20 


BATS23 


BLOCKMAN 


DEFENDER 


CLYDE 


JETPACK 


ROVER 


SKYROADS 


ABCTALK 


BIGMAT20 


BOLOBALL 


CRAYON32 


DOLLCOMP 


CASCOLL 


GINGAME 


SEARUN20 


SRETRISS 


ALPHAMAN 


BALGAME2 


BILLY 


GOBMAN 


ABYSS 


HEADBANG 


OILCAP6 


KILOBLAS 






GWSWIN11 

AMW10 

SPEAKER 

CADV100 

GNUCHESS 

FMASTER 

WINZIP 

WINWALL 

ALW113 



PMAN 

BENCHG11 

VBRUN 

ICONMSTR 

WCHECK 

RAMGAUGE 

WOLFSAVE 

FONTMOST 

CHARTIST 



GRABPRO 

DESK240 

SPEAKER 

WINGAMES 

WEMPIRE 

WFB20 

CEOLITE 

ICONSBIB 

DELTA3 



PSP102 

DSKTRK22 

WAVS 

WINSVGA 

WINFAQ 

CQMWIN 

CONVER20 

LABELWIZ 

PLUGIN21 



ADRMAN 

ICONS1 

BCALC2 

A A WIN 

DAUB15 

HELPED19 

WINMINDR 

WINPOKER 



E mais: 90 tipos de fontes TRUE TYPE 
Dezenas de SCREEN SAVERS 
Mais de 100 WALL PAPERS 



SOFTPACK PLUS © 27 programas grafrcos VGA para MS-DOS 



em 9 disquetes de 1.2 MB 



GIFEXE 


GIFLITE 


BIT2GRAY 


GWS61 


CSHOW860 


PICEM 


DTPM 


FRAIN172 


GIFDESK 


DTA 


PCBREEZE 


■ GRAB394 


I MAG ECO 


JPG3D 


MATHPLOT 


PCXLAB 


VESAVIEW 





HIJAAK GIF2JPG 

CUBES DAZZLE 

NEOSHOW DCHOICE 

GRAFCAT CSHOW 

ANIMA DMORF 



SOFTPACK PLUS \£7 27 programas detreinamento e educativos 
para MS-DOS em 5 disquetes de 1.2 MB 



SAA BASPRIMR 

DOSREF FASTYPE 

MD86 PCC 

MATHPRIZ SETORES 

G2P55 JARGON 

KYSD10 LOOKANIM 



DB4TUT 
ASIC400 
ETUP2 



COMTUT44 

HASM410 

TW30 



COMPACTA CTUTOR 
PCL570 GUIA-DOS 



MMASTER 

MACROASM 

JULVERNE 

PASCAL12 

JULVERII 



SOFTPACK PLUS © SEXY SOFTWARE, para seu VGA em 10 
disquetes de 1.2 MB 



E mais: 875 fotos e telas VGA COLOR 

Com garotas da PLAYBOY e fotos erdticas 
Animacoes e jogos eroticos 



FORMA DE PAGAMENTO: 



1)Enviando cheque cruzado e nominal a Laercio Vasconcelos Computacao; 
2)Fazendo um deposito em nome da Laercio Vasconcelos Computacao no 

Banco Itau, agenda 0310, conta 58.131-9 e enviando uma copia legivel 

do recibo por carta, ou entao trasmitindo o recibo por FAX, junto com o 

seu pedido; 
3)Pelo cartao de credito. Basta fomecer o numero do seu cartao e a data de 

validade junto com o seu pedido, por carta ou por FAX. Numero do nosso 

FAX: (021) 262-3B24 



Desejo Receber os Pacotes: 



) SOFTPACK PLUS 1 
) SOFTPACK PLUS 2 
) SOFTPACK PLUS 3 
) SOFTPACK PLUS 4 
) SOFTPACK PLUS 5 
) SOFTPACK PLUS 6 
) SOFTPACK PLUS 7 



TOTAL: 



RS 30,00 
R$ 39,00 
R$ 44,00 
R$ 39,00 
R$ 25,00 
R$ 14,00 
R$ 28,00 

R$ 



Preencha Seus Dados: 



Nome: 



Endereco: 
Cidade: _ 
CEP: 



Estado: 



Tel. 



Para pedidos por carta, envie-a registrada, para: 

Laercio Vasconcelos Computacao LTDA. Caixa Postal 4391, CEP: 20001-970 Rio de Janeiro 



RJ 



Artigo 



Banco de Dados, SQL e 
Fazer Uma Aplicagao 





Roberto Calvet 



a tecnologia de banco de dados vem 
Jm evoluindo. Estamos com sistemas de banco 
j[J^ de dados relacionais de ultima geracao que 
implementam alguns conceitos de 
orientacao a objetos. Estamos com os bancos 
puramente orientados a objetos e com linguagens 
que nos permitem desenvolver ou implementar a 
orientacao a objetos em nossos aplicativos. Como 
tern sido essa transformacao ? Como realmente 
temos desenvolvido nossas aplicacoes ? Como 
podemos criar um aplicativo levando em conta 
todos esses conceitos ? 

Neste artigo iremos trocar algumas ideias e 
conceitos sobre banco de dados, SQL e como fazer 
com que nosso aplicativo seja independente do 
banco de dados utilizado. Existem duas maneiras: 
a primeira e utilizar os comandos de SQL comuns 
a todos os bancos. A segunda, que veremos no mes 
que vem, e encapsular as funcoes de cada banco em 
objetos. Nesta ocasiao utilizaremos os conceitos 
vistos nos dois ultimos artigos sobre OOP. 

BANCO DE DADOS 

E' interessante vermos como o banco de dados 
evoluiu e como o estamos utilizando. Existem 
quatro geracfies de banco de dados. Comecamos 
com os Sistemas de Arquivo. Podemos dizer que 
ele e nossa primeira geracao de banco de dados. Os 
dados eram classificados por categorias ou 
indexados por alguma chave logica. Foi nessa fase 
que se desenvolveu o conceito de registro e de um 
arquivo como grupo de registros. Temos como 
representantes desta epoca o VSAM (Virtual 
Sequential Access Method) e o ISAM ( Indexed 



Sequential Access Method) que rodavam 
em equipamento IBM de grande porte. Alias, 
rodavam nao, rodam ! Ainda temos muitas 
empresas (Spielberg e seu Jurassic Park que 
morram de inveja) com essa plataforma. 



Na terceira geracao temos os RDBs ( 
Relational Databases) que sao os bancos de 
dados relacionais. Aqui temos o aparecimento 
do SQL ( Structured Query Language), o qual 
explicaremos mais adiante e a independencia 
de dados com a interface do aplicativo. 



1 












P 




OODBs 




!.": 














SGBDs Relacionais 




% 












f' : ' 




Sistemas Hierarquicos 




I" 












Sistemas de Gerenciamertto de Arquivos 




IS 


1 1 1 i 


! 


i 


1 

1960 


1 1 1 1 1 
1970 1980 1990 2000 


1 
.If? 



A seguir, com a necessidade de uma 
maior capacidade e a compreensao de que o 
sitema de arquivos era um instrumento 
rudimentar, surgiram os SGBDs ( Sistemas 
Gerenciadores de Banco de Dados). Neles 
as modelagens eram sempre orientadas aos 
registros, com uma unica por?ao de dados 
em cada campo. Esse modelo foi chamado 
de hierarquico. Foi neste momento que 
nasceram os conceitos de controle 
concorrente(i.e.variosaplicativosacessando 
simultaneamente o mesmo banco de dados), 
backup, recuperacao, seguranca, etc. 






!. *umm 



Artigo / Banco de Dados 



O formato relacional (tabelas, linhas e 
colunas) e simples e facil de entender. 
Quando os bancos de dados relacionais 
sao projetados, o processo de 
normalizac5o pode ser aplicado. A 
normalizacao elimina redundancias no 
banco evitando que partes dele estejam 
fora de sincronia e minimiza a quantidade 
de dados armazenados. Isso e uma 
vantagem sobre os sistemas anteriores. 

Atualmente, a maioria das empresas 
utilizam os bancos de dados relacionais. 
Ndo o cldssico, que e passivo 
(armazenamento de dados independente 
dos processos) mas o ativo, que e a 
ultima geragao de banco de dados 
relacionais. Podemoscitarcomoexemplo 
as ultimas versoes do Oracle, Sybase e 
Informix, os mais conhecidos dentre 
outros. 

bando de dados ativo toma certas 
agoes, automaticamente por assim dizer, 
quando uma operacao de insercdo, 
atualizagao ou exclusao e realizada. 

Essas novas versoes de RDBs possuem 
a mesma estrutura basica de banco de 
dados relacional, mas o sistema 
gerenciador do banco de dados e alterado 
para incluir controles de seguranca, de 
integridade ou computacOes automaticas. 
Muito utilnumambientecliente-servidor 
em que os clientes sao desconhecidos, 

Recentemente, entretanto, com a 
aumento da complexidade e variedade 
dos dados, o modelo relacional comegou 
a nao atender . Veja, os bancos de dados 
relacionais ainda sao os mais indicados 
para aplicacdes , como contabilidade, 
tipicamente transacionais. Nelas os tipos 
de dados sao simples e na maioria 
numericos. Mas, para dar suporte a 
programacSo orientada a objetos (OOP), 
a sistemas de IA (Inteligencia Artificial), 
a aplicac6es CAD (Computer Aided 
Design - projeto auxiliado por 
computador), entre outros, surgiram os 
bancos de dados orientados a objetos ou 
OODBs (Object-Oriented Databases). 

ALGUMAS CARACTERISTICAS 
DOS OODBS : 

1 . Melhor desempeitho que banco 
de dados relacionais. 

Os objetos do banco se referem uns aos 
outros utilizando ponteiros. Este recurso, 



obtencao do objeto porpercurso, e muito 
mais rapido do que urn join de tabelas em 
um banco relacional. 

Ele tambem ganha em velocidade na 
forma de armazenar os dados em disco. 

2. Banco de dados ativos 

Os objetos sao ativos. As solicita^oes 
fazem com que os objetos executem seus 
metodos (como vimos nas duas ultimas 
edi^oes). 

3. Armazenamento de grandes 
objetos binarios 

Pode-se armazenar som, video, 
arquivos de voz e imagens, tipos de dados 
abstratos definidos pelo usuario, etc, 

4. Persistencia de dados 

E a criacao de objetos que sobrevivem 
ao processo que os criaram. Isso ja pode 
ser encontrado, de certa forma, em alguns 
bancos de dados relacionais de ultima 
geracao. Eles sao chamados de Stored 
Procedures (procedimentos 

armazenados). Esses processos sao 
codigos, como se fossem pequenos 
programas, que ficam associados aos 
dados no banco e podem ser ativados por 
nossos aplicativos. 

BANCO DE DADOS 
RELACIONAIS X BANCO DE 
DADOS ORIENTADOS A OBJE- 
TOS 

Nao podemos decretar a morte do 
banco relacional. Muito pelo contrario. 
Em alguns ambientes predominant os 
objetivos dos bancos de dados relacionais. 
Em outros, como vimos acima, o banco 
relacional nao atende adequadamente as 
necessidades e os banco orientados a 
obj etos entram em cena trazendo maiores 
vantagens. 

Quando se deseja avaliar uma 
tecnologia de banco de dados sobre a 
outra, e necessaria a compreensao do 
processo de desenvolvimento dos 
aplicativos em questao. O leitor deve ter 
em mente que este processo nao e 
generalizado. Uma tecnologia de banco 
de dados nao e capaz de satisfazer a todo 
o universo de aplicativos que existem, 

A tendencia e que ambos os bancos 
coexist! rao.O relacional tern por objetivo 
a independenciados dados, Nele, os dados 



sao normalizados para que possam ser 
utilizados por processos ainda nSo 
previstos. O baseado em objetos tern por 
objetivo suportar classes com 
encapsulamento eutilizar os dados atraves 
dos metodos desenvolvidos. Ele tern 
independencia de classes, e nao de dados. 

SQL 

SQL (Structured Query Language) e 
uma linguagem padrao para o 
gerenciamento de banco de dados embora 
seu nome encerre uma contradicao : ela 
nem e uma linguagem estruturada e nem 
serve apenas para pesquisa de dados. 

Com o SQL podemos realizar : 

1 - de integridade de transacoes 

Recuperagao de informagoes; 

2 - Criagdo de bases de dados; 

3 - Seguranga de acesso; 

4 - Manipulagao das bases de dados e 

Controle. 

Caso o leitor nao saiba, existem ainda 
SQL2, que e o fruto de uma revisSo feita 
em cima do SQL em 1992 e o SQL3. 

Vale a pena falar um pouco do SQL3. 
Ele ainda esta sendo desenvolvido e com 
data provavel de conclusao para 1998. 
Entre outras novas caracteristicas esta a 
de suportar objetos e fungdes. Veja o 
exemplo abaixo : 

SELECT NOME,ENDERECO FROM CUENTE 
WHERE CUENTE.VOLUME_COMPRAS_ANO() >= 30 

A classe CLIENTE esta sendo acessada 
por um SELECT que permite na clausula 
WHERE a chamada de uma funcao 
(VOLUME_COMPRAS_ANO( ) ). 
Temos aqui um exemplo de um metodo 
encapsulado que calcula o valor que sera 
utilizado no processo de selegao. 

Como Fazer Uma Aplicacao Universal 
- primeira abordagem 

Podemos dizer que quanto mais nossa 
aplicacao for independente do ambiente 
melhor. Isso e uma garantia de que voce 
poderautiliza-laemdiferentesplataformas 
(i.e. tipo de rede, banco de dados, hardware, 
etc.) com um minimo de aborrecimento 
(dizer nenhum seria exagero). 

Quando desenvolvemos um 



Arigo / Banco de Dados . ..... 



aplicativo que acessa urn banco de 
dados, seja em que Hnguagem for, temos 
a tendencia de utilizar em nossas 
funsoes de acesso ao banco comandos 
de sql que sao particulares destes. Isto 
e vantajoso se voce estiver, por exemplo, 
desenvolvendo um sistema para uma 
empresa que ja possui ou vai comprar 
toda uma estrutura de banco de dados, 
rede, etc. Neste caso, vale a pena voce 
utilizar todos os comandos que este 
banco vai lhe oferecer. Na maioria das 
vezes eles realmente aumentam a 
performance ou facilitam o acesso aos 
dados. 

Abaixo vemos um exemplo de uma 
particularidede do Oracle. 

SELECT NOME, ENDERECO FROM CLIENTE 
WHERECUENTE.VOWME_COMPRAS_ANO() >= 30 

A tabela DUAL no Oracle permite 
que se facam contas rapidas e outras 
operacdes sem envoi ver dados de tabelas 
ou views. Esse e um exemplo de como 
se ganhar em performance utilizando 
uma parti culari dad e de um banco de 
dados. Se fossemos realizar este 
comando SQL da maneira convencional 
teriamos que colocar no lugar de DUAL 
um nome de uma tabela qualquer. Neste 
caso todas os registros da tabela seriam 
percorridos sequencialmente para 
depois o calculo ser realizado. No 



exemplo, teriamos essa resposta mais 
rapida porque a tabela Dual nao possui 
registros. 

Pois bem. Nessa primeira 
abordagem, se queremos que nossa 
aplicac5o acesse qualquer base de 
dados, o que devemos.fazer ? Simples. 
Iremos utilizar apenas os comandos 
de SQL que sao comuns a todos os 
bancos. Por exemplo, se existe um 
banco que suporte apenas nomes de 
ate 8 caracteres entao, nosso sistema 
usara apenas nomes de campos com 8 
caracteres. Se existem bancos que nao 
suportam OUTER JOIN, entao 
tambem nao o utilizaremos. Mesma 
coisa para Triggers ou Stored 
Procedures. 

Desse jeito, se quisermos que nossa 
aplicacao acesse qualquer banco via SQL 
padrao, teremos que usar apenas os quatro 
comandos basicos de SQL. Sao eles o 
SELECT, INSERT, DELETE e 
UPDATE. 

Existem duas restricoes para o 
SELECT: 

1. Evitar a utilizacao de subqueries 
(um outro SELECT substituindo a 
expressao da direita de uma clausula 
WHERE) : 



SELECT GERENTES.NOME, 

GERENTES. DEPARTAMENTO 
FROM EMPREGADOS 
WHERE GERENTES.COD NOT IN 

(SELECT PROJETOS. GERENTEjCOD 

FROMPROJETOS 

WHERE PROJETOS.CONCLUIDO~"N"J; 

2. Evitar o uso de campos calculados 
com excecSo de MIN, MAX, COUNT e 
SUM que sao comuns a todos os bancos. 

Com certeza essa primeira abordagem 
nao e suficiente para o nosso trabalho. 
Serve apenas para pequenas aplicacQes 
se a utilizarmos sozinha. Na proxima 
edicao veremos como fazer a apltcac5o 
acessar qualquer banco usando tudo o 
que ha nele. Inclusive todas as suas 
particularidades. 

Utilizaremos esses comandos de SQL 
comuns a todos os bancos para criar os 
objetos de acesso generico e criaremos os 
objetos de acesso especifico com as 
funcoes particulares de cada banco. 

Lembra quando falamos de 
encapsulamento ? 



Roberto Calvet (rcalvet@pobox.com) e 

Analista de Sistemas da N. V. Consultoria. 
A tualmentepresta servicopara aXEROX 
do Brasil. 



Gestor Comercial 

Super controlc de estoque com fontes 
em Clipper para PC XT ou AT ate 486 e 
Pentium. Lista de procos com percentu- 
ais tie desconto ou acrescimos intro- 
duzidos pelo usuario. Lista de falta em 
estoque com indicacao de fomccedor- 
Tone. Lista de entrada. Lista de saidas 
com lucro por item, lucro total do dia e 
total por vendedor. Emissao de cupon 
com descricao do it&n, preco. etc.. 
Alteracao em loie. Emissao de etiqueta 
do item. Ajuda HELP na tela e dezenas 
de outros recursos. Quatro disquetes de 
5.1/4" DD. R$ 30,00. Tambem mala- 
direta (cadastro dos disquetes) R$ 20,00, 
e Contabilidade (S disquetes, atualizado 
para lei 8383. excelente). R$ 30,00. 
Todos com fontes. Envie cheque nomi- 
nal a INFODATA Informatica Ltda.. Cx. 
Postal 1224, Sao Paulo, SP, 0105^970, 
faca pagamento atraves de deposito 
hacario ou use seu cartao de credito visa. 
Tels. (011) 259-8169 e 259-6399. 



Aprenda 

Informatica 

sem sair de casa 

Apostilas 

MS DOS 6.2 basico 
RS 15,00 

MS WINDOWS 3.1 hasico 
RS 20,00 

MS WORLD 2.0 basico 
RS 20,00 

Envie cheque nominal a RAF In- 
formal icj Telecoimmicavoes Ltda 
Caixa Postal 77 - Ccp: 13.3 13 000 
Cabreiiva - SP 
Konc (Oil) 7809-7787 



PARA 

ANUNCIAR 

EM 

MICRO 

SISTEMAS 

LIGUE 

(021)280-1086 




a 
d 

I 9 



rtwp 




Envie seu pedido para: 

Rua Lourenco Ribeiro, 124-A 
20050-510 Rio de Janeiro - RJ 
Tel/Fax: (021)280-1086 



LANQAMENTO T LANQAMENTO 




la^T^r^F.',.;^ 








m 


^NffllSlilllli 




Bp9 

wSBMSmik 

INflHil^li 


*$$w 


WSfw^J 


*•■' ■■* 




Shirky, Internet - Gula 
de Acesso por Correio 
Eletrdnlco 

Desvenda o misterio do 
acesso a Internet para os 
assinantes de servifos de 
comunicagao online. 
Mostra como ampliar sua 
cortta de correio eletr&nico, 
e os requerimentos de 
hardware e software, 
274 pigs. / R$ 37,00 

Tauber/Kienan, 
Navegando pel a 
Internet com o 
Netscape 

Ensina a configurer e 
utilizar o Netscape, o 
melhor browser da 
Web. Proporciona total 
seguranca as suas 
operacQes de credito 
na internet. 
352 pags./R$ 39,00 

Brass, Fitness - Seu 
Preparador Fisico Particular 

Fornece todas as informa- 
goes que funcfamentam a 
filosofia de "boa forrna total" 
a proporciona os conheci- 
mentos tec ri cos necessarios 
para que voce possa projetar 
e se manter fiel ao seu 
programa de exercicios, 
108 pigs. / RS 58,00 

PCLL, Desvendando o 
Excel 5.0 for Windows 

Ferramenta de 
aprendizagem ao estilo 
livro-disco interativo, com 
comprovada eficacia 
at raves de amp la 
pesquisa e experiencia 
nos EUA. 
648 pigs. / R$ 45,00 



Baker/Baker, 
Pagemaker 5 for 
Windows 

Apresenta um tutorial 
passo a pas so para 
dominar os diversos 
recursos deste popular 
programa de editoragao 
324 pagsjR$ 35,00 



MorgarJo/Ooczy, Coral 
DRAW 4 para Designers 

Mostra como funciona na 
pratica di&ria o uso do 
Corel na criagao e 
desenvolvimento de 
projetos voltados para o 
design. Exemplos de todos 
os recursos. 
868 pigs. / R$ 60,00 




IBPI, Windows 3.1 

120pags./R$ 12,60 



IBPI, WINDOWS 95 

Lancamento previsto 

Nov/95 



IBPI, Internet 

Lancamento previsto: 

Nov/95 



IBPI, DOS 6 
124 pags./R$ 12.50 



IBPI, Word 6.0 
for Windows 

136 pags./RS 21,00 




IBlCEL 





LANQAMENTO 




LANQAMENTO 



visual 




IBPI, Clipper 5.2 

148 pags./R$ 17,00 



PCLL, Desvendando 
o Windows 95 

Apresenta novas 

tecnicas de ensirto, 

atraves da realizagio 

de atividades praticas, 

utilizando o disco 

incluso. 

352 pigs. I R$ 39,00 



PCLL, Desvendando o 
FoxPro 3.0 

Fomece os pontos de 
referenda para que voce 
possa mapear o seu 
prog res so e se manter 
num curso sempre seguro 
Inclui disco, 
352 pigs. / R$ 49,00 




ERPOINT 



IBPI, Excel 5.0 

(revisado) 

128 pags./R$ 20,00 



!)t 40 _ 20 

m ^m mm rr 



:cess 





IBPI, CorelDRAW 5.0 

304 pags./R$ 32,50 



PCLL, Desvendando o 
Microsoft Office 

Ensina a utilizar o Office 
com rapidez e eficiencia, 
transmitindo novas 
tecnicas atraves de 
exemplos praticos 
contido's no disco. 
256 pigs. /R$ 42,50 



PCLL, Desvendando o 
Access 2.0 

Apresenta comandos 
em portugues, incluindo 
disco com iniimeros 
exemplos Mais 
complete obra em 
nosso idioma sobre 
este produto, 
344pags./ R$ 46,00 



IBPI, PowerPoint 4 

142 pags_/R$ 21,00 




IBPI, Access 2.0 - 
2" Edi^ao 

160 pags./R$ 21,00 



PCLL, Desvendando o 
Word 6.0 for Windows 

InstrucQes praticas para 
ajuda-lo no alcance de 
um alto nfvel de domfnio 
no Word for Windows, 
Inclui disco. 
488 pigs, / R$ 46,00 




PCLL, Desvendando o 
Lotus 1-2-35.0 para 
Windows 

Aborda todas as 
tecnicas e comandos 
do programa, suas 
planilhas, bancos de 
dados e tabelas 
Inclui disco. 
348 pigs. I R$ 43,50 



n 



Garantia IBPI Press 

Se algum livro nao corfesponder 
as expectativas, devolva-o em 30 
dias (da data de aquisigao), que 
garantimos o reembolso. 



Desejo adquirir as obras abaixo: 



.^_ 



~l 



Qtde. 



Titulo 



Preco Unit. Valor Total 



Nome: 



Subtotal 
+ despesas 
postais <R$ 5,00) 



R$ 



Endereco: 

Bairro: 

CEP: 



Cidade: 



Tel: 



Estado: 
Fax: 



L 



Forma de pagamento. 

D Cheque nominal e cruzado a LIVRARIA E EDITORA INFOBOOK S/A 



_l 



Artigo ....... 



HTML 















*Z— espantoso ver como cresceu o interesse por 
MP paginas WEB, e consequentemente por 
m*j HTML, nos ultimos meses. Praticamente 
qualquer um tern uma homepage (as vezes 
nao ter chega a ser ofensivo !)... E de repente as 
grandes, m6dias e ate" pequenas empresas descobrem 
a rede ! 

Claro, a Internet 6 uma das midias que mais 
cresce no Brasil e no mundo. E natural que se deseje 
explorarapotencialidadedaredeparaapropaganda, 
especialmente no Brasil, onde as classes atingidas 
seriam as A e B. 

A velocidade com que surgiram tantas p&ginas 
suscita duas perguntas: 

1) O que 6 necessano para criar uma homepage? 

Basicamente ? HTML ! ! ! 

HyperText Markup Language (HTML) 6 uma 
notacao de marcas de editoracao (markups) que dao 
forma a um documento qualquer. Nao considero 
HTML uma linguagem de programagao, porela nao 
possuir estruturas de controle de fluxo ou comandos 
de qualquer tipo. Prefiro dizer que nao existe um 
programa HTML mas sim um documento HTML. 

Quando acessamos uma pagina WEB o fazemos 
por meio de um software chamado browser. 
Independente de que computador voce esteja 
utilizando (PC, Mac, etc), seu browser tern como 
funcao basica carregar uma pagina HTML para seu 
micro emontar sua apresentacjlonatelarespeilando 
os markups estabelecidos. Seu browser € o cliente 
de um servidor WEB que esta na Internet. 



Cada markup encontrado pelo browser 
diz a elc alguma coisa sobre o texto, ou 
parte do texto, que est£ no documento, 
Desde se aquela linha devera estar em 
negrito at6 se deverd conter um grafico ou 
uma referenda hiper-texto. 

Existem markups de estilo, que alteram 
a apresentapao de textos (negritos, 
sublinhados, etc) dentro de um documento, 
e markups de estrutura, que alteram a 
estrutura da apresentacao do texto 
(inserindo imagens, refer^ncias hiper- 
texto, campos de entrada de dados, 
formatando o texto em blocos, etc). 
Juntando todos os markups nao temos mais 
do que 80 marcas de estilo/estrutura 
diferentes. 

Portanto, dado o conhecimento de alguns 
markups basicos, 6 muito simples criar um 
documento HTML. Um texto comum, sem 
markups pode ser uma pagina HTML... 

O objetivo deste documento nao € ensinar 
HTML, portanto, caso haja interesse em 
mais informagoes sobre HTML, sugiro 
visitas as paginas do quadro 1. Interesses 
mais profundos podem ser saciados na 
pr6pria rede, pesquise com o Yahoo! . E, 6 
claro, estou a disposic. So em meu endereco 
e-mail !!! 

2) Todas essas empresas cstavam 
preparadas para apresentarem suas 
person alidades virtuais tao rapidamente ? 



Um Breve Manual de Zft^jjlj 

Carlos Eduardo Souza Lopes ['-."'. jii; : \'i .L i- 





'< C-^I^SS^^f- 


^v^isffil 




"~J: •„..j-.; i ;Sf:.v5r;.v. 


•*«:• ..';i~ ' -r ...-•• | 


*'.*."" 


■'■r^.-M'^csi^. . 


;': i ! vzAzh';x?-h&Zix3 


P»u 


.»j^: , ,i«».''.:vr 


\ r£SnrS^«l 


i 


"\\ m y \ ~\ ; * T .". 


••^M"?H 








I -.;••.- 




"•5 U 2?"V| 






'".'i.:; : -:"il.'..-:.,: 








i-lt 


-?.■?**£ .. ,-. •«••••< ,..-,. 


•' .:•' if ■■• ~; '.] 


c. ■. 


■ '■ ■■■ £;~i- 


." ' . "■ .! 










~": T :~~.i?z : . : \".j'.~'':~;.; ; 


. ..... -"-•' •' *=j 


i .. .. 




. ... ...* ^.i 




Jl-^jjaBKaaajr--'*- 






, .„„,, »-.i»'-._ 


iJ— .. .. .,„' . • i 


lu.u. 




-.';■ -i.Ki|i.ii:h v :H:J^ 


t •*** 




,.\-a * j--'-" •'*"'•• *•! 






.--...., ,• •'■.'•. ■"■ ""??% 








j 


w*** .'..*.* Y- ^^Zj^r?*™" 






'.. .".'■ ■:, -j.'.. 1 .' -i'l- ''■ ■ '■"■' 


%r§5s^^?5rxj 




■■■ —:■?"• :~ :::~.t.:.. 


. .. ." "" * J-'-"? - ■ 




\- •.»'• '.* *.-.-' rv-r*"'?-'; 


;',.Um"' •''•'•''•'• . 1 




' . ^.^jji^. ... 


-!>.]..-'.' '." •'•■'•" ' v "j 




.. .: j'.u i .>;«.• _.s;.ii"w.<2"".. 


: wj"/.«.;«./~. ..•^ l .i«.;.J 


! ;: 


'"~" -•;•"•• ~, l.v 


\ ' : s?l~ - .. :.*. . k ", , "'::"'•" ' ' ] 




j— l,,.„ T .~ r :i^ r x!r 




i'V~ 


'-'. C 


.'■■ : : ;.' : .. : . '■:;" ■;! 












■■■■■"■ ,;:';'.. /:■■■;■) 




^ .,._•,.. ^ 












.. -: =f^$^ 




Lv.'i 


\: £'Z'£-S t Zt'~***2\~s- •^"^'V 


tfir*rr , *i?^'^&£-«.\x£ > : .*.'| 


t:" : * 




'''•f^v*^:-;^ 



Artigo /HTML - Um breve manual de Estilo 



Todas essas paginas criadas sao "bacanas" ? 

Por HTML ser extremamente simples, 
foi facil para todas as empresas colocarem 
rapidamente suas paginas a disposi9ao 
do publico. 

Mas velocidade nao implica em 
qualidade... 

Algumas paginas sao lindas... mas, 
sobrecarregadas com graficos e lentas 
para montar no browser (ja acessei 
paginas que levaram, pasmem, 7 minutos 
para montar). 

Outras paginas sao velozes. . . mas sem 

nenhum graTico para despertarointeresse 
do usuario. 

Para piorar, o conteudo, ou ausencia 
de conteudo, da maioriad impressionante. 
Se limitam a dizer: "Oi, sou o fulano. 
Gosto dos seguintes sites...". 

Enfim,conhecerHTMLparadisporabilizar 
uma pagina na WEB nao implica em criar 
uma pagina agradavel ou pnltica. 

Como atingir o equilfbrio ? Como 
criar uma pagina que chame a atencao 
mas que nao aborreca o usuano ? 

Algumas boas dicas para que sua 
pagina tenha uma relacao interesse/ 
performance "bacana" sao: 

01) Conteudo. 

Imaginar que uma pagina vai prender 
a atencao de alguem porque tern aquele 
desenho tao legal que voce fez quando 
tinha 3 anos de idade e, como se diz na 
giria, "viajar". 

Sua pagina sera acessada porque: 

a) Tern referencias a outras paginas 
interessantes de forma organizada. 

b) Tern um contetido interessante para 
um ou mais grupos distintos 
(programacao, direito, medicina, 
veterinaTia, culinaria, azaracao, internet, 
etc). 

c) E con stan tern ente atualizada com 
informacoes interessantes e novas. 

d) E um marco das paginas WEB no 
Brasil e no mundo. 



Muito provavelmentenumaconjuncao 
de fatores acimae muito improvavelmente 
pela alinea "d" (ainda que isso nao seja 
totalmente impossfvel; faca um esforco e 
me mande um e-mail com o enderetjo de 
sua pagina). 

Uma coerencia da linguagem utilizada 
com o conteudo 6 mais do que bem- 
vinda. Se seu projeto 6 uma pagina 
pessoal, torne-a algo que espelhe suas 
caracterfsticas pessoais. Um curriculum 
vitae on-line deve ser sucinto. Uma 
apresentagao de uma empresa deve ser 
direta, sena e honesta, 

02) Evite usar comandos que alterem a 
fonte de letra. 

Com excecao dos comandos que geram 
cabecalhos e portanto redefinem o 
tamanho de letra, considero muito pouco 
(itil e bastante deselegante ter, no meio 
do texto normal, letras agigantadas ou 
infmetesimais. Dificulta a leitura !!! 

Estude com carinho uma nova 
implementacao do HTML 3, as style- 
sheets, podem ser a safda para lhe dar 
mais conlrole sobre a aparencia de seu 
documento. Talvez falemos mais sobre 
isso, algum dia... 

03) Paginas com comeco e fim, bem 
estruturadas. 

Como qualquer texto normal, uma 
boa pagina tern um comeco bem 
apresentado (com um titulo claro, 
podendo ser um grAfico), e uma 
finalizacao coerente e bem delineada (um 
separador e o nome / e-mail de quern fez 
a pagina). 

Uma pagina deve ser encarada como 
uma publicacao normal. Pode ter um 
pequeno indice (em formato de indices 
ou pequenos botdes), resumos, listas 
numeradas, etc. A estruturacao permite 
uma maior flexibilidade na leitura, isto 6, 
o leitor escolhe o que quer ler ! 

04) Utilizar os graT icos para reforcar o 
conteudo. 

Acrescer graficos apenas para 
preencher espaco, gerar tftulos ou 



separadoresdesnecessariosedesperdicio 
de tempo do usuano. 

Os graTicos devem ser, principalmente, 
uma ferramenta de apoio ao conteudo do 
documento. 

05) Nao utilizar gr&ficos em demasia 
ou muito grandes. 

O usuario nao se incomoda de esperar 
se houver alguma coisa para ele ir 
olhando. Se ao invds de um unico graTico 
de 350 Kb, a pagina tiver varios graTicos 
de 15 ou 20 Kb (tamanho que considero 
limite para processamento confortavel) 
bem localizados, a espera se torna menos 
angustiante. 

Pelo-amor-de-Deus !!! Nao coloque, 
em nenhuma hio6tese . backgrounds de 
pagina enormes... (graTicos que s3o 
utilizados para fazerem um "wallpaper" 
da pagina WEB) O carregar de graficos 
normais pode serdesabilitado via browser, 
mas o de backgrounds nao pode. Uma das 
coisas mais frustrantes que pode acontecer 
com um usuano acessando uma pagina 6 
aguardar 2 minutos para ver o fundo da 
pagina ser montado ! Para backgrounds 
considero de bom torn utilizar graTicos 
com de 3 a 6 Kb. 

Valeapenalembran graTicos coloridos 
ocupam mais espaf o que graTicos preto- 
e-branco ou "gray-scale". O ideal para 
fotos 6 o preto e branco. 

06) Utilizar graficos no formato .GIF, 
preferencialmente entrelacados. 

Um dos efcitos mais desagraddveis da 
montagem de uma pagina 6 o "efeito 
persiana descendo". Quando um graTico 
esta sendo carregado, se ele estiver num 
formato qualquer nao entrelagado, ele 6 
carregado de cima para baixo e 
apresentado lentamente como uma 
persiana descendo. O usuario nao 
consegue avaliar se vale a pena esperar 
pelo grafico ate surgir pelo menos a 
metade, e 6 obrigado a esperar... 

No formato entrelagado o graTico e 
montado com um "efeito persiana 
vazando", onde o graTico e montado 
lentamente, na sua totalidade, e a cada 
passagem a resolucao da imagem vai 
melhorando. A grande vantagem e que, 



Arigo /HTML - 17m breve manual de Estilo . . . 



durante o carregar, o usuario ja tern uma 
nogao de se vale a pena continuar 
esperando para ver o grafico ou se deve ir 
adiante. 

07) Nao fazer referencias demais na 
mesma pagina. 

Seissofornecessanoprefiraconcentra- 
las em um s6 lugar na pagina (ao final do 
texto por exemplo), evitando aqueles 
paragrafos enormes e completamenteazuis 
de tantas refer&ncias ! ! ! 

S eparagao por tipos de referencias pode 
ser uma excelente idela. Se for uma Hsta 
de paginas pessoais, pense em dividir em 
ordem alfab6tica criando jumps para o 
inicio de cada letra. 

OS) Nem toda referenda obriga a 
abertura de uma nova pagina. 

E incrivel, mas a maioria das paginas 
que acesso parecetersidofeitaporpessoas 
que nao acreditam nisso. Cada referencia 
chama uma nova p&gina com mais 
graficos a serem montadados e uma nova 
estrutura de apresentagao. 



Na verdade, pode-se fazer uma 
referencia para um outro ponto do 
documento atual (jump), aproveitando 
todos os graficos jacarregadose inibindo 
um novo acesso a rede. 

Vantagem ??? O inicio da pagina foi 
carregado e montado e o usuaric esta 
lendo, enquanto isso os graficos ao final 
da pagina estarao sendo carregados e 
montados. Quando o usuario chegar a 
referencia em questao, os graficos ja 
estarao aguardando por sua selecao em 
mem6ria. Em outras palavras menos 
acessos a rede, melhorando o trafego 
para todo mundo ! 

Deve-se estudar o uso desse tipo de 
referencia com cuidado. O ideal € que a 
leitura da pagina linearmente (do infcio 
at6 o fim) nao seja prejudicada pela 
existencia desses "pulos". Os assuntos 
que estao rcpresentados numa p&gina 
devem ser nao s6 correlatos mas 
linearmente claros. 

09) Nao utilozar arquivos de som 
monstruosos. 



http:// www.openliiik.coin.brO simples e eficiente (com utilizacao de som ao fundo). 



http://www.dnx.com/maio.litml 



Pagina de deseovolvedores HTML/Java americanos 
: de altissimo tuveli Visile algumas 5 paginas pesspais - 
dos desenvoivedores, y . , ; : 



http://www.yahoo.com 
http://www.stones.com 



Hbrms divefsbs e um} grands passetb '!'■'"' : I ; ; "' 

Para os fas do Rolling Stones* mas principalmente para 
demonstrat o bom uso de graficos dfehtto de um contexto. 



;httpt//www.ci.mp.br/si Yaih, o Yahoo nacibnai. Simples e direto. 

Mnps.eom.br/'*ca fiscplhi um xara no Yaih e 

dei uma olhada na pagina dele., Simples c eficiente. Usa 
thumbnails (figiiras pequenasque chamam Sua-versao full, .*■ 
excelente- mas infell^meftteasimagensnaoefitaoenfrelafadas. 
gerando o desagrad^velefeitopci;sianaJi podia ter umpanode ? 
fundo... Ah, o ^immeiman e artista pl^stico e acbei 05 
trabalhos expostos muUo legais. EM INGLES. T _ 

http://www.icmscsc.usp.br/manuaIs/HTIVIL Um tutorial HTML on-line na USP. Se 

voce tinha duvidas quanta aos markups... Tenha paci^ncia 
'%■' . pois o acesso e qiuuuuuito lento iObserve-:$e a "wtili^ao de 

*'-=,'.■ * indice e estrutura^ao tipo publicacao.., , 

http://www.synet.net/bwg/ HTML Writers Guild. Aqui diversos desenvolvedores HTML 

do mundo todo se encontram, trocam ideias e se ajudarn!!. 



E possivel especificar, para um 
documento HTML, que ele devera ficar 
tocando um determinado arquivo .WAV 
(sinto muito pessoal do Mac, sou usuario 
PC e nao sei se os arquivos de som de 
voces sao compativeis) enquanto o 
documento for exibido. 

O arquivo tera de ser transferido para 
seu micro e posteriormente acionado. 

Por favor, contenham os impetos de 
disponibilizar arquivos com toda uma 
musica do Legiao Urbana. Um arquivo 
de som com 36 segundos de musica 
ocupou em meu micro 6 Mb ! ! ! Nao gosto 
nem dc pensar na carga de um arquivo 
desses com um modem de 14.4Kbps e 
nossas linhas telefonicas... 

Alias, em minha modesta opiniao, 
arquivos de som pouco acrescentam a 
uma pagina WEB. Normalmente eu os 
utilizaria na forma de um arquivo 
acionado peto usuario (assim , se o usuario 
quiser, pressiona um botao ou ativa uma 
referenda e ouve o som uma vez). 

10) Conhecer outras paginas. 

Antes de escrever sua pagina, visite 
outras que tenham conteudo similar: 

a) Como voc§ teria feito essa pagina que 
voce esta vendo ? 

b) O que poderia ser feito para melhorar 
esta pagina ? 

Eventualmente, uma contribui^ao 
numa pagina que ja tratc de um 
determinado assunto 6 melhor do que 
criar uma pagina toda do zero. Converse 
com o dono da pagina, faca sugestOes, 
pergunte. A internet e" fundamenlalmente 
calcada na cooperagao. 

Sites dc pesquisa podem ser uma boa 
fonte de informac.ao. Visite o Yahoo!, o 
Alta Vista, etc 

11) Adequacao da lingua utiiizada. 

Quern 6 seu publico alvo? Brasileiros 
? Americanos ? E importante saber que 
Kngua utilizar. InglSs t a lingua oficial 



-*. 



• Artigo/HTML - Urn breve manual de Estilo 



da rede, mas se sua pagina 6 voltada 
apenas para brasileiros... 

Eventualmente 6 necessario manter 
varias versoes da pagina, em Hnguas 
diferentes. O ideal 6 que exista uma 
pagina de introducao com a solicitacao 
de escolha de lmgua a ser utilizada. 

12) Contadores de acessos. 

Nao e* frescura. O contador de 
acessos a sua pagina 6 essencial para o 
controle do alcance que sua pagina 
yem tendo. Uma medico mensal pode 
informar sobre a necessidade de maior 
divulgacao. 

13) Divulgacao. 

Ainda que nao pareca ser escopo 
deste documento, a divulgacao pode 
ser considerada como parte essencial 
de qualquer pagina. A pagina mais 
perfeita sera" ignorada se nao puder ser 
encontrada ou se ninguem souber que 
ela existe. 



Informe as paginas de pesquisa (jA 
temos o Cade e o Yaih, al6m dos 
conhecidos Yahoo, infoseek, etc), peca 
amigos para fazerem referencias em 
suas paginas pessoais, entre em contato 
com seu provedor e peca a ele para ser 
inclufdo na lista de paginas pessoais, 
imprima em seu cartao o endereco de 
sua presenca virtual e seu e-mail, 
coloque em seu arquivo de assinatura 
do seu programa de e-mail o endereco 
de sua pagina, assine guest books de 
outras paginas dando o endereco de 
sua pdgina, etc 

Para maior controle do cfeito que 
sua pagina esta tendo, peca 
comentados. E mais do que pedir, 
aceite-os !!! 

Nenhuma regra e" absoluta, pois 
cada caso 6 unico e merece 
atencao especial. Sinta-se a 
vontade para experimentar e 
quebrar todas essas "regrinhas" 
acima se achar necessario. Elas 
sao apenas guias. 



Claro que existem paginas que nao 
podem ser feitas somente atrav^s de 
HTML, por envolverem ImageMaps 
(uma imagem que "sente" onde foi 
feito o click do mouse e tern acOes 
diferentes para cada local), ou por 
serem dinamicas (de acordo com a 
selegao do usuario a pagina traz 
diferentes conteudos); paginas 
avancadas podem necessitar de scripts 
CGI-BIN para controlar inputs do 
usuario. Nesses casos o ideal e" procurar 
urn WebMaster que esteja habilitado 
para concretizar suas ideias. Mas 
cuidado, alguns WebMasters que estao 
por af andam se enrolando na teia... ;) 



Carlos Eduardo Souza Lopes 6 

Analista de Sistemas de N.V. 
Consultoria, atualmente lotado na 
XEROX do Brasil, e maniaco por 
Internet. Pode ser encontrado em 
celopes@domain.com.br. 







SERVICOS 

Montagem, Manutencao, aulas, assessoria em micros - Tel. (021)261- 
0969 - Havio/Marcos 

Home Page partir de: Edicao R$ 100,00 . Pag. colocacao R$ 10,00 - 
Manutencao R$ 10,00 / Pag. - Armazenagem R$ 20;00 / mes. Ligue 
292-4498 - cod. 283722 e-mail fagundes @po intweb.com 

Acena video e informatica. Pessoa fisica R$ 15,00 - Fazemos seu 
imposto de renda em disquetes . E so ligar e nos iremos em sua casa. Tel. 
711-1872. Fazemos outros servicos cm computadores. 

Prog, visual, editoracao. Entregamos pronto livros, teses, monografias, 
curriculos, cartazes, cartoes, convites, filipetas, etiquetas, banco de 
dados, mala direta. Tel. (021)292-4499 cod. 28372. 

SOFTWARE 

Jogos de dominio do publico, envie R$ 1 ,00 e receba catalogo eletroni- 
co mais urn jogo (gratis). Despachamos para todo o Brasil. SABA 
Informatica. Cx. Postal 221 - CEP: 94000-970 - Gravatai - RS 

Programas pelo correio shareware - todas as areas. DOS/Windows. 
Inform. Gratis. Todo o Brasil. CME Cx. Postal 37791 - CEP: 22642-970 
- Rio de Janeiro - RJ. 

Software - Jogos e Aplicativos para micros PC. Peca lista gratis pelo 



fax: (041) 232-7959. ou por carta. ECIA System - Cx. Postal 8050 - CEP: 
80011-970 - Curitiba - Parana 

Programas pelo correio Shareware todas as areas. DOS/WINDOWS . Inform 
gratis. Todo o Brasil. CME - Caixa Postal 37791 - CEP 22642-970 RIO - RJ 
Tel. (021) 342-3081 

Sistemas Adm. p/ empresas em geral - Farmacias, Drogarias, Loc. de video, 
padarias. (micro x registradoras) Oticas, comcrcio em geral, outros. Peca 
proposta (021)4096394 Sysdata 

Finalmcnte programas faz tudo: Mala direta, agenda, conta/corrente, signos, 
alimentacao, receitas, calendario, contas, bibliotecas, discos, telefones,. 
Domus - data - riblo Soft (021)988-9131 

Sistema para farmacia - cadastre com mais de 4500 remedios com precos de 
tabela; emissao cupon de vendas; cadastro clientes; fomecedores venda a 
vista/prazo. R$ 180 - FONE/FAX (041)232-7959. 

CURSOS 

Cursos de Informatica por correspodencia. Clipper 5.2; introducao; MS-DOS 
6.0; Lotus 1-2-3; Windows; Word. Informacoes Gratis. CME - Cx. Postal 
37791 - CEP: 22642-970 - Rio de Janeiro - RJ. 

Cursos de informatica por correspondencia. Clipper 5.2, introducao MS - 
DOS 6.0; Lotus 1 2 3; Windows ; Word. Informacoes gratis. CME - Caixa 
Postal 37791 - CEP 22642-970. RIO - RJ - Tel. (021) 342-3081 




Curso 




Eduardo T. Morelli 



■ ^ m nosso Oltimo encontro, voc§ 

M^J fez o seu primeiro programa 

M Jj Delphi: urn formulario contendo 

uma caixa de texto e urn botao 

que, quando clicado, a preenchia com uma 

mensagem muito rara: Ola Mundo. 

Hoje vamos avancar urn pouco mais: 
estudaremoscomoo Delphi tratavarlavels. 
Para quern nao sabe ou nao se lembra, 
uma variavel representa uma posrcao de 
memdria que armazena valores 
intermediaries. 

Volto a lembrar-lhes que, o proposto 
nesta ligao, esta resolvidoem nossaedigao 
virtual: a TOTEC. Mas nao se limitem a 
baixar os programas ja prontos. Mandem 
duvidasl Sugiram! 

3. VARIAVEIS 

Assim que voce pressionou F9 ebrincou 
com seu primeiro apiicativo, o Delphi gerou 
urn cddigo aulomaticamente. que significa 
cada linha deste cddigo magico? Vamos 
analisar, entao, o que vai em 
UOLAMUN.PAS: 

unit Uolamun; 

Interface 

uses 

Syslltils, WinTypes,- WinProcs, Messages, 
Classes, Graphics, Controls, Forms, Dialogs, StdCtris; 
type 



TForml = class(TForm) 

CxtOiaMundo: TEdit; 

BtnOK: TButton; 

procedure BtnOKCiick<Sender: TObject); 
private 

{ Private declarations } 
public 

{ Public declarations } 
end; 



( clausulas de 



var 

Forml: TForml; 
Implementation 

{$R *.DFM) 
compilagao } 

procedure TForml.BtnOKCIick(Sender: TObject); 
begin 

CxtOlaMundo.Text := X)\& Mundo' 
end; 
end. 

que estamos analisando e uma unit. 
Todo o codigo Delphi estara em units. Em 
programas um pouco mais complexos, isto 
e 6timo pois e posstvel dividir a 
funcionalidadeemvariosmodulos.Oprfiprio 
Delphi incentiva esta estratrf/cacaofazendo 
com que para cada formulario corresponda 
uma unit. 

Toda unit e dividida em duas segoes: 
Interface e Implementation. 

INTERFACE 

A primeira contem as declaracoes: nomes 
de outras units necessaries na linkedigao 
(clausula uses), novos tipos (type) e 

variaveis (var). 



''Qbjetfjldosh'l 






Porenquanto, aclausulauses nao 
nos deve preocupar. Mais tarde, 
quando nossas aplicagoes tiverem 
mais de urn formulario, voltaremos a 
falar nela. 

tipo TForml e um espelho de seu 
formulario: perceba a declaragao da 
caixa de texto (CxtOlaMundo) e do 
botao (BtnOK). E veja tambem que a 
rotina que responde ao evento clique 
no botao tambem deve ser declarada. 
Ignore, porenquanto, as palavrasclass, 
private e public. Ainda discutiremos 
muito estas tres palavrinhas. 

Forml 6 o nome da variavel do tipo 
Tforml. Se outras units quiserem 
acessar este formulario, tera que ser 
atraves deste nome. Ja deu para 
notar que Forml nao e um bom 
conteOdo para a propriedade Name 
do formulario. 

Nada impede que houvesse outras 
variaveis declaradas junto com Forml. 
Elas sao ditas globals pois todos os 
procedimentos da presente unit 
podem acessa-las. Tambem podem 
existir as locals, que somente podem 
ser acessadas pelos procedimentos 
onde foram declaradas. 

IMPLEMENTATION 

Na outra secao estao os cddigos 
das rotinas necessarias para realizar 
a funcionalidade do programa. No 
presente caso existe apenas uma 
rotina: TForml. BtnOKC lick que 
atribui a cadeia Ola Mundo a 
propriedade Text da Caixa de Texto 
CxtOlaMundo. Observe que Tforml 6 
o nome do tipo criado na clausula 
type da secao Interlace. 

A liguagem Object Pascal admite 
dois tipos de procedimentos: 
procedures e functions. As primeiras 
caracterizam-se pelo fato de nao 
retornarem valor algum. Isto e o que 
precisamente identifica uma function 
(funcao). Havera muitas 

oportunidades para voltar a este tema. 

Toda rotina, seja procedure ou 
function, tern seu cddigo especificado 
entre duas palavras-chave: begin e 
end. Outro ponto: todo end tie rotina 
deve.ser seguido derponto-evfrgula e 
a unit deve ser encerrada com end 
seguido de um ponto. 



Exerciclo 

Vamos praticar: monte uma 
aplicagao.Somadora, que receba dois 
numeros inteiros e, mediante o clique 
em um botao, mostre a soma: 



; /f Gomadora 



Dirjile doic numcfns e 


cliq 


ue na hotSo; 


|325 


+ 




"~1 


|*59 






u 












! = 


X 












1 1 





Rgurn 1: janela do aplicativo Somadora. 
Siga o roteiro abaixo: 

a) Prepare o que sera a janela de seu 
aplicativo: dimensioned e altere o 
conteOdo da propriedade Caption 

(trtuio). 

b) Insira a etiqueta Dlglte ... 

c) Adicione tres caixas de texto que 
servirao como operandos, CxtOpl e 
Cxt0p2, e para o resultado: 
CxtResult. Esta tiltima deve ter o 
conteOdo da propriedade Enabled 
como false, ja que o usuario nao 
podera digitar nela. 

d) Acrescente a etiqueta cujo rotulo e 
o operador de soma. 

e) Adicione o botao Btnlgual e seu 
c6digo. 

Perceba que o conteOdo das caixas 
de texto sao cadeias de caracteres 
que nao podem ser somadas como 
nOmeros inteiros. Assim, deve-se de- 
clarer tres variaveis locais do tipo 
inteiro (dois operandos e o resultado). 
Utilize as fungoes embutidasStrToInt 
e IntToStr para converter cadeias em 
inteiros e inteiros em 
cadeias, 
respectivamente. Veja 
um exemplo: 
opl:= StrToint(CxtOpl.text); 



. .. Curso / Delphi 



variaveis ditos primitivos, isto e, que 
ja vem com a llnguagem. Existem 
tambem os tipos construtdos pelo 
usuario (Tforml foi um exemplo). 

A tabola no pe da paglna descreve 
esses tipos primitivos: 

Para declarar uma variavel, utiliza- 
se a palavra reservada var. Veja um 
exemplo: 

var opl, op2, result integer; 

Nao se esquega do ponto e vTrgula 
ao final. Ele serve como separador de 
comandos. Alias, os comandos para 
efetuar a soma propriamente dita 
(entre o begin e o end), tambem 
devem ser separados por ponto-e- 
Virgula. 

f) Finalmente, salve o projeto e a 
unit. Que tal usomad.pas e 
psomad.pas ? 

Entao? Voc§ seria capaz de realizar 
as modificagoes abaixo? 

* Restrinja os valores de entrada a 
nOmeros. Pelo help, estude a 
funcionalidade da rotina embutidaVal. 

* Permita a soma de nOmeros reals. 
Para converter, use as fungoes 
StrToFloat e FloatToStr 

* Formate esses nOmeros com a 
fungao Format 

* Implemente as operagoes de 
subtragao, multiplicagao e divisao 
(cuidado com as divisoes por zero!) 

Bom, acho que por hoje ja 
trabalhamos muito. Estou esperando 
suas dOvidasI 

Eduardo T. Morelll 6 Tecndlogo em 
Processamento de Dados pela PUC/RJ, vem 
atuando ha dez anos na £rea de infbrmStica, 
tendo desempenhado fungoes de anafise, 
programacao e, principalmente, treinamento 
em institutes como o SENAC e PUC/PJ, onde 
leciona ha seis anos. Atualmente £ Gerente 
T&cnico da Qualify tnformatica Ltda. 



3BTOOS DE 
VAG30AVEQ3 



Como toda linguagem, 
o Object Pascal tern um 
conjunto de tipos de 



0tM£&0. ,-•'' >^-t 


Tarn 81* 


.." -\:.: ■.',.;; J 0y£:'f-\ j% .J: s;:|^^V;:f;::'-J; : ^^8§;:v.^^ ; : 


WMB&^-" : '^^ 


i^m^T 


-126 £127 


fhtegWiL™v-"'^ :: Vis- 


;i£:^--K' 


•32.7fida.32.767- ■"'"-'L ;.-'•. "'■".'■ : ; -j'. 


i#ri$M/^S?."1'F-t 


0:^jp:;f: 


■#Mf--M3£&*2M%JmM? ' ' '-H' ^''i?'i*,-, 


fiMfl'aiifi,:;/^^ 


'''"■.'■ : V 


^a)$e;iJfDi-; f v^,;; - ; -si ;."" ■;. ; . v -' '«■■* ^'"t^,^. 


i#&v ; '^s^\,»' 


'■■■ »f' ;'.. 


Arma2enI^frabob«A^dl!^ l ' s * ,, /^ i,:K ~ /, '" ; ^ A '§,'* 


Ruaf : 


": ■: 6 '"V 


M§M^MiMyS^&^WS^SSi^^ 


Double 


;i;S|;|x:j 


5«tq-»«*a : ',17.x10»»:. -;=^.;- -"._■: : \ : ;;\I^^. i : }. 


Siring 


tcaracilrs,:; 


^'"^^^'^ : ^^!*S?^ryii^^W^Ki H : ^??i*^^:*^ ;!■- ^^'r^'.:'^:^'/^ S"^^ Zi&'^- '■■ 



Coluna do Laercio 






Como montar seu 
proprw PC 



Laercio Vasconcelos 



OS ERROS MAIS COMUNS 

Se voce nao 6 urn sujeito azarado e se seguir 
a risca as instrucOes dadas, certamente nao tera 
nenhum problema na montagem, assim como 
ocorreu com a maioriadas pessoas quemontaram 
seus computadores baseados em meu livro. Mas 
apesar das informacoes fomecidas para montar 
seu computador estarem certas, e possivel que 
voce encontre alguns problemas, principalmente 
relativos a erros de estrapeamento ou conexOes 
de cabos. Apesar de ser muito raro, i ate mesmo 
possivel que alguma das placas esteja defeituosa. 
Vejamos a seguir alguns desses problemas mais 
comuns. Veja bem que aqui estao explicados 
problemas de montagens que nao dao certo. 
Este roteiro nao deve ser usado para 
computadores que funcionavam bem e pararam 
de funcionar, o que caracteriza um problema de 
manutencao. Sao abordadas aqui apenas algumas 
causas que levam um computador nao funcionar 
ap6s a sua montagem. Aqui vao os principals 
problemas: 

CMOS CHECKSUM ERROR v 

V 
\ 

Ocorre quando a bateria que alimenta o chip 
CMOS, que mant^m os dados do SETUP, esta 
descarregada. £. necessario deixar o computador 
ligado por algumas horas para que essa bateria 
recebacargaparaalimentarochipCMOS durante 
os periodos em que o computador esta desligado. 
Verifique tambem se sua placa de CPU possui 
um strap que habilita o funcionamento e a 
recarga da bateria interna. 



IMPROPER DISPLAY SWITCH OU 
DISPLAY TYPE MISMATCH 

Ocorre quando o strap indicado na placa 
de CPU com o nome de display select, ou 
display type ou monitor type esta configurado 
de forma errada. Esse strap deve ser 
configurado naposicao COLOR, caso a placa 
de vfdeo instalada seja do tipo VGA, SUPER 
VGA, EGA ou CGA. Caso a placa de video 
seja do tipo HERCULES, esse strap deve ser 
colocado na posicao MONO. Esse 
estrapeamento nao tern nenhumarelacao com 
o fato do monitor ser colorido ou nao. Esta" 
relacionado apenas com a placa de vfdeo. 

HDD CONTROLLER FAILURE 

Esta e a mensagem genenca que aparece 
quando o disco rigido, por alguma razao, nao 
pode funcionar. As razoes mais comuns sao: 

- SETUP errado, no que diz respeito ao 
Winchester. 

- Cabo flat do Winchester conectado de forma 
invertida, ou mal encaixado. 

- Winchester cstrapeado de forma errada. 
Deve ser consultado o manual do Winchester 
para estraped-lo corretamente. Esse tipo de 
erro normal-mente nao acontece quando o 
disco rigido 6 novo, pois normalmente j£ 
vem da fabrica estrapeado corretamente. 

- Placa controladora IDEPLUS estrapeada de 
forma errada. Possivelmente a interface de 
Winchester esta desabilitada. Deve ser 







PUT, I 









t MMp^^"^®. $§" -i 


Hi^^ttg^nj 


l '-'. "j^s^w-y^y'^" \ 




l^-^-^J^^^^ISr^i 


|-^-^^2^;:^^| 


ligHI 


! ^ >:.- i+v&n*. ^r:-Ti:::-£;v:i 


l^is^^i^\d 


t^H|||Siill;;:||Suu 


[■ ■ ' ;-^-:'-.-4:-->..,--^ -.■:■. .:■'::, 


t/':--::";/:--£:^ 



^Esatw^Ea^^^^ES^^tf 



procurado o strap com a indicacao HDD 
CONTROLLERENABLED/DISABLED. 
Esse strap deve ser colocado na posicao 
ENABLED. Normalmente este tipo de 
problema nao ocorre, pois as placas 
IDEPLUS ja vem de fabrica com a 
interface de disco rfgido habilitada. 

- Cabo de alimentacao do disco rlgido 
mal conectado. 

- Disco rfgido ou placa IDEPLUS 
danificada. Esse erro e muito raro, mas 
pode ocorrer, principalmente se nao foi 
tornado cuidado com a eletricidade 
estatica. Deve-se ligar o disco rfgido em 
outro computador para checar se esta 
funcionando. E claro que nesse caso, 
deve ser alterado o SETUP desse outro 
computador, indicandoas caracterfsticas 
do disco rfgido em teste. Depois disso, o 
Winchester pode ser retirado e a placa 
controladora pode ser testada neste outro 
computador. Nesse caso 6 melhor torcer 
para que o defeito esteja na placa, e nao 
no Winchester. 

FDD CONTROLLER FAILURE 

Significa "falha na controladora de 
drives", que fica localizada na placa 
IDEPLUS. Esse problema pode ser 
causado pelos mesmos motivos citados 
no item anterior. Deve ser checado o 
SETUP, no que diz respeito aos drives, 
os cabos flat dos drives, os cabos de 
alimentacao, os straps que habilitam a 
interface de drives. 

ALTO-FALANTE EMITINDO 

SONS CONST ANTEMENTE E 

TELA APAGADA 

Em certos tipos de erro, muito serios, 
o BIOS nao consegue usar o video para 
colocar mensagens de erro. Nesse caso a 
unica forma de avisar o usuano sobre o 
problema e atrav6s do alto-falante. 
Normalmente sera encon trada no manual 
da placa de CPU umatabelaque descreve 
o significado de cada seqiiencia de 
BEEPS emitidapeloalto-falante. Quando 
isso ocorre, € possfvel que a placa de 



CPU ou a placa de video esteja danificada. 
E tambem possfvel que exista alguma 
configuracao errada na mem6ria ou em 
algum strap da placa de CPU ou de 
video. E possfvel tambem que o problema 
esteja em outra parte. Alguns dos erros 
mais comuns apontados pelo alto-falante 
sao: 

Problemas na mem6ria. Ocorre por 
varias razoes diferentes. Uma delas 6 a 
ausencia de mem6ria, ou o uso de chips 
de mem6ria inadcquados. Deve ser 
checado se a placa de CPU possui algum 
estrapeamento relacionado com as 
mem6rias, e se este estrapeamento esta 
correto. Deve tamb6m ser checado no 
manual da placa de CPU, na tabela que 
descreve as configuracoes de mem6ria, 
se a mem6ria esta corretamente 
instalada. Pode ainda existir a 
possibilidade de urn ou mais m6dulos 
de mem6ria estarem defeituosos ou mal 
conectados. Retire todos os mbdulos de 
membria e encaixe-os novamente. Se 
depois disso passarem a funcionar, 
significa que algum deles estava mal 
conectado. Se mesmo assim nao 
funcionar, voce devera contactar o 
fornecedor. Esta 6 uma situafEo que 
mostra como 6 importante comprar todo 
o material em urn unico fornecedor. 
Tambem podem ocorrer BEEPS quando 
existe problema com algum dos chips 
que formam a mem6ria CACHE. Tente 
entSo desabilitar o mem6ria CACHE 
atraves do SETUP. Se depois disso o 
computadorpassarafuncionar.conclui- 
se que a mem6ria CACHE esta com 
problemas. Voc6 devera entao contactar 
o fornecedor para que seja feita a troca 
da placa de CPU ou a instalacao de 
novos CHIPS de mem6ria CACHE. 

Problemas na placa de vfdeo. Deve 
ser checado o estrapeamento da placa de 
vfdeo. Outra opcao mais pratica 6 
contactar o fornecedor das placas. 



TELA TOTALMENTE APAGADA 

E ALTO-FALANTE SEM EMITIR 
SONS 

E muito importante conectar o alto- 
falante, pois em caso de erros 6 a unica 
forma que o computador tern de indicar 
o problema ao usuano. Quando o alto- 
falante esta conectado e o computador 
fica totalmenteapagado,sememitir sons, 
significa que o problema 6 tao serio que 
nem o microprocessador consegue 
funcionar. Esse problema pode ser 
causado em alguns casos por uma 
inversao no cabo flat do Winchester ou 
do drive. Pode ser que a fonte de 
alimentacao esteja defeituosa. Pode ser 
tambem causado por uma placa de CPU 
defeituosa. Nesse caso o computador 
deve ser totalmente desmontado c 
remontado apenas com a placa de CPU 
no gabinete, conectada na fonte de 
alimentacao e no alto-falante. Se o 
computador continuar inativo, sem emitir 
nenhum som no alto-falante, significa 
que a placa de CPU tern grande chance 
de estar danificada. Se o alto-falante 
passar entao a emitir BEEPS, e urn bom 
sinal. Liga-se entao a placa de video e o 
monitor. Se a tela continuar apagada e o 
alto-falanteemitindoBEEPS,oproblema 
pode ser urn dos descritos no item 
anterior. A montagem deve ser refeita 
aos poucos, sempre desligando o 
computador, conectando urn novo 
mddulo e ligando para testar. Sugere-se 
a seguinte seqiiencia: 

1) Placa de CPU + fonte + alto-falante 

2) Placa de vfdeo + monitor 

3) Teclado 

4) Placa IDEPLUS 

5) Drives, devidamente ligados na fonte 
e na IDEPLUS 

6) Disco rfgido 

7) LigacOes do painel 



Problemas diversos na placa de CPU. 
Sao problemas de mal funcionamento 
dos circuitos da placa de CPU. A solugao 
& contactar o fornecedor das placas. 



Caso o problema continue nessa nova 
tentativa de montagem, deve ser 
contactado o fornecedor. Nao esque^a 
de sempre desligar o computador antes 
realizar qualquer alteracao. Espero que 
ninguem esqueca dessa regra, apesar de 



Ctiluna do Laercio/Como montar %eu propHd PC \ '. .-. . . . . • 



ser lembrada a todo instante ao longo do 
livro. 

INSTALANDO MEM6RIAS SIMM 

Os m6dulos de mem6ria SIMM 
possuem um formato tal que s6 podem 
ser encaixados em uma posigao. Seu 
soquete impede que seja feito o encaixe 
na posicao invertida (ver figura44). Para 
encaixar um m6dulo SIMM, primeiro 
posiciona-se o mesmo sobre seu soquete, 
verificando a orientacao correta. O 
mddulo deve estar posicionado de forma 
ligeiramente inclinada. Feito isto, 
posiciona-se o mddulo na vertical at6 
que as travas do soquete estejam 
prendendo o m6dulo. 

A mesma tecnica se emprega tanto 
aos m6dulos SIMM de 30 pinos como 
aos m6dulos SIMM de 72 pinos. 
Entretanto, em qualquer um dos casos, 
verifique qual 6 o "lado" correto antes de 
realizar o encaixe. Observe que na figura 
44, o m6dulo 6 inclinado com os chips 
voltados para cima. Em alguns casos, 
para que o encaixe seja feito 
corretamente, pode ser precise inclinar o 
mddulo com os chips voltados parabaixo. 
Existem at6 mesmo m6dulos com chips 
nas duas faces. A regra geral 6 posicionar 
o m6dulo de forma inclinada antes de 
trava-lo no seu soquete. Se voce 
conseguiu posiciona-lo, significa que o 
encaixe esta correto, pois esses m6dulos 
possuem um formato tal que impede seu 
posicionamento de forma invertida. 

Colocar um mddulo de mem6ria em 
seu lugar 6 uma questao relativamente 




simples. Uma questao mais dificil e*: Que 
tipo dc m6dulo deve ser usado, onde 
deve ser encaixado e que tipo de 
estrapeamento precisa ser feito na placa 
de CPU . Voce encontrara essas instrucocs 
no manual dasuaplacade CPU. A melhor 
coisa a fazer 6 realmente pedir ao seu 
fornecedor que entregue a placa de CPU 
com as mem6rias ja instaladas. 

CONECTANDO A CHAVE DE 
LIGA-DESLIGA 

Muitas vezes a chave liga-desliga 
existente no painel frontal do gabinete j& 
vem devidamente coneclada na fonte de 
alimentacao. Entretanto, 6 possivel que 
voce receba o gabinete sem esta conexao 
feita. Voce encontrara em uma etiqueta 
colada na fonte de alimentacao, as 
instrucoes para fazer esta ligacao. A 
chave liga-desliga possui 4 contatos na 
sua parte traseira. A figura 45 mostra 
uma chave vista de frente e traz tamb6m 
indicado o seu diagrama el6trico. Mostra 
tambem a extremidade do fio que sai da 
fonte de alimentacao e deve ser ligado na 
chave. Este fio normalmente 6 grosso e 
de cor preta. Na sua extremidade existem 
quatro fios maisfinos, de cores diferentes. 
Na extremidade de cada um desses 4 fios 
existe um conector metalico. Esses 
conectores sao usados para a fixagao nos 
contatos existentes na parte traseira da 
chave. 



OftO'-^ 




Figura 44 - encaixnndo um modulo de 
memdria SIMM 



Figura 45 - chave liga-desliga e seu 
diagrama eliirico 

Quando a chave 6 ligada, o que ocorre 
sao duas ligacOes eletticas: 
A 6 ligado com B 
C 6 ligado com D 

As instrucoes para a ligacao dos fios 
na parte traseira desta chave mostram 
uma especie de diagrama etetrico e as 



cores dos fios a serem conectados. A 
figura 46 mostra exemplos de instrucoes 
de ligacoes na chave. Nao siga essas 
instrucoes ao p6 da letra. Voce devera 
usar a figura 46 apenas como exemplo. 
As conexoes verdadeiras devem ser as 
cxplicadas na etiqueta existente na sua 
fonte de alimentacao. 



-HAT* 



Q .{]«'5p|j 



jtfflflS: 






pdnwj 



^&.W&+- i -r«S 



■WBtnSf' 



Figura 46 - exemplos de instrucoes para 
conexao da chave liga-desliga 

Para facilitar, colocamos na figura 46 
as letras A, B, C e D, para que voce possa 
tomar como referenda as mesmas letras 
A, B, C e D mostradas na figura 45. 

INSTALANDO UM DISCO RIGIDO 
IDE COM MAIS DE "540 MB" 

Nas explicates que se seguem, 
falaremos sobre MB e "MB". Desde os 
prim6rdios da informatica, 1 
MEGABYTE sempre foi igual a 
1024x1024, ou seja, 1.048.576. Portanto, 
1 MB 6 um pouco mais que um milhao de 
bytes. Atualmente parece que os 
fabricantes de Winchesters nao sabem 
mais o que significa 1 MB. Tern 
confundido 1 MB com 1 milhao de bytes. 
Por exemplo, discos com 124 MB, que 
tern exatamente 124x1024x1024 - 
130.023.424, tern sido anunciados como 
"130 MB". Nas cxplicacoes que se 
seguem, toda vez que usarmos aspas, 
estaremos nos referindo a capacidade 
medida em milhOes de bytes. Por 
exemplo, 504 MB, que 6 exatamente 
igual a 528.482.304 bytes, pode ser 
tamb6m escrito como "528 MB". 

Existem algumas modificacoes no 
modo de instalacao de discos IDE com 
mais de 504 MB (528.482.304 bytes). 
Discos com at6 esta capacidade, e 
tamb6m os que sao anunciados com "540 
MB", que na verdade tern cerca de 540 



B B pffl fflW i ' i i iii 'X • u ijisix 



mmmmmmm 




LVC 



Laercio Vasconcelos Computasao Ltda* 

Revenda de Livros 

COMO MONTAR, CONFIGURAR E EXPANDIR COMO MONTAR, CONFIGURAR E EXPANDIR 
SEU PC 486/PRNTIUM Volume 1 (408 paginas) SEU PC 486/PRNTIUM Volume II (368 paginas) 

Nova edicao. Agora vocS pode conheccr o hardware de seu micro, fazcr o Setup, Com as infonnacoes presenter ncste livro vocS podera reatizar qualquer tipo de 
expand* a memoria, instalar urn disco rigido, gerenciar a mam6na e muito mais. UPGRADE no seu PC. 



COMO CUIDAR BEM DO SEU MICRO (368 paginas) 

Faca voc6 mesmo a manuiencao prevcmiva de seu micro. 

IBM PC: DICAS E MACETES DE SOFTWARE Volume I 
(280 paginas) 

Voc6 nunca viu tanias informacocs uleis em um so livro. A cada pagina lima nova dica 
para tirar maior provcito do computador: Disquete (optional ) com d.versos proeramas 
interessarues e super-uteis 



COMO COMPRAR UM MICRO SEM SER ENGANADO 
(130 paginas) 

Toda a inform acao que voc6 preciso na hora de comprar micros. 

IBM PC: DICAS E MACETES DE SOFTWARE Volume II 
(368 paginas) 

Mais dicas para voce tirar o maximo proveito de seu micro. 



AV. RIO BRANCO, 156 / 2811 - CEP: 20040-004 - CENTRO - RIO DE JANEIRO - RJ 
TEL.: (021) 262-1776 PABX / FAX : (021)262-3824 



CON FIR A NOSSO EXTENSO CATALOG » 




mmmm mmnmimmmMm 



mmmos em who o brm / 






umwm 



BYTE 



(0800) 260 260 



ATtNgAO 

USUARIQS DE 

LCOMPUTAOOR^S 



St voce esta cansado de ver dejenas de 
a nuncios de softs nesta retista, etudo 
pare ce a mesma ooisa, entao nao perta 
mais tempo.... Socite gratis a inda hoje 
seu PROSPtCTOde nosso super catalo- 
gs deprogramas. Seu micro Viagra - 
decer. 



MCP - Ck Risial 1B3SD - SRrnln - 5F - c E p 05533-971] 
fang : [Dill BDlSlga-tiot line 



CortooMCP 



OMCPtempVaflsce 



Bokfln de Gangs 

* Playstation " SEga Saturn 

* 3 DD Fanasrjiuc ■ Ned Geo 
■MEga/SegaCD "Jaguar 

■ Super Nintendo ■ Mega Drive 

■ Ultra 64 " Virtual Bay 

er/rsis - 

CHTtuchas, CD's, juystink, etc. 
CD's para PC e videogame 




Coluna do Laercio / Como montarseu proprio PC 



milhdes de bytes, podem ser instalados 
da forma explicada ate" aqui. Ou seja, 
defina seus parametros no SETUP, use a 
seguir os programas FDISK e FORMAT. 
Entretanto, voce dever£proceder de outra 
forma com discos com capacidades 
maiores, como os modelos de "720 MB", 
"1080 MB", "1250 MB" e "1700 MB". 
O problema todo e que o MS-DOS s6 6 
capaz de reconhecer discos com no 
maximo: 

1024 cilindros, 16 cabecas, 63 setores 

Urn disco com essas caracteristicas 
possui exatamente os 528.482.304 bytes 
ja citados. Para ultrapassar o limite de 
504 MB, os fabricantes de Winchesters 
criaram programas que alteram o 
modo de controle de disco rigido 
usado pelo MS-DOS. Ao comprar 
um disco rigido com "540 MB", 
muitas vezes 6 entregue um 
disquete com este software. Alguns 
fabricantes nao fornecem este 
software para discos de "540 MB", 
pois consideram que a diferenga 6 
muito pequena para "528 MB". Ja 
os modelos de capacidades mais 
elevadas sSo sempre 

acompanhados de um disquete com 
este software. Ao instalar um disco 
desta forma, devemos seguir as instructs 
encontradas no manual do disco rigido. 
Normalmente procedemos da seguinte 
forma: 

1) No SETUP, deixamos o disco rigido 
como NOT INSTALLED 



2) Nao usamos os programas 
FDISK nem FORMAT 

3) Usamos o software fornecido 
com o Winchester 

Este software faz sozinho 
todas as etapas da instalacao. 
Realiza o SETUP, faz a particao 
(que seria o trabalho do FDISK) 
e a formatacao I6gica (que seria 
o trabalho do FORMAT). Na 



que isto seja possivel, sera preci-so um 
disquete com o BOOT. 

Vamos agora dar um exemplo de 
instalacao de um disco desta forma. O 
software que exemplificamos € o EZ- 
DRI VE, que 6 fornecido juntamente com 
os Winchesters modelos ST3780A ("720 
MB") e ST31220A ("1080 MB"), 
fabricados pela SEAGATE. 

Inicialmente devemos colocar o disco 
rigido declarado no SETUP como "NOT 
INSTALLED". O restante do SETUP € 
feito da mesma forma ja explicada. 
Executamos o BOOT com um disquete e 
a seguir usamos o programa EZ-DRI VE. 
£ apresentada uma tela como a da figura 
47. 




Figura 47 - tela initial do EZ-DRIVE 

Depois de teclar ENTER, o EZ- 
DRIVE checara quais sao os modelos de 
discos rfgidos instalados no computador. 
Na figura 48, podemos observar que foi 
detectado o ST31220A. 




formatacao 16gica esta incluida a Figura 48 - detectadoo ST31220A, 
gravacao do BOOT e do MS-DOS. Para "1080 MB" 



com 



Usamos entao a opcao "Fully 
Automatic Installation". O EZ-DRIVE 
preenchera os parametros do SETUP, 
fara o trabalho do FDISK (criar a tabela 
de particoes) e do FORMAT (criacao do 
setor dc BOOT, gravacao dos arquivos 
de BOOT, criacao da FAT e do diret6rio 
raiz). Para gravar o setor de BOOT e os 
arquivos utilizados pelo BOOT, o EZ- 
DRIVE precisara ler o disquete por onde 
foi executado o BOOT. Depois de 
lerminado, ser£ mostrada a tela da figura 
49, Devemos entao retirar os disquetes e 
usar a op^ao "Reboot Your System". 

E importante lembrar que antes de 
usar o EZ-DRIVE (ou qualquer outro 
programa similar) voce precisara 
executar um BOOT atrav6s de um 
disquete. A versao do MS-DOS 
existente neste disquete devera 
ser igual ou mais antiga que a 
versao definitiva do MS-DOS que 
voc£ pretende instalar. Por 
exemplo, se voc6 executou o 
BOOT com o MS-DOS 6.20, voce 
podera instalar posteriormente o 
MS-DOS 6.22, mas nao podera 
instalar o MS-DOS 6.0. Esta 
restricao nao esta relacionada com 
o EZ-DRIVE, esim, com o pr6prio 
programa de instalacao do MS- 
DOS , que se recusa a instalar uma versao 
mais antiga que uma ja existente no 
disco rigido. 

Muito curiosa € a bagunca que o EZ- 
DRIVE faz no SETUP. Ao final da 
instalagao deste disco, constavam no 
SETUP os parametros: 
1024 cilindros 15 cabegas 
17 setores 128 MB 

Entretanto,apesardo SETUP 
estarindicandoum disco de 128 
MB, este disco na verdade esta 
operando corretamente com 
1017 MB (ou cerca de "1080 
MB"). O interessante 6 que ao 
usarmos o utilitario MSD (que 
acompanha o MS-DOS), o drive 
C 6 reportado como tendo: 

523 cilindros 64 cabegas 63 setores 

1017 MB 



I ■ ! 



mmmjM 



Coluna do Laereip/Como montar seu proprio PC 



O mais interessante 6que se alterarmos 
os parametros do disco rigido no SETUP, 
como 

306 cilindros 4 cabecas 17 setores 10MB 

o disco continuaoperando com 1017 
MB. O que ocorre 6 que os parametros 
declarados no SETUP sao usados 
apenas antes da leitura do setor de 
BOOT. Ap6s esta leitura, entra em 
acao urn pequeno BOOT especial que 
foi gravado pelo EZ-DRIVE. Este 
BOOT especial faz, entre outras coisas, 
a alteracao dos parametros do disco 
rigido para que seja acessada a total 
capacidade do disco, alem de carregar 
na mem6ria urn m6dulo que realiza o 
seu acesso. S6 depots da carga deste 
mddulo 6 que sao lidos os arquivos de 
BOOT do MS-DOS. 

Talvez o seu disco rfgido nao seja 
acompanhado do EZ-DRIVE, mas 
provavelmente sera acompanhado de 
oulro software similar. 



Esses programas funcionam muito 
bem, mas na minha opiniao e" algo 
muito confuso. Isto faz lembrar os 
tempos do MS-DOS 3.3, quando a 
maxima capacidade que um drive 
poderia ter era 32 MB. Para usar 
discos de 40 MB era preciso di vidi-lo 
em duas partes (atraves do FDISK) e 
depois junta-las por software atraves 
de um velho utilitario do MS-DOS 
chamado JOIN. Atualmente o MS- 
DOS tern o problema do limite 
maximo de 504 MB para discos IDE, 
mas cerlamentc em versoes futuras 
esle limite sera aumentado, c nao 
serd mais necessario usar programas 
como o EZ-DRIVE. Por exemplo, o 
sistema operacional OS/2 WARP nao 
precisa de programas como o EZ- 
DRIVE. 

Sc o seu disco possui "540 MB", nao 
vale a pena usar o EZ-DRIVE. Voce 
pode definir os parametros no SETUP 
como 1024 cilindros, 16 cabecas e 63 
setores (504 MB = "528 MB) e usar o 



FDISK e o FORMAT como explicamos 
anteriormente. Com isso voce perdera 
apenas cerca de 12 MB (cerca de 2,2% 
da capacidade total do disco). Em 
compensacao, nao precisarA conviver 
com programas estranhos como o EZ- 
DRIVE. Se voce optou por nao usar o 
EZ-DRIVE, nao use a opcao AUTO 
DETECT HARD DISK existente no 
SETUP, pois os parametros detectados 
correspondem ao uso de "540 MB". 
Por exemplo, o Winchester ST3660A, 
fabricado pela SEAGATE, pode utilizar 
dois conjuntos de parametros: 



CHKDSK 
Mbytes 


Cyl 


Heads 


Sectors 
per track 


CMOS (Setup) 
Mbytes 


544.8 


1057 


16 


63 


520 


527.6 


1024 


16 


63 


504 



Quando usamos o AUTODETECT 
HARD DISK, o ST3660A reporta o 
primeiro conjunto de parametros da 
tabela acima. Para usar este conjunto de 
parametros sera preciso utilizar o EZ- 
DRIVE. 



5dLEEFI[]n5 



Caculo Estrutural - NB!78 - (DOS-Windows) 

Vigas, vigotas, lages, ptlares, sapatas, escadas (todos com armadural c trelicas RS 35 00 
- versao para Win95 R$ 50.00 

AndamentOS de PrOCeSSOS - p/ ndvogados, Cadastro de Autor/reu, tipo de 
causa c acao, vara, comarca, andamento do forum, data de Pgtos, audiencias Iciloes 
distnbuicflo, rcmessa ao tribunal, julgamento, etc... R$ 25,00 

Consultorio Medico 

Cadastro de pacientes, hitoricos, datas de consultas, e reconsultas, ciclo evolutive do 
tratamcnto, medicamentos receitados, etc... R$ 25,00 

Video Locadora 

Controle completo de sua locadora com todos os relatorios gcrcnciais necessarios. 
(programa analizado na revista PC- World n" fev/95) R$ 50,00 



FONE/FAX: (054)381-1752 
Av. Mauricio Cardoso, 632/305 

99300-000 - Soledade - RS 
E-mail: ddias@nute-enet.com.br 




ki k> 



Cadastre voc& mesmo as composlcSes comuns de sua reglao. O sistema 6 
parametrizave\ de acordo com o seu metodo de elaboraga'o de org amentos. 
Faz a totallzac3o de mfco-de-dora, e de todos oe materials usados 
(clmento, ferragens, cal, arela e etc...). 

Este vocB comyra e consegue usar! 



OUTROS SISTEMAS 

Contas a pagar/receber RS 25,00, Controle de Obras R$ 25,00, Lista de 
Precos R$ 25,00, Controle de ART'S RS 25,00, Controle de RPA'S, Folha de 
Pagamento R$ 25,00, Correcao monetaria RS 25,00, Livros Fiscais (sem 
EPP, 132 col.) RS 25,00, Contabilidade RS 50,00. 



HOME SERIES R$ 32,50 OU R$ 12,50 CADA 

Sao 9 programas em disco HD 1.2 Kb ou em HD 1.44 Kb 

HOME BIBLIO - Controle completo de biblioteca, cadastra livros, revistas, 

etc... com titulo, ano de lancamento, autor, editora, campo para sinopse. Controla 

os empretimos de livros por pessoa e data em que voce emprestou (para voce 

livrar-se dos "amigos" que levam os seus livros e nao devolvem mais). Super 

completo. 

HOME COOK - Cadastro de receitas separado por tipo de prato (peixes, came 

bovina, frango, peru, porco, etc) e selecao dos pratos (salgados, doces, dieteticos, 

bebidas, sorvetes, etc.). Super completo. 

HOME MAIL - Mala direta com cadastro por area de atuacao/servico (editoras, 

medicos, oficinas, etc.) imprime etiquetas para enderecamento selecionando 

por qualquer campo do arquivo. 

HOME VIDEO - Livre-se dos guias impressos. controle voce mesmo os videos 

assistidos. cadstro com tilulo do video, diretor, produtor, distribuidora, ano de 

lancamento e data em que foi assistida, genero. Com campo para sinopse, etc. 

Super Completo. 

HOME FONE - Agenda telefonica simplificada para cadstros de fone/fax de 

seus amigos e/ou empresas. 

SHAREWARE - Somente os melhores programas em Shareware ou domfnto 
publico. Pispomoe de CAP, DRAW, Internet, Planilhas, Bancos de Dados, 
Froceeeadoree de texto. etc... (ATENCAO: N2o trabalhamos com logos), 

Atendfmentosomente por carta. 



Pedidos via deposito bancario: Banco do Brasil S/A- Agenda 0490-1 (Soiedade-RS) - C/C 25.076-7 
litular: Dagoberto L. Dias - Remeter comprovante do deposito, via Correios ou Fax. 




Descolando um super 

em SimCity 2000 




TESTE DE INTERFACE 



DESCOLE UM SUPER 
$CAKA$ EM SIMCITY 200 

Para quem nao curte nem um pouco a 
curta grana que o SimCity 2000 oferece, 
uma trapaca veio em boa hora, e como 
neste jogo nao 6 possfvel utilizar os 
artiffcios politicos, apele para o Capitao 
Pascal, o protetor dos usu£rios 
desesperados, 

UM POUCO DE PASCAL. 

Um diadesses, comecei amequestionar 
se era possivel aumentar o dinheiro neste 
santificado jogo, pois por mais que eu 
tenha jogado, nunca ultrapassei a modesta 
quantia de $1,000,000,000 (para falar a 
verdade nunca cheguei nesta quantia, e 
duvido que alguem tenha chegado). 

Foi assim que comecei a examinar o 
jogo e percebi que para armazenar a 
quantidade de dinheiro seria necessano 
um tipo de variA vel que pudesse armazenar 
valores positivos e negativos, e tamb6m 
valores bem acima de $1,000,000 (Esse 
eu j£ ultrapassei). 

Analisando os tipos de variaveis 
disponfveis no Borland Pascal, cheguei a 



conclusao de que o tipo Longlnt (Valores 
entre -2,147,483,648 a 2,147,483,647) 
seria o mais apropriado para armazenar o 
dinheiro no SimCity, pois atendia a lodas 
as caracteristicas necessarias. 

Tendo estas informafoes em maos, 
bastaria descobrir um modo de alterar 
este valor no arquivo SC.EXE. Mas, 
algu6m poderia perguntarpor que nSo no 
arquivo .SC2. A resposia 6 bem simples: 
apliquei quase todos os tipos de algoritmos 
de busca neste arquivo e nao encontrei 
nada que se parecesse com a quantia em 
dinheiro. Possivelmente os programadores 
aplicaram algum tipo de encriptacao nesta 
informacao, ou, algum processo de 
eompactacao, tornando praticamente 
impossfvel encontrar tal valor. 

Entao ja que eu teria que procurar um 
valor Longlnt (4 Bytes) dentro de um 
arquivo de 1,046,112 Bytes (1,046,109 
tentativas), achei que usar algum tipo de 
debugador de arquivo nao seria a solucao 
apropriada (pelo menos nao conheco 
nenhum que faca tal servico).Sendo assim 
desenvolvi um pequeno programa 
(PROCURA.PAS) que segue o seguinte 
algoritmo para encontrar o valor 20.000 
(Quantidade inicial de dinheiro no modo 
Easy) dentro do arquivo SC.EXE: 



SHORTINT 

INTEGER 

LONGINT 

BYTE 

WORD 



-128..I27 


8 BITS 


-32768„32767 


16 BITS 


-2147483648..2147483647 


32 BITS 


0..255 


8 BITS 


0..65535 


16 BITS 



Os tipos de variaveis numerical inteiras do Pascal 



1 - Abre o arquivo. 

2 - Carrega 4 Bytes do arquivo em uma 
variavel Longlnt. 

3 - Verifica se o Valor Carregado = 20.000 

3 - Se for igual apresenta op^ao para 
alterar o valor. 

4 - Posiciona o ponteiro do arquivo 1 byte 
ap6s a ultima leitura. 

5 - Caso ainda nao seja fim de arquivo, 
volta ao procedimento 2. 

6 - Fecha o arquivo. 

Este programinha realmente pode 
trazer grandes resultados, pois ao executa- 
lo pude obter os seguintes enderecos onde 
possivelmente estaria o valor desejado: 

601193, 601198, 672030, 672780, 
695659, 695664, 708181, 789151, 
791239. 

Agora faltava muito pouco para ter 2 
bilhoes de d61ares em minhacidade. Como 
eram muitos enderecos para alterar e era 
extremamente possivel que apenas um 
fosse o correto, resolvi utilizar a "mais 
moderna tecnica de sele^ao": tentativa e 
erro. Tudo bem que esta tecnica nao seja 
fruto da mais alta tecnologia, mas f unciona 
perfeitamente bem. 

Para saber qual destes enderecos 
realmente seria o prSmio por horas e mais 
horas de dedicagao (na verdade nao se 
passaram nem 50 minutos), desenvolvi 
um outro programa, agora mais objetivo, 
que simplesmente alterava um endereco 



po arquivo (execute o programa 
PROCURA e ver£ que este segundo 
programa realmente € necessario, pois 
nenhum jogador que se preze teria 
pacienciaparaesperarmaisde lOminutos 
de processamento para encontrar urn 
endereco de arquivo). 

Comecei tirando uma copia do arquivo 
SC.EXE(precaucao6semprebom),alterei 
o primeiro endere9o da lista, o que nao 
funcionou . Entao restaurei a copiae passei 
para o segundo, que nao funcionou 
novamente. Repeti o processo at6 chegar 
no endereco 672780 (o quarto), e neste 
ponto os outros enderecos nao eram mais 
nada alem de numeros, pois enfim o 
objetivo havia sido alcancado. 

O QUE INTERESSA MESMO. 

Quando voce quiser alterar a 
quantidade de dinheiro no SimCity 2000 
execute o programa DINHEIRO e digite 
um valor dentro da faixa. Agora a copia 
do arquivo EXE ja nao 6 necessaria, pois 
quando vocS quiser restaurar o valor 
20.000 basta executar novamente o 
programa DINHEIRO e digitar 20000. 

PARA OS PROGRAMADORES. 

O programa PROCURA foi publicado 
simplesmente para ilustrar o processo de 
trapaca em alguns jogos, nao sendo 
necessario no processo final. Ele foi 
construido de forma a facilitar a sua 
adaptacao para outros jogos, sendo que 
para modificA-lo basta mudar a constante 
Valor_a_Procurar, o tipo das variaveis 
Valor e Novo_Valor (caso necessario), e 
tambem o nome do arquivo (no comando 
Assign). O resto do programa se adapta 
sozinho. 

Futuramente espero poder ilustrar 
outras formas de aumentar a diversao nos 
jogos de PC, mas por enquanto 6 s6. 

ESTABELECENDO CONTATO 

Forneco abaixo o meu endereco para 
alguem que queira se corresponder para 
troca de programas ou iddias: 

Rua Azallias, N 9 358 Parque dos 
Pinheiros - Hortolandia - SP CEP 

13.184-590 



DINHEIRO.PAS 



1 



y 



Altera o vatdr iiifcial de dinheiro no } 
jpgOiSjrncj^ 200Q. : ;: > 

Prpgramadon Hamilton Rodrigo Amorim 



Program Diobeirq; v :;, 

^Arquivo: j^|e^ 

: Valor rALonglnt; { Buffer com o valor a ser gravado no arquivo } 
Buffer :ArrayTi v 4] Of Byte; { Buffer de transferencia de dados } 
P ot # * Byte; ,"■;■;" { Cohtador usado no laco For } 

n Vi^^ jnjciaj de $Dinheiro$ no SimCity 

2000'); ■...----"-,'. " ; . 

■ WrifWrjC^^f '; '■■;" ;; ; J """ V ~ - ■ — ~->). 

WriteLn; 
, te«Cotor<2); 

WriteLnf Waxjmo: 2»i47,483,647'); 

WriteLn; 

; { Obtem o novo valor de dinheiro > 

TextColor<15); v 

Write( 'Qual a Quantidade de dinheiro: 0: 
; :Read£ft(Vai6rAj; 

{ Abre d arquivo } 

AssigmArquivp/SaEXEl; 
Reset(Arquivo); , 

If lOResult <> Then 
Begin 

TextCoibr(7+i28); 

WriteLn; 

WriteLn( 'Arquivo nao pode ser aberto'); 
V ■ ■##; . ' ; : ■ '■■■J ■ , ; ;:;B.L i- ' ■ V ■ ; ; 

Else, , 

{ Poskaona 6 ponteiro do registro na posicao a ser gravado o novo valor } 
Seek<Arqutvo, 672780); 
{ Grava o novo valor } 

For Cont^l To 4 Do Write(Arquivo,Buffen;Cont3); 
{ Fecha o Arquivo } 
Close(Arquivo); 
End; 
End. 







"^Si^SBrtBS^ 






PROCURA.PAS 



} 



} 



Procura urn valor no arquivo executavel. } 

} 
Programador: Hamilton Rodrigo Amorim } 

} 



■} 



<$4 

Program Procura; 

Uses 

Crt; 
Const 

Valor_aJ*rocurar =* 20000; { Valor para ser procurado 
ho arquivo } 
Var 

Arquivo : File Of Byte; { Arquivo } 
Valor : A Longlnt; { Buffer com o valor lido do arquivo 
} 

Novo_Valor : Longlnt; { Novo valor a ser gravado no 
arquivo } 

Buffer : Array[l..SizeOf(Valor)] Of Byte; { Buffer de 
dados } 

Opcao : Char; { Armazena a opcao digitada pelo 
usuario } 

Cont : Byte; { Contador de uso no laco For} 

Sair : Boolean; { Flag usado no Loop principal } 
Begin 

ClrScr; 

{ Valor utiliza a mesma area de memoria do Buffer } 

Valor:=@Buffer; 

{ Abre o arquivo } 

Assign(Arquivo r 'SC.EXE'); 

Reset(Arquivo); 

If lOResult <> Then 

Begin 
Write Ln( 'Arquivo nao pode ser aberto'); 
Halt; 

End; 

{ Inicia o Laco } 

Sain=False; 

Repeat 
{ Mostra na tela a posicao que esta sendo analizada | 

} 

GotoXY(l,WhereY); 

Write( Procurando na posicao ',RlePos(Arquivo)); 

{ Carrega o valor do arquivo para o Buffer } 

For Cont:=l To SizeOf(Buffer) Do 
Read(Arquivo,Buffer[Cont]>; 

{ Posiciona o ponteiro do registro na proxima 
posicao a ser lida } 

Seek(Arquivo, FilePos(ArquivoHSizeOf(Buffer)-l)); 



{ Compara o valor carregado com o procuradq } 
If Valor A =Valor_a_Procurar Then 
Begin 
{ Avisa que encontrou o valor } 
WriteLn(#7); { Emite urn Beep } 
WriteLn; 

WriteLn( Valor ' r Valor_a_Procurar, ' encontrado 
na posicao ' r FilePos(Arquivo)-l); 
WriteLn; 

{ Pergunta se o usuario quer substituir este 
valor) 

Write( Deseja alterar este valor (S/N): 0; 
Repeat Opcao:=UpCase(ReadKey) Until Opcao 
IntS'/N']; 

If Opcao = 'S' Then 
Begin 
{ Otem o novo valor } 
WriteLn; 

Write( 'Qua! o novo valor: 0; 
ReadLn(Novo_Valor); 
Valor A :=Novo_Valor; 
{ Retoma a posicao onde o valor antigo foi lido 

;} 

Seek(Arquivo, FilePos(Arquivo)-l); 
{ Grava o novo valor } 

For Cont:=l To SizeOf( Buffer) Do 
Write(Arqu ivo, Buffer[Cont]); 

{ Posiciona o ponteiro do registro na proxima 
posicao a ser lida } 

Seek(Arquivo, FilePos(ArquivoHSizeOf(Buffer> 

D); 

End; 

WriteLn; 
End; 

{ Testa as condicoes para encerrar o laco } 
If KeyPressed Then If ReadKey^#27 Then 
Begin 

WriteLn; 

WriteLn; 

WriteLn( Procura cancelada pelo usuario.'); 

Sair:=True; 

End; 

If FilePos(Arquivo) > (FileSize(Arquivo)-i 
SizeOf(Buffer)) Then 
Begin 
WriteLn; 
WriteLn; 

WriteLn( Procura encerrada.'); 
Sair:=True; 
End; 
Until Sair; 
{ Fecha o Arquivo } 
Close(Arquivo); 
End, 







«i«^iU^.~ w . 



"■tfq&ffiTfflteffitffiJ?': 



.TESTE DE INTERFACE 

FUNCAO PARA LIGAR COM SEU 
PROGRAMA CLIPPER E TESTAR 
TODAS AS PORTAS SERIAIS E 
PARALELAS. 

Voce ja se viu numa situagao em que 
se tern uma impressora ligada numa 
porta serial e o seu aplicativo tao bem 
escrito perde a tela porque quando voce 
enviou os comandos de impressao via 
SET ALTERNATE TO para a COM 1, a 
impressora nao estava ligada ou 



nSoestava em linha? Todos nds que 
programamos em Clipper sabemos que 
ISPRINTER () funciona desde que a 
impressora esteja na LPT1 . Se queremos 
testar qualquer outra porta, nao temos 
como fazer isto. Bom, nao tinhamos, 
pois a fun?ao F_TPRINT veio para 
remediar esta situacao. 

AI6m de bem pequena (o arquivo 
objeto tern apenas 478 bytes), a funcao 
F_TPRINT demonstra tambdm como 
fazer a interface entre o CLIPPER e 
m6dulos escritos em linguagem 
ASSEMBLER. 



A rotina se utiliza de chamadas ao 
BIOS da INT 1 4h para as COMs e da INT 
17h para as LTPs. O c6digo fonte da 
rotina esta carregado de comentarios. 
Nao tcm nada de genial mas tern tudo 
para ser util, poius a mesma j£ me salvou 
de alguns apertos. Da mesma forma, 
espero que ela possa ser compilada c 
usada com sucesso em seus prdprios 
programas. 



Mhrio de Oliveira Lobo Neto programa em 
Assembler, C/C++, Clipper e Visual C. 



;RJPRiNT,ASM - rotina que testa as portas paralelas e 
seriais 

; para ser usada em programas CUPPER (SUMMER 

ao5.2) 

Compilar com o MASM 5.1 ou superior para obter o o 
arqufvo OBJ 

Para utilizar a tuncao, basta usa^a dentro do<s) seu(s) 
PRG(s) 

e informar ao RTUNK para ligar F TPRINT.OBJ ao 
executavel final. 
ex: >RTUNK file M0DULOl,M0DUL02,F_TPRINT 
Valor retomado: string com as portas ativas e prontas 
exempjo: TESTEPRG 

Portas__ativas = " * 

Portas_ativas = fJprintQ [bu f_tprint(l)] 

rfCOMl"$Protas^ativas 
? "COM1 pronta." 

else 

ehdrf 

»» l^nocx)digoumaobservacaosobreoparametro 
«« 



jConforme exigencia do CUPPER 
;para que possa ser acessada 



.MODEL LARGE 
PAGE 62,130 
PUBUC FJTPRINT 
por todos 

dgroup GROUP dados ;agruparnossos dados com 
os do CUPPER 

EXTRN _RETC:FAR ;Funcoes extemas de interface 
EXTRN _J>ARINFO:FAR ;como CUPPER 
LPTOK EQU 90h jretomodePARALELAPRONTA 
INTOK EQU 60h -retomo de SERIAL PRONTA 
;Nossos dados- — — — . 



dados SEGMENT PUBUC DATA' 

COMS DB "C0M1C0M2C0M3C0M4" 
LPTS DB "LPT1LPT2U 3 T3" 
PORTAS. DB 40dup(0) ;stiingcoma 

resposta 

;parao CUPPER 



|pii 

I 

Hi 



MODOK DB 
dados ENDS 
;Codlgo da fUncao — — 



20h 



codigo SEGMENTCODE' 

ASSUME cs:codigo, ds:dgroup 
FJPRINT PROC FAR 

push bp ; Salva todos os registradores 

mov bp,sp 

push ds 

push es 

push si 

push di 

mov ax^DGROUP 

mov ds,ax 
mov es.ax 
mov MODOK,20h 



;testa apenas o bit 5 
;Data Set Ready do modem 
;Testa se foi passado algum parametro para 
FJPRINT 

XOR AX,AX ;Como algumas impressOras 

PUSH AX ;seriais utillzam tamberh 

: o ■■' 

CALL _PARINFO ;bit 4 - Clear to Send do 
modem, 

ADD SP,2 ;basta passar qualquer 

parametro 

;para FJTPRINT para que ela 
teste 

or ax,ax ,*tambem este sinal. 

jz M0V2 

mov M0D0K,30h 
M0V2: 

xor .ax, ax ;limpaostrirgderetorno 

mov di.offeet PORTAS ;casb a tuncao 
jatenhasido 

push di ;chamada 

mov cx,20 

rep stosw 

pop di 

mov cx,4 flamanho da string de 
cada porta 



; acessar seg de dados 



• ■■■? mcv dx,0 v ^^ , .V' : 'V■Jcdmec^.0el*.GOMl■' 
mow si p ofrseiCOMS h ^OM^l^COM^^; 

Proxima^com: _ - v .; : : * •■';';■■";' >^> :'■■:■ .-:J: 

'"',' push .■ ..ex '- vv "■'" ':'V v •■'-■" ■ ; ;£ > .- .;:•--;• ^'.H^ 
moy ah,3 ;Peteb;status da Interface 

i4n ■"- -; : / = \. : -r /'■' : .:^-- './,-.; ; ; ::■■■■ ,3 

ah.lNTOK bistros de Shift/ 



int 

test 

Hold 

jnz 
a interface 

sinais 



Testa_rrKxiem yyTitttef-'&.siwt 
jestaprorrta: teste os 



si,4 



add 
retomo, 

jmp 

DB 
TestajTKKtem: 

test al,MODOK 

jnz 

add 
retomo 

jmp 
COrvLOK: 
rep 



;dorriodem r 

ihaopronta; 

;Exeluir COIS/r testada do 



Pulajcom ;proxima porta. 

Dlgiart Sistemas Ubrary (Cr,0 



COMJ3K 

si,4 

Pula_com 
movsb 



Pula_com: 
pop 

string. 

inc 

emp 

jb 

mcv 

mcv 

Proximajpt 



ex 

dx 

dx,4 
Proxima_.com 

dx,0 

si.offsetLPTS 



;DSR/CTS ativos ? 
;Sim 
;Nao,excluirCOMdo 



;passara "COMx* para 
;a string deretorno. 

F Testaura o tamanho da 

;proxima porta COM 
ya testei a ultima ? 

;ainda nao. 
^estaLPTs 



APRENDA INFORMATICA 
SEM SAIR DE CASA 



CURSO RAPIDO ECONOMICO E EFICAZ 



Slstema de apostilas. Basta segulr os exeroiclos e 
trelnar dl rota men te em seu PC 



COMANDOS TRADUZIDOS PARA 
NOSSO IDIOMA 



Acompanha disquete 5 1/4" com exercicios 

Estou enviando para Ricardo Rores, cheque cruzado 

e nominal a Audit System Services Ltda. CAIXA 

POSTAL 25096 - RIO DE JANEIRO - CEP: 20552- 

970, no valor total do pedido ja incluido despesas 

postais. Tel./Fax: (021) 571-5903 



^■^J'^WsK: 


I' -q( /■■''■'" ■■''.■: 


. ■ ■■ ■ 


■■-■'hj(vw~ : . 


ah,2 


;Para uma LPT estar 


pronta, ■ 






int 17h 


;os sinais de NOT BUSY(bit 


:?Mj*'::^:\--. 




;eSELECTED(bit4) 


precisarn 




jestar ativos. 


emp 


ah.LPTOK 




^ jz LPTJ5K 


;Sinais ativos.LPT pronta. 


; :, add 


si,4 


;nao pronta.excluir do 


retornd. 




■ 


Jmp 


Pulajpt 




ILPTjOK: 






rep 


movsb 


lincluir no retomo. 


Pulajpt 






pop 


ex 


;restaura tamanho 


mc 


dx 


;proxfmaLPT 


emp 


dx,3 


;foi a ultima? 


Jb 


Proximajpt 


;ainda hao 


mov ax,offsetPORTAS ;Retomar ao clipper, 



PUSH 


DS 


jponteiro para a string 


PUSH 


AX 


;com as portas ativas. 


call 


_RETC 




ADD 


SP,4 


" 


pop di 
pop 


si 


;Restaura os registradores 



pop es 
pop ds 
pop bp 
retf 
F_TPRINT ENDP 
codigo ENDS 



;bye,bye 



r,,., .. , . 1, - |,, . , - 1 . 



PREC0S 



(vdlidos at* a proxlma edlfio de Micro Siatema*) 



Int. a Informatica MS-DOS ate 6.2 

Windows 3.1 

Paint Brush dos 8 aos 80 anos 

Word 6.0 para Windows 

Excel 5.0 para Windows 

Programacao em Visual Basic 

WordStar 5.0/6.0 

Lotus 1-2-3 

Quatro Pro 3.0 

dBase III Plus Interativo 

Programacao em bBase III Plus 

Programacao em Clipper 5. Ox - Basico 



RS 



38,00 
44,00 
27,00 
44,00 
45,00 
44,00 
27,00 
27,00 
27,00 
27,00 
27,00 
35,00 



Nome: 

Enderego: 

Cidade: UF: CEP: 

Assinatura: Tel. 



^HSjlSWl^^^W,^ 



^ iff. 1 j^t™tt¥ fl }S™$? 11 Wi '.-i -, 



..i.iii.iijimi*i« , » | i , ] | .i 



=3 




Dkm Internet pamOSA 



J8EST$2 fSS^Sf e de f rac0S/2: 

simultaneas do Web Explo^AsIl nln!! ' Antonio Carlos Pina 

varies sites ao mesrnotemnn ™ , '- ?° de " Se Ver aPina@infolink.com.br 

mesmo tem^ P °' ° U Ver Vanos links ao S V S °P * Infolink BBS 




Para fazer isso, clique com o botao direito 
darnouse no Web Explorer, selecione settings 

opc o'S" „ Wind ° W 0anela) - Existe u ™ 
opgao sobre o comportamento do obieto ao 

oueif *?-° ( f 9bre Um nov °' ° u assume o 
cZ ,.™ rOdar L d0 >- Marque que deve sempre 
cnar um novo. Pronto, toda vez que o Web 

fns PO a r n e c r ia 0r t C l iC f d0 ' ele ab "^ma M^a 
primeira t0talmente °esvinculada da 

2)0utro truque bom envolvendo o Web Explorer e 
o uso do drag&drop nas paginas: 

a) Com o botao direito, se voce arrasta uma 

pSgina para fora do WebExplorer, e criado um 
objeto c hamad0 URL LQCATER ^ t ^ m 

especial que, jogado para dentro do WebEx 
b_usca automaticamente o site. E como o Add 

URLs-" 133 P ° de " Se ° riar Um f0lder com essas 

b) Se nesse drag voce pressionar a tecla CONTROL 
esquerda, ao inves de criar um objeto URL voce tera 
apgna HTML geratriz. Como se usasse o RLE 



Velocidades do Modem : 

Muita gente se confunde com a as velocidades de 
confjguracao de modens. Muitos programas de 
comunicaQao nao apresentam a velocidade de 
14400 per isso qua! os equivaJentes das 
velocidades? Basta ver a tabela abaixo : 

Velocidade no Programa Equlvalente do Modem 



2400 bps 
4800 bps 
9600 bps 
19200 bps 
38400 bps 



2400 bps 
4800 bps 
9600 bps 
14400 bps 
28800 bps 



Adlclonando Enfase num Relatdrlo Access 2.0/ 
95, em Access Basic : 

Algumas vezes voce quer realgar um valor contido 
numa linha de um relatorio, exemplo valores negativos 
em vermelho. Se voce tern uma Impressora colorida 
e quer implementar uma rotlna em Access Basic 
cotoque no evento format da secao detail, o seguinte 



c) Qualquer figura dentro da pagina pode ser capturada 
com o botao direito e jogada em um folder especTfico 
ou mesmo no Desktop; v^w 

d) Arrastar qualquer pagina HTML para dentro do 
WebEx, faz a pag.na ser interpretada e apresentada; 



If [txtValue] < then 

[txtValue].ForeColor=255 
Else 

[txtValue]. ForeColor=0 
End IF 



Salvador Brumm - Consultor de InformMica 



Artigo 




A /ill/I A. A\! 

(BARRAMENTO Parte II - InterrupqdM 

BUS MASTERING DEVICES e 




Marcelo Vianna 



/nfelizmentehouveumafalhadeimpressao 
nas figuras 1 e 2 no primeiro artigo da 
s6rie, o que diminuiu muito a clareza das 
mcsmas. Gostarfamos de pedir desculpas 
pelo ocorrido e inclufmos neste artigo uma 
reimpressao dcssas figuras. 




Ouve outro erro na mudanca da pagina 52 para 
53, faltou a palavra DADOS: ... dado que todo 
c6digoexecutavel(programas),alemdosDADOS 
necessarios... 

Dando prosseguimento a nossa serie de artigos 
sobre arquitetura, iremos agora compreender o 
funcionamento de outros elementos ativos que 
atuam dentro de um sistema: DMA, BUS 
MASTERING DEVICES e COPROCES- 
SADORES. Para a total compreensao desses 
elementos 6necessario,primeiramente,tomarmos 



... . . t^^^^V^^i&J 

conhecimento de um conceito muito p?;^^^^^i^§|^ 

importante que nao esta prev isto na definigao ;:^^f^|^^^||llj 

da Maquina de Turing, o conceito de l-Z^y^f^^^ 1 '] 

interrupg5es. j^^:&^1tt*:&!^ ' /! 

INTERRUPCOES ?-"^SKlfffifl 



Como vimos anteriormente, o processador 
(CPU) executa um programaacompanhando 
sequential mente uma serie de instrucOes que 
podem inclusive ser instrugoes de desvio 
condicional. Fora deste contexto, entra o 
conceito de interrupgao. Um exemplo simples 
do que seria uma interrupgao na vida real 6 
quando estamos ocupados com alguma tarefa 
cotidiana, e o telefone toca; somos entao 
obrigados a interromper temporariamente o 
que estamos fazendo para "atender a esta 
interrupgao" e depois retomarmos a nossa 
tarefa do ponto em que foi interrompida. 
Imagine agora, que os telefones nao possuam 
campainha ou qualquer outro dispositivo 
que indique que uma ligacao telefonica esta 
pendente. Nesse caso, seriamos obrigados a, 
de tempos em tempos, atendermos o telefone 
para checar se algu6m esui tentando falar 
conosco. Este tipo de tratamenio que nos 
obrigaria a checar constantemente o estado 
do nosso telefone (que seria o analogo de um 
pcrifenco) 6 conhecido em computacao como 
POOLING, e como vocS pode perceber nao 6 
uma forma eficiente de se tratar este tipo de 
evento. Outro exemplo semelhante mas, 
conceitualmente, nao identico 6 quando 
usamos o fomo de micro-ondas. Certamente 
nao estamos interessados em esperar que 









Ui 2'££!*&t£& 



^•fl^V^^N^W*^'' 



Is' 






» ^tas^r.!.* 






fgssmxm 



ws*-T. ,r *. v .:,-i 



m jgg> *'»Mgy^^^ 






tz 









■:ir;' 







este "periferico" termine sua operagao 
para retomarmos nossas atividades, por 
isso os furnos de micro-ondas tambem 
possuem urn dispositivo de aviso (ou 
interrupgao) que indica o fim de sua 
operacao.Osegundoexemplopossuidois 
pontos essencialmente diferentes do 
primeiro: No primeiro caso, a ligagao 
telefonica e algo inesperado, podendo 
acoiitecer a qualquer momento, de forma 
aleat6ria, ou mesmo nao acontecer em 
urn determinado dia (secao de trabalho), 
mas, em acontecendo, exige que seja 
tratado "imediatamente", ou o evento 
sera simplesmente perdido (devido a 
desistencia da pessoa que esta ligando). 
Ja no segundo caso, n6s comandamos a 
operagao e simplesmente queremos ser 
informados do seu tdrmino. Uma vez 
informados, tomaremos as providencias 
assim que nos for possfvel. Outra 
diferengae" que nao 6 tao doloroso usarmos 
a teenica de pooling no segundo caso, ja 
quetemos umaboaespectativadaduragao 
da operacao, i.e., urn telefone sem 
campainha 6 inutil para receber ligacoes, 
ja um forno de micro-ondas sem 
campainha pode nao ser tao bom quanto 
um com, mas ainda assim 6 util. E comum 
nos referirmos ao primeiro como um 
sistema do tipo "perda" e, ao segundo, do 
tipo "espera". 

Os computadores tambem sao capazes 
de interromper a execugao de uma 
sequencia de c6digo para atender a 
eventos ou para serem informados do 
termino ou andamento de uma operacao 
requisitada, existindo entao as rotinas 
de interrupcao, que sao trechos dec6digo 
dedicados ao tratamento desses eventos 
(como atender o telefone ou "anotar" que 
o prato de comida ja esta quente). As 
interrupcoes sao utilizadas paracontrolar 
processos internes ou externos ao sistema. 
Alguns exemplos deusos de interrupcSes 
sao: Controle de processos industriais, 
como temperatura de caldeiras 
(termometros que interrompem o sistema 
para avisar que a temperatura exccdeu 
determinado valor), interrupcoes que 
avisam que o braco de um robo atingiu 
determinada posicao; interrupcoes 
periddicas que servem para manter 
atualizado o rel6gio do computador, 
interrupcoes que ocorrem quando o 
usuario pressiona uma tecla ou move o 
mouse, etc.. 



Um ponto importante a ser 
mencionado e" que, na verdade, os 
perif6ricos nao interrompem diretamente 
o sistema, e sim notificam um controlador 
de interrupcoes (PIC - Programable 
Interrupt Controller) que por sua vez 
notifica o processador. Os controladores 
de interrupcoes podem ser sofisticados a 
ponto de estabelecer niveis de prioridade 
de eventos, i.e., se a campainha da porta 
toca durante uma ligagao telefonica na 
qual se trata de um neg6cio importante, 
ela pode ser temporariamente ignorada. 
Um processo pode ainda notificar a CPU 
que nao pode ser interrompido, como se 
dissessemos a sccretaria "Nao estou para 
ninguem". Isto se denomina 
mascaramento de interrupcoes, mas 
existem interrupgoes nao mascaravcis 
(NMI - Non Maskable Interrupt) como o 
alarme de incendio, que nao esta sujeito 
as dores de cabega ou indisposicoes. 

O Controlador de interrupcoes (PIC) 
tambem 6 um perifenco, pois precisa ser 
program ado por software por via deportas 
I/O. 

Nos processadores atuais, existem 
diversas interrupcoes que podem ou nao 
estar associadas a uma interrupcao de 
hardware. Cada interrupcao possui um 
numero que esta associado a outro 
(correspondente h interrupcao de 
hardware). Este segundo numero t o IRQ 
(InterruptReQuest).Jaoprimeirondmero 
6 o indice de uma tabelacom os enderecos 
das rotinas designadas para tratar cada 
interrupcao (chamados vetores de 
interrupcao). Quando uma interrupcao 
de hardware ocorrc, o PIC transfere a 
CPU o numero do IRQ. A CPU, por sua 
vez, traduz esse numero para o indice 
correspondente da tabelade vetores, sal va 
a posicao do processo corrente e chama a 
rotina de atendimento indicada na tabela. 
A rotina chamada salva o contexto, trata 
a interrupcao, restaura o contexto e avisa 
a CPU que ela pode continuar com o 
processo interrompido. 

Os processadores sao tambem capazes 
de emular interrupcQes: existem 
instrugoes que, ao serem executadas, 
fazem a CPU procedcr de forma 
equivalente a se uma interrupcao houvesse 
ocorrido. Esse tipo de emulacao possui 
um prop6sito asolutamente distinto dos 
descritos at6 agora. Instrugoes que 
emulam interrupcoes sao utilizadas como 



chamadas indiretas a subrotinas tirando 
vantagem do fato do endereco destino 
estar indicado na tabela de vetores de 
interrupcao, conseqtientemente podendo 
ser alterado. Essas instrugOes sao 
comumente utilizadas para realizar 
chamadas as rotinas do sistema 
operacional e justificam a existencia de 
indices na tabela que nao estao associados 
a nenhuma interrupcao de hardware. O 
uso dos vetores de interrupcao como 
enderegos para chamadas a rotinas 6 
usualmente confundido com o prop6sito 
primario das interrupcoes, tal confusao 
deve ser evitada. 

DMA - DIRECT MEMORY 

ACCESS (ACESSO DIRETO A 

MEMORtA) 



Comofoi citado, o DMAS um elemento 
ativo e portanto 6 capaz de controlar o 
barramento requisitando operagCes. O 
DMA tern como principal objetivo 
transferir dados da memtfria pat a outros 
perifencos, e vice- versa, sem tomar tempo 
da CPU. Ou seja, ao invSs de uma rotina 
transferir um bloco de dados byte por 
byte de ou para um perifenco, pode-se 
requisitar que o DMA o faca, liberando a 
CPU para que esta realize outra tarefa 
durante a transferencia. Ao final, € 
necessario que o DMA notifique atraves 
de uma interrupcao o termino da 
operacao para que o programa tome 
conhecimento do instante cm que o bloco 
foi tranferido e eventualmente inicie uma 
nova transferencia ou trate os dados 
adquiridos do perif6rico. 

Note que, embora o DMA seja um 
elemento ativo, ele nao 6 capaz de 
processar (executar) c6digos de instrugao 
e, portanto, nao e uma unidade de 
processamento. E necessario, ainda, que 
o mesmo seja programado (informado 
dos parametros das operagOes que deve 
realizar), o que definitivamenle o torna 
um periferico. O DMA 6, na maior parte 
das im piemen tagoes dos computadores 
atuais, programado por via de portas I/O, 
mas pode ainda ter seus registradores de 
controle mapeados em mem6ria. 

O DMA normalmente possui varios 
canais (DRQs - DMA ReQuest), o que 
significa que ele pode transferir dados de 
ou para di versos perif6ricos 
"simultaneamente" (nao em um mesmo 






M 

E2 



Arigo / Arquitetura e Hardware para Programadores 



ciclo de clock). 

Nem todo perif6rico pode ser 
controlado pelo DMA. Para isto 6 
necessario que para ele seja alocado um 
canal de DMA, o que exige que o mesmo 
estajapreparadoparaenxergaraslinhas 
de DMA do barramento. Alguns 
perif6ricos precisam, ainda, que a taxa 
de transfer&ncia dos dados seja 
controlada, como 6 o caso de placas de 
som, impressoras e outros que nao sao 
capazes de tratar os dados a eles 
enviados no mesmo passo que o 
computador 6 capaz de envi£-los ou 
recebe-los. Nesses casos, o periferico 
informa ao DMA quando esta pronto 
para receber ou enviar o dado, atrav^s 
de mais uma linha de controle do 
barramento. 

Existem, em alguns sistemas, 
implementacoes "quebradas" de DMA, 
como 6 o caso do DMA de oito bits nos 
PC compativeis. No PC esta quebra se 
deve ao fato do controlador de DMA 
utilizado possuir apenas 16 linhas de 
enderegamento. Esta limitacao, a 
principio, restringiria o campo de 
operagao do DMA aos primeiros 64Kb 
de memoria. No entanto, um truque foi 
utilizado no projeto original do PC: foi 
criado um pseudo-perif£rico que 
controla as outras quatro linhas de 
enderegamento durante as operacOes 
de DMA, o que expandiu o campo para 
1Mb (barramento de enderecos do PC 
original). Por6m este truque nao resolve 
completamente o problema, pois ora,o 
DMA enxerga uma pagina de 64Kb, 
ora outra, nao sendo capaz de transferir 
de uma s6 vez um bloco que comece em 
uma pagina e termine em outra (ver 
figura 5). Conv6m agora mencionar o 
conceito de granularidade. A 



liticialmeiitG, o 

software progra- 
ms o DMA e o 
pseudo perif6ri- 
co,fazendoaCPlf 
a*crever vvtores 
em portas IJO 
atrauea do 
barramento. 




BARRAMENTO 

Note que a pseudo perfTerico «6 escrere no terramento quando a DMA o f az. 



granularidade de um sitema de 
enderegamento e" a mfnima distancia 
entre os inicios de duas paginas. No 
caso a granularidade da implementagao 
de DMA citada, 6 de 64Kb, o que nao 
deve ser confundido com o tamanho da 
pagina (que no caso tamb£m e 64Kb). 
Um exemplo bem definido de 
granularidade e tamanho de pagina 
diferentes, est£ no pr6prio processador 
8086 ou nos 80x86 em modo real. 
Apesar de o barramento de enderegos 
do 8086 ser de 20 bits, os registradores 
do mesmo possuem apenas 16 bits, 
caindo-se numa situagao semelhante a 
da implementagao de DMA citada. No 
entanto a solugao utilizadafoi um pouco 
mais inteligente: dois registradores de 
16 bits sao usados para indicar um 
enderego no barramento, de sorte que o 
enderego efetivo 6 o resultado da soma 
de um deles (registrador de segmento) 
deslocado 4 bits para a esquerda com o 
outro (registrador de deslocamento, ou 
offset)- Isto cria a possibilidade de 
enderegos redundantes (registradores 
com valores diferentes mas cuja soma 
resulta no mesmo valor) reduzindo, 
porem, a granularidade para apenas 16 
bytes, como mostrado na figura 6. 

BUS MASTERING DEVICES 

Uma outra classe de perifericos 
ativos e parcialmente ativos, sao os 
BUS MASTERING DEVICES. Sao 
perif^ricos desenhados para sistemas 
de barramento que permitem a 
existencia dos mesmos, aos quais sao 
conferidos poderes de manipular 
algumas ou todas as linhas de controle 
do barramento. O barramento ISA 
(Industry Standards Architeture) nao 
permite a 
existencia de 
mastering 
devices, O bar- 
ramento VLB 
(VESA* Local 
Bus) permite 
perifdricos 
parcialmente 
ativos, com a 
capacidade de 
manipular os 
bits de controle 
referentes a 



MEMORIA 



Figura & 



mem6ria. Os barramentos PCI 
(Peripheral Component Interconnect), 
EISA (Extended Industry Standards 
Architeture) e MCA (Micro Channel 
Architeture) permitem a manipulagao 
total das linhas de controle (FULL BUS 
MASTERING). 

As vantagens de sistemas de 
barramento que permitem masterizagao 
sao muitas: em sistemas com 
masterizagao parcial, podem existir 
placas de video que utilizam a mem6ria 
dosistemaaoinv6sdemem6riapr6pria, 
controladoras de discos que fazem 
cache usando a mem6ria do sistema e 
placas de comunicagao e de rede que 
bufferizam as informagoes sem tomar 
tempo de CPU. Sistemas com 
masterizagao total permitem a 
existencia de outros processadores e/ou 
coprocessadores em placas de expansSo 
possibilitando ate" mesmo placas-mac 
sem processador (que reside em uma 
placa de expansao), consequentemente 
muito mais simples de se fazer 
upgrades. 

Os Projetos de sistemas que 
permitem masterizagao sao 
consideravelmente mais complexos, 
dado que muitos elementos ativos 
podem compartilhar o poder de "dar as 
ordens", o que implica de imediato em 
duas dif iculdades. A primeira ja ocorria 
com o DMA e reside no fato dc que 
somente um elemento ativo pode 
manipular as linhas de controle do 
barramento por vez (ciclo de clock) o 
que criou os comumente citados ciclos 
de DMA (conjuntos de ciclos de clock 
necessarios para o requerimento e 
resposta dos perifericos ao DMA) e 
posleriormente ciclos de masterizagao 
(o analogo do cilco de DMA para 
mastering devices). A segunda € a 
alocagao de recusos do sistema, o que, 
no entanto, 6 usualmente resolvido a 
nfvel de software. 

COPROCESSADORES 

Outro grupo de elementos ativos de 
notavel importancia nos sistemas atuais 
sao os coprocessadores aritm^ticos 
(NPUs - Numerical Processing Units 
ou Unidades de processamento 
numerico). Os coprocessadores 
aritm6ticos sao, sob diversos aspectos, 



Artigo /Arquitetura e Hardware para Programadores 



-Segmento=0 
- Segmental 
-Segmento=2 




MEMdRIA 
MEMORIA 
MEMORIA 



" IbARRAMENTQ <d ee nd er ^o el ] 

[Gratmlaridadel 




(1Mb de campo visfvel) 
Segmento 
]— — Deslocanrrenta 

(mado real) 



I 

FiguraS 



muito semelhantes as CPUs, sendo 
capazes de processar c6digos de 
instrucao e manipular os perifericos 
(embora, para o seu proptfsito, o tinico 
perif6rico importante seja a mem6ria). 
Os coprocessadores aritm&icos existem 
para suprir uma deficiencia encontrada 
nos processadores de uso geral: a 
incapacidade de manipular valores reais 
(ponto flutuante). 

Apesar de, nos processadores mais 
modernos como 486s, Pentiums(tm) e 
Pentiums-PRO(tm), o coprocessador ser 
construfdo sob o mesmo 
encapsulamento da CPU, seu 
funcionamento 6 praticamente 
independente da mesma, o que 
representa uma vantagem dado que o 
coprocessador e o processador podem 
trabalhar simultaneamente, cada um 
realizando uma tarefa distinta. 

A forma como os coprocessadores 
acessam o barramento 6 a mesma usada 
pelos processadores. As CPUs estao 
trabalhando, praticamente, 100% do 
tempo em que o compulador esta ligado, 
embora exista um estado de dormencia 
(HALT) no qual a CPU nao faz nada 
;Senao esperar por uma interrupgao. As 
NPUs, diferentemente, ficam a maior 
parte do tempo nesse estado de 
dormencia, s6 entrando em operagao 
quando assim 6 requisitado, o que reduz 
o consumo de energia e disponibiliza 
tempo de barramento, nao competindo 
com os demais elementos pelo acesso. 
Para reduzir ainda mais a concorrencia 
pelo barramento, os coprocessadores 



costumam 
possuiruma 
area interna 
de trabalho, 
s6 acessan- 
do o bar- 
ram e n to 
para "rece- 
ber" os dados 
e,aotermino 
da operagao, 
"devolver" 
a resposta. 

De forma 
geral, um 
coprocessador 
e quase uma 
CPU, mas 
com um propdsito especifico. Nao 
existem somente coprocessadores 
numericos, mas estes sao os mais 
comuns. Outro "tipo" de 
coprocessador sao os de transferencia 
(TPUs - Transfer Processing Units, 
como o 8089 da Intel) que sao na 
verdade Super-DMAs ou DMAs 
inteligentesquepossuemacapacidade 
de processar seus pr6prios c6digos de 
instrucao (ou programas escritos 
especificamente para eles). Esta 
capacidade torna os coprocessadores 
de transferencia muito mais flexiveis 
e poderosos do que DMAs simples, 
diminuindo ainda mais o trabalho da 
CPU. Os coprocessadores tamb6m sao 
ma"quinas de Turing e conse- 
qiientemente capazes de agir de forma 
diferente de acordo com o resultado 
de suas operacoes. Assim, os 
coprocessadores de transferencia sao 
quase como computadores a parte, 
trabalhando sobre os mesmos recursos 
que o processador central. Deve ficar 
claro que o seu conjunto de instrucoes 
€ feito sob medida para o seu 
prop6sito: embora possivel, seria 
inconvenientemente ineficiente e 
inadequado utiliza-los para fazer 
contas, por exemplo. 

Os coprocessadores costumam ter 
uma interrupcao a eles associada. Desta 
sorte sao capazes de informar o processo 
principal do andamento e do fim de 
suas tarefas, o que, de certa forma, 
tamb6m os torna perifericos. 



USANDO O CONHECIMENTO 

Com o conhecimento que foi 
discutido at6 agora podem os observar 
com outros olhos muito do que acontece 
dentro do computador. Para dar um 
torn de praticidade ao nosso estudo, 
vamos verificar um exemplo de uma 
operacao que, antes, nos pareceria 
simples, mas naopassavade uma"caixa 
preta". Agora ja" somos capazes de 
en tender os procedimentos nele 
envolvidos. No nosso exemplo um 
programa fara o computador tocar um 
arquivo de som (.WAV, por exemplo) 
atravds de uma placa de som 
SoundBlaster. 

Suponha que, no momento, o arquivo 
ja se encontra carregado na mem6ria e 
possui um tamanho de 320Kb. Segue 
uma descricao, passo a passo, do que o 
programa que "tocara o .WAV" executa. 

1 - Indica na tabela de vetores de 
interrupcao a rotina que tratar& as 
i n terrupgOes geradas pela placa de som ; 

2 - A visa a CPU que ela deve ficar 
disponfvel ao recebimento de 
interrupgoes; 

3 - Programa (atrav6s de portas I/O) o 
PIC para que ele permita que a 
interrupgao daplaca de som seja levada 
em consideragao; 

4 - Programa o DMA com o endereco 
inicial do bloco de dados do som e o 
tamanho a ser transferido (levando em 
conta que o bloco esta interrompido por 
uma fronteira de p£ginas causada pela 
limitagao do DMA); 

5 - Programa a SoundBlaster para esperar 
dados enviados atraves do canal de DMA 
a ela associado, bem como a freqiiencia de 
amostragem do som (o tamanho 
dointervalo de tempo que a SoundBlaster 
levara para informar ao DMA que esta 
pronla ap6s receber um dado); 

6 - Comanda o DMA para que inicie a 
transfergncia; 

7 - Entra em Loop, aguardando a 
interrupgao da placa de som; 



Arigo / Arquitetura e Hardware para Programadores 



8 - Quando o sistema 6 interrompido a 
rotina indicada no vetor de interrupcoes 
envia a SoundBlaster urn sinal 
(Acknowledge) indicando que a 
interrupgao foi recebida com sucesso, e 
ao PIC outro sinal (EOI - End of 
Interrupt) para que este continue 
permitindo interrupcOes (O PIC inibe 
todas as interrupcoes de igual Ou menor 
prioridade at6 que receba este sinal 
indicando que a interrupgao ja foi 
tratada); 

9 - Reprograma o DMA com o endereco 
da pr6xima pagina e o tamanho do 
novo bloco; 

repete os passos 6,7,8 e 9 ate" que 



todo arquivo tenha sido transferido. 

Vimos entao que uma placa de som 
comumente possui um conjunto de 
portas I/O, um canal de DMA e uma 
interrupgao a ela associados. 

Uma placa de video normalmente 
tamb£m possui um conjunto de portas 
de I/O (p/ controle) e um campo de 



mem6ria que, apesar de interna, 6 
mapeada em enderegos "visiveis" a CPU 
(a CPU 6 virtualmente incapaz de 
diferenciar a memdria de video da 
mem6ria do sistema). Embora nao seja 
muito comum a sua utilizagao, as placas 
de video costumam possuir tambem 
uma interrupgao associada ao retrago 
vertical do monitor (desta forma ela 6 
capaz de avisar a CPU quando uma 
nova tela esta para ser "desenhada" no 
monitor). 

Umacontroladorade discos tamb£m 
possui um conjunto de portas I/O (para 
controle), um canal de DMA (para 
transferencia de dados) e uma 
interrupgao (para notificar seus eventos 
ao sistema). 

Muitos outros perifericos usam 
somente portas I/O, e nao DMA, para 
transferencia de dados, em prejufzo do 
tempo de CPU, que precisa realizar a 
transfer6ncia sem auxilio de outro 
elemento ativo. Alguns perif6ricos de 
amostragem nao possuem interupcoes 



associadas, o que obriga a utilizagao 
de POOLING. Isto se deve ao fato de 
serem perif6ricos mais simples de se 
projetar e, tamb6m, as limitacOes na 
quantidade de canais de DMA (DRQs) 
e de canais de interrupgao (IRQs) que 
cedo ou tarde se tornam insuficientes 
a medida em que novos perifericos 
surgem. Bus mastering devices podem 
dispensar um canal de DMA 
realizando, eles mesmos, o papel de 
transferir os dados, scm tomar tempo 
de CPU. 

Por ora ja estamos capacitados a 
compreender como os diversos elementos 
de um sistema se comunicam atrav^s do 
barramento. O nosso estudo ira, a partir 
do proximo artigo, cobrir com maior 
profundidade o funcionamento dos 
elementos ativose passives deum sistema 

Marcelo Fernandes Vianna 4 consultor 
tecnico da revista Micro Sistemas 
vianna@cai.cbpf.br 
marcelo@venus.rdc.puc-rio.br 



*Video Eleironics Standard Association 



':'•" '..:■'.''. v .'.\. /. . 

-.•■•..•. : . • . 

MM" 



WM 



WBSOBBSmmaBBBBBk 



INFORM ATIC A EM G ASA OU NO ESCR1TORIO. 






i 

skSSSS 



SISTEMA AMERICANO DE ENSIMO 

APOSTTIAS T&ADU2IDAS PARA O POfcTUGUES 

{ACIMA DE 10 UNTIDADES, DESCONTO DR 20% CADA) 



>2.0 



T4.0 



33,00 



IPACKE MAKER 2*0 42,00 

COREL DRAW 5.0 42,00 




ESCAITORIOS, DISTRIBUIDQRES. CONSUW^RJOS; = : 

AS&HCW& aM»0a% £#&•«:£■:■ "; P '^0-% vT " 



BANTEC-* BANCO DE INFORMAL ! TSOflCAS, 






£ DlMOtfGGRAElAS, TESES, : :?%^ 



ic(da< 



:sd»5<re*scj. 




A CDLAND ea nossa 
secao da Micro 
S i s t e m a s , onde o 
principal objetivo e analisar 
CD's. Procuraremos variar 
os titulos desde educativos ate 
entretenimento, aproveitem. 




Nossa historia em apenas urn CD-ROM. 

Cotfrega a Historia do Brasil por outro angulo, Veja a nossa 
historid^trm^sMo cotidiano e lutas do povo brasileiro, sent perder 
de vista % attalise dos fundamentos de nossa formacao social. Sua 
cronologid0dseada cmfatos do Brasil edo cenario international 
simultanedmeh)e. Este e urn dos mais completes trabalhos sobre o 
Braslt de I50Q K aos dias de hoje, elaborado por pesquisadores, 
sociologos e hjsiqriadores renomados. Ela e dividida em 4 areas : 
Colonia, Imperio, Republica e Brasil conteniporaneol 

Sao mais del 200 pdginasdetexto, 400fotos, locugoes, animagoes 
e video que retratam o Brasil de forma completa e criticd. 

O CD tern recursos como: 
Linha de tempo com marcos de nossa historia 
^ Uma agraddvet maneira de visualt'zar a evolucao de nossa 
histdria. Locacoes dos autores nas aberturasde partes. Frases e 
pronunciamentos que marcaram epoca. 

Interface Atraente e Completa 

Oprograma integra urn sistema completa e avancado defungoes 
para facilitar o acesso as informagoes, Permite imprimir, copiar, 
localizar por indice, palavra chave, criar marcadores, anotacoes 
alem de manter urn histdrico dos acessos reatizados. 

Requsifos minimos de Hardware e software ; PC 386 DX40 (486 
recomendado), Kit Multimlda MPCJ, 8 Mb de RAM, 10 Mb livres 
de disco, ptaca de video 256 cores. Windows 3.11 ou Windows 95 



Agora voce tern uma encictopedia em CD-ROM e em portugues. 
Com textos claros, objetivos e urn sistema rapido de acesso e 
localizacdo, a Enciclopedia Basica Universal abrangetemasdiversos 
atra ?* sd ?J extos >f otos > cit P s de vi deo e animagoes. Content mais de 
ZW^fm&sob^iguitetura, Cinema, Fotografia, Musica, Teatro, 
Biologia, : Astronomia, Camputacao para iniciantes, Fisica, 
J ^ e " u ** ica ' & u W' ca > Economia, ' Filosofiq, Esportes, Religiao, 
'Pintura, titerdtural^ohugijis e ln0$<^hi^^putros. 

-'-■L;''.i- '.-. \- r ■■■ ...:'*■■••' •/.; ;' ■<" j -.>^.^--,7-7>'^. -C^.V .;■ 

t-., Assuntos tais cotnd h ^/^^>^i^~::-^^-<' 



-J * Astronomia "' - ; - ■ > « s . "nS? >^\S: \ 
^^Mgrco$ da Itist6r]^y r hiverta).J^\\ 

'"'- Atlas AnatqmicQ; _ -^K^ "*"^~ : 

■'■AAti&-'G$&'grdficoMtindl&\ -^^ ? 
- Inte^e-Atra^ntes^Complhm^^ 



>N 



Sife 









Requsitos minimos de hardware e software : PC 386 DX40 ( 486 
recomendado), Kit Multimida MPC1, 8 Mb de RAM, 10 Mb livres 
de disco, placa de video 256 cores. Windows 3.11 ou Windows 95 

Estes langamentos da Digitalmidia sdo uma opgao para a volta 
as aulas. 




i'j^Uft^-iVv.sJUJiwwMfei^ 



Artigo •• 



¥ , ® 



Matematica para 
Computagao Grdflca: 

Voce tambem pode!! - Parte 3 

Carlos A , Thompson, PhD 



I. Introducao 

Este terceiro artigo faz com que o leitor se 
familiarize com as diversas formas do 
operador linearT discutido no segundo artigo. 
Serao somente consideradas as 
transformacoes no plano/^ 2 , Senaohouve 
dificuldades em resolver os exercfcios de 
fixacao, propostos no segundo artigo, o 
acompanhamento da teoria e das apiicacoes 
da matematica para a computacao grafica, 
tornar-se-a bem mais atraente e agradavel. 
Didaticamente serao tratadas as 
traiisformacOeslinearessimplesdeum objeto, 

ou seja, 

- reflexao em relacao a urn dos eixos 
coordenados; 

- reflexao em relacao a origem de 
coordenadas; 

- mudanca de escala; 

- deformacao por cisalhamento; 

- rotagao em torno daorigem de coordenadas; 

- translagao pura ( pr6ximo artigo ). 

Nestes seis casos, somente um operadorT 
6 empregado em cada transform acao. JA nas 
transformacoes lineares combinadas, por 
outro lado, dois ou mais operadores T sao 
utilizados como por exemplo , 

- reflexao de um objeto em relacao a uma reta 
qualquer ; 



- rotacao de um objeto em tomo de um 
ponto nao coincidente com a origem de 
coordenadas. 

As transformacoes linearescombinadas 
serao analisadas nos pr6ximos artigos 
juntamente com os algorftimos para se 
obteros resultados graficamente. 

II. TRANSFORMACOES LINEA- 
RES SIMPLES 






Considers no r 2 , o operador T= 

aorigem O (0,0), e os pontos P(x,y) e Q(x*, 
y*) conforme afigura4do artigo anterior. 
Dependendo dos valores dos elementos a, 
b, c, d da matriz T, tem-se os seguintes 
resultados: 




Figura 5 - Ponto Q obtido 



a&i 



Artigo / Matemdtica para Computagao Grdfica 



- Reflexao em Relacao aum dos Eixos 
Coordenados 

(i) Eixo das abscissas 

Note que para se obter a reflexao de 
urn ponto em relacao ao eixo x, basta 
que se troque o sinal da ordenada y, 
como mostra a figura 5. 

Na forma matricial, o resultado 
apresentado na figura 5 fica, 



1 



x 



LO -UW [/J { 

Note, pela relacao que 



Os elementos do operadorTsao a= 
l,d = -l,b = c = 

(ii) Eixo das ordenadas 

A reflexao em relacao ao eixo dos y 
6 mostrada na figura 6. 



ysy' 



Figura 6 - Ponto Q obtido par refle- 
xao em relagao ao eixo y. 

Neste caso, os elementos do 
operador Tsaoa = -l,d=l,b = c = 0. 



-1 

1 



J > 





i 






A4 




A3 




Al 




A2 


- — ► 


lal 






Figura 8 







i 


L 


A4* 




A3* 


Al* 




A2* 


(b) 



- Reflexao em Relacao a origem das 
coordenadas 

A reflexao em relacao a origem 6 
mostrada na figura 7. 

Neste caso, os elementos do 
operadorTsao a = -l,d = -l, b = c = 
0. 



-1 
LO -1 



-x 



Note que, 
JC*=-jt e /=-.y 



MUDAN^A DE ESCALA 

(i) Ampliacao 

A ampliacao de um objeto 6 obtida 
pelo operador linearT onde a = d > 1 
e b = c = 0. De acordo com o exercfcio 
(iii) do artigo anterior, os vertices do 
quadradoficam: 

3 0T0 1 1 Oljo 3 3 01 
3.1.0 1 l_n[_0 3 3J 

A figura 8 mostra efeito do 
'a 0" 



operador t= 



a 



onde a = 3; (b) 



AT 



A4* 



quadrado ampliado. 

(ii) Reducao 

Este caso e" analogo ao anterior 
onde os elementos da diagonal principal 
sao a = d < 1 e b = c = 0. 



\ A 
A2* 



A3* 



Note que, 

x* = -x Q y* = y 



[2 1 1 

Figura 9 - Operador T = [_ 3 1/3 j deforman- 
do os vertices do quadrado A1(0,0), A2(l,0), 
A3(jl,l) e A4(0J) nos pontos Al * (0,0), 
A2 * (2,-3), A3 * (3, -8/3) e A4 * (1,1/3) 



V* 


i 

Q 






y 


/ 

/ 




p 




/ y 
A' 


.* 
X 




o 




X* 


K 



Figura 10 - Rotagao do vetor Qp em 
torno da origem (0,0) 



.-.,!l.-WlWJJk iUJ«MMU m*£& 



am 



Arigo / f Mdtematicapam Computugao Graftca '. 



Observe que sea = d-leb = c = 
0, o operador T € a pr6pria matriz 
identidade I. Neste caso, nao ha 
ampliacao nem tampouco redugao. 



BEFORMA^AO POR 
CISALHAMENTQ 



A figura 3 do artigo anteriormostra 



mostradas as coordenadas | f do 



vetor OP e 



* > 



do vetor OQ. O 



x* =jtcos0 — ysenQ ■ 
y* =xsenB + ycos8 

Na forma matricial, 



o operador T 



J2 1 

1.-3 i/: 



deformandoo 



vetor OQ 6 obtido pela rotacao no 
sentido trigonom^trico do vetor Qp 
de urn certo angulo Q . Seja 

\OP\=\OQ\=p. 



vetor 



no vetor 



{:}-° 



operadorT, operando sobreos vertices 
do quadrado da figura 8 (a) , fica 



1 TO 1 1 0| [0 2 3 1 ] 

1/3J.0 1 lj = |_0 -3 -8/3 1/3J 



mesmo Pela figura, 
x = pcosa ; 

x* = p cos(a +6) 



A figura 9 mostra quadrado da 
figura 8(a) deformado por 
cisalhamento pelo operadorT. 



-ROTACAO DE UM OEJETO 
EM TORNO DA ORIGEM 



Considere a figura 10 onde sao 



y = psena ; y* = p S en(a + 8 ) 

Pelatrigonometria, 

cos(oc + ) = cosa cos9 - sena sen9 

sen(a + 9 ) = sena cos 9 + senQ cosa 

Portanto, ap6s algumas 
manipulates alg^bricas, 



1 


* y>v* 




A4* 






A3* 
















A4J 






A3 








q 














AT* 






Ha2* 


















x,x 


Al 






A2 
















P 











Figura 11 - Translagao do quadrado; p e que sao osfaiores de translagao. 



Assim, operador T = 

cos 8 -send 

a a gira no sentido 

send cos 8 J fo 

trigonomdtrico, em torno da origem, 
um ponto P (x,y) de um angulo Q , 
conforme 6 mostrado na figura 10. 



III. EXERClCIOS DE FIXA^AO 

(i ) Mostre que na matriz de rotacao : 

a) det T = 1 

b)TT-i= I (I 6 a matriz identidade, 
ver artigo anterior) 

c)T-i=Tt (inversa igual a 

transposta) 

(ii) Giraro vetor ^ (2,1) de: 



3k rt 7t 
a)8= — ;b)9=-- 



5k 



c)e= n ; d)6- — 



(iii) Dado os vertices do quadrado 
Al(4,l), A2(6,l), A3(6,2) e A4(4,2). 



f , 








c > 




X 


> ™ 


cosG 


—senQ 


x] 


>■ 


* 

[y J 




send 


COS0 


h\ 





| : $^ Grafieti 



Refletir a figura em relacao ao 
eixo y. x 

(iv) Qual o operador T que muda 
um objeto de escala e, simultaneamente, 
reflete em relacao ao eixo das 
abscissas? 

(v) Dada a reta y - x+1 e o ponto 
P (1,3). Sabendo-se que o ponto Q 
(a,b) e a reflexao de P em relacao a 
reta dada, calcular as coordenadas a 
eb. 

(vi) Pense: 

Uma transformacao linear de 
rotacao, seguida de uma reflexao e 
comutativa? 

(vii) Escrever um algoritimo para 
se multiplicar duas matrizes 
C = A R 



(viii) O que representa o operador via Internet: 

cthompson@openlink.com.br 



T= 



cos0 -senQ 

senQ cos 9 

1 



(ix) O exercicio (I), deste artigo, 
tambem se aplica no problema 
anterior? 

Observacao: 

Faca os exercicios de fixacao e, 
se tiver qualquer tipo de duvida, 
mesmo que pense que seja 
elementar, nao hesite em entrar 
em contato conosco nos 
enderecos: 



ou 

por carta: 

Rua Lourenco Ribeiro, 124 - A, 

Higienopolis 

Rio de Janeiro, RJ 

CEP: 21050-510 



Ate o proximo artigo! 



Dr.Thompson e Prof, titular e chefs do 
departamento de Ciencias e Tecnicas da 
faculdade da Cidade e PhD. pela 
Universidade de Houston. 






wmm. 



^^m 









W:- 
















mm 






^^zzzsmnzmmm 



■^ 



Artigo 



Manipulagao de van 
em Desenhos no 
AutoCAD 

Francisco Peres Sanches 



"W" "W" a aiguns dias atras, um colega 

^L^m detrabalho.ocupadoemcalcular 

m W inumeras engrenagens para um 

-*- -™- novo projeto, reclamava de ter 

que repassar os resultados para folhas de 

desenho atraves do AutoCad. 

Realmente a manipulagao de texto nao 
e o forte daquele software e a transcrigao 
de muitos dados alem de estafante chega 
a ser perigosa . Basta um pequeno erro e 
pronto, la se vao horas e mais horas na 
fabrica envolvendo equipamentos caros, 
muitos funcionarios, tecnicos e 
engenheiros..., ate que se descubra o 
erro. 

AutoCad, por outro lado, oferece 
muitas ferramentas pouco exploradas 
pelo usuario comum, ferramentas 
poderosas que possibilitam a 
manipulacao de bancos de dados, 
extragao de atributos e coisas do genero, 
normalmente nao afetas ao usuario 
tecnico ou ao engenheiro. 

Fui com o problema para casa e 

consultando os manuais do AutoCad 

descobri que esse tipo de problema tern 

.na verdade uma solucao bastante facil 

atraves de arquivos SCRIPT. 

Os arquivos SCRIPT funcionam mais ou 
menos como os arquivos BAT do DOS, na 
verdade sao arquivos de lote que 
armazenam comandos e dados que sao 
processados sequencialmente, como se 



estivessemos digitando-os a partir da linha 
de comandos. 

O AutoCad possui uma entidade bastante 
conhecida chamada BLOCO. Os blocos sao 
utilizados , principalmente, na construgao 
de bibliotecas de sTmbolos que podem ser 
inseridos em um desenho atraves do 
comando INSERT. 

Os blocos possuem uma propriedade 
que nao e tao explorada, o ATRIBUTO. 
Atributos sao basicamente variaveis do tipo 
texto que podem ser substituidas no 
momento da insercao do bloco, atraves da 
digitagao de seus valores na linha de 
comandos, desde que o mesmo tenha sido 
preparado para isso. 

Desse modo, transformando meu 
desenho padrao em um bloco contendo 
atributos e um arquivo SCRIPT contendo os 
valores das variaveis, meu problema estara 
solucionado sem que eu tenha que dar 
mais do que um comando no AutoCad, ou 
mesmo sem um unico comando sequer. 

exemplo aqui apresentado, parte de 
um desenho padrao do perfil de um 
barramento hipotetico utilizado apenas 
didaticamente. Nesse exemplo, parte-sede 
umprogramaemQBASIC, bastante simples, 
aonde se informa a largura do barramento. 
programa a partir deste dado calcuia os 
valores das outras dimensoes que sao 
definidas como funcoes da largura e cria o 
arquivo SCRIPT. 







p. .n.;t;'!£*K.*2r' '? -5 st&>'« 
!J' ; ' ii '.", J ..Vtu".\i.\W." 



1 



m 



'■•&:z$Si- 



. . . .'■. Artigo/Manipulacao de Variaveis 



Uma vez dentro do AutoCad, basta 
digitarmos na linha de comandos: 
SCRIPT e selecionar um dos arquivos 
gerados, pelo nome que Ihe atributmos 
no momenta da criagao e... pronto! 
Nossa tabela aparece quase que 
instantaneamente, totalmente 
preenchida. 

Algumas observacoes devem ser 
feitas: 

AutoCad reconhece espagos em 
brancos nas linhas de comandos 
como se fosse a tecla ENTER. Desse 
modo, o programa que ira gerar o 
arquivoSCRIPTdeveconterumarotina 
para eliminar os espagos no inicio 
dos campos. Em nosso exemplo, um 
pequeno loop cuida desta exigencia. 

Linhas em branco sao interpretadas 
pelo AutoCad como a tecla ENTER. 
Isso e bastante util porque basta uma 
linha em branco no arquivo SCRIPT 
para se aceitar uma condicao DEFAULT 
do AutoCad. 

Embora o programa exemplo seja 
bastante simples e em Qbasic, pode- 
se utilizar qualquer linguagem que 
permita manipulagao de arquivos, 
como o PASCAL ou o VISUAL BASIC. 

Construindo um bloco com 
atributos (variaveis) 

Entre no AutoCad e inicie um novo 
desenho atraves de File e New. Defina 
os limites com 270 x 205 e trace o 
desenho mostrado na figura. 




40 



Utilize as dimensoes para construir 
o desenho mas ao cotar, ao inves de 
aceitar o valores sugeridos pelo 
AutoCad, informe a letra que aparece 
ao lado do valor da dimensao. 



Construa uma tabela conforme a 
figura abaixo, ao lado do desenho. 
Utilize GRID e SNAP com espagamento 
de 5, para facilitar. 



(R) RAIO DO ROLETE: 

<E) LARGURA DO BARRAMENTO: 

(D) ALTURA DO BARRAMENTO: 

(C) ALTURA DO RASGO: 

(B) ESPESSURA DA ALMA: 

(A) DIMENSAO SOBRE ROLETES: 



Digite a sequencia de comandos 
(em italico o prompt do AutoCad, em 
negrito o comando a digitar); 

Command: ATTDEF 

Attribute modes — Invisible^ Constants 

Verify:N PresetN 

Enter (ICVP) to change, RETURN when done: 

ENTER 

Attribute tag: TA 

A ttribute promptX>\NlEHSM SOBRE ROLETES 

Default attribute value: ENTER 

Attribute value: ENTER 

Jus tify/ Style/ <Start point>: 

A essa ultima questao, responda 
posicionando o cursor com o mouse 
na tabela (figura 2) ao lado direito de 
"Dimensao sobre Roletes", como se 
estivesse posicionando um texto 
qualquer. 

Repita a serie de comandos, uma 
para cada linha da tabela que ao final 
da edigao devera estarcomo na figura 
3. 



(R) RAIO DO ROLETE: 


TR 


(E) LARGURA DO BARRAMENTO: 


TE 


(D) ALTURA DO BARRAMENTO: 


TD 


(C) ALTURA DO RASGO: 


TC 


(B) ESPESSURA DA ALMA: 


TB 


(A) DIMENSAO SOBRE ROLETES: 


TA 



Entre agora com o comando BLOCK 
e responda aos prompts: 

Block name (or ?): TESTE 
Insertion base point: 0,0 
Select objects: 

A essa ultima pergunta responda 
envolvendo em uma janela, com o 
mouse, o desenho e a tabela. Click o 
mouse aceitando a selegao. O 



desenho ira sumir da tela, mas nao 
se assuste, e assim mesmo. Entre 
com o comando INSERT e responda 
aos prompts: 

Block name (or ?): TESTE 

Insertion base point: 0,0 

X scale factor <1> / Corner / XYZ: ENTER 

Y scale factor (default=X): ENTER 

Rotation angle <0> : ENTER 

Se voce fez tudo certinho, 
aparecerao novos prompts 
perguntando os valores que deseja 
dar as variaveis definidas 
(TA,TB t TC,TD,TE e TR). Anote em um 
papel, a sequencia com que os dados 
sao solicitados. 

Dimensao sobre roletes: ENTER 
Espessura da Alma: ENTER 
Altura do rasgo: ENTER 
Altura do barramento: ENTER 
Largura do Barramento: ENTER 
Raio do roiete: ENTER 

desenho ira reaparecer na tela 
com a tabela vazia. Se ao inves de 
digitar simplesmente ENTER, entrar 
com alguns valores, eles aparecerao 
na tabela. 

Delete o bloco e salve o arquivo 
como TESTE. 

Saia do AutoCad, entre no QBASIC 
e digite o programa 



PROGRAMA EM QBASIC 
' ******************* *** 

' * TESTE1 - PROGRAMA 
EXEMPLO PARA ENTRADA DE 
DADOS CALCULADOS 
' * EM DESENHOS 

AutoCad - FCO 20/01/96 
' ******************** 

CLS 

DIM L$(12) 

INPUT "ENTRE COM A 

LARGURA DO BARRAMENTO: "; 

E 

Raio = .1 * E 

CaltRasgo = .2 * E 

DaltBarra = .4 * E 

PI = ATN(l) * 4 

GRAU = PI / 180 



*^S^sraJ»ra5g5SIS!SB5KS5agi 



Artigo/Manipulagao de Variaveis .... .... 



CATETO = Raio / TAN{22.5 
* GRAU) 

Bespes = E - ({2 * Raio) 
+ (2 * CATETO)) 
AentreRolos = Bespes + 

{ (2 * Raio) + (2 * 
CATETO) ) 

PRINT "Entre rolos : ", 
AentreRolos 

PRINT "Espessura da Alma: 

", Bespes 

PRINT "Altura do Rasgo : 

" , CaltRasgo 

PRINT "Altura do 

Barramento: " , DaltBarra 

PRINT "RAIO (R) ", Raio 

PRINT "bargura do 

Barramento: ", E 

INPUT "GERAR ARQUIVO PARA 



AUTOCAD 



R$ 



IF R$ = "S" OR R$ = "S" 
THEN 

INPUT "NOME DO 
ARQUIVO: ", ARQ$ 

CAMINHOI = 



"C:\ACAD\DES\" 

' INFORME SUBDIRETORIO 

P/GRAVACAO 

NomeCompleto$ = 
CAMINHO$+ARQ$+" . SCR" 

L$(l) = "INSERT" 

L$(2) = "TESTE" 

L$(3) = "0,0" 

L${4) = 

L$(5) = 

L$(6) = 

L$(7) = 
STR$ (AentreRolos) 

L$(8) = 
STR$ (Bespes) 

L$(9) = 
3TR$ (CaltRasgo) 

L$(10) = 
STR$ (DaltBarra) 

L$(ll) = STR$(E) 

L$(12) = 
STR$ (Raio) 

FOR I = 1 TO 12 
L = 
LEN(L$ (I) ) 



B$ = "" 

FOR J = 1 



TO L 

= MID$(L${I) , J, 1) 
A$ <> CHR${32) THEN 
= B$ + A$ 



A$ 

IF 

B$ 

END 



IF 



B$ 



NEXT J 
PRINT B$ 
L$(I) = 



NEXT I 

OPEN 
NomeCompleto$ FOR OUTPUT 
AS #1 

FOR I = I TO 12 

PRINT #1, L$(I) 

NEXT 
END IF 



INAUGURABO UM DOS MAIORES BBS BO BRASIL, A 
ALPHANET; INSMRABA NA ALTA TECNOLOGIA E QUALIBABE. 



Os usuarios ciberneticos brasileiros ja podem comemorar o 
nascimento de mais uma excelente opcao de services on-line, isto 
porque foi inaugurado urn dos maiores BBS do pais, a ALPHANET, 
totalmente multimidia. para se ter uma ideia do potencial de estrutura, 
a empresa possui 200 linhas telefonicas para conexoes, e esta 
disponibilizando, por enquanto, 100 linhas para seus atuais clientes. 
Localizada em uma das regides mais ricas de Sao Paulo, Alphaville, a 
empresa tambem opera com um provedor de acesso a internet com 3 
canais de 64 Kbps ligados a rede mundia). 

A ALPHANET trabalha com hardware e softwares de ultima 
geracaoj possui, por exemplo, dois servidores Pentium 133 para 
arquivos e paginas Web, um servidor P{entium so para o controle de 
acesso a BBS, torres com HD SCSI (18 Gigabytes de 
armazenamento), 16 CD-Rom-SCSI entre outros equipamentos. Alem 
disso, suas linhas estSo todas padronizadas com modems USRobotics 
de 33.6 Kbps. 

O Gerenciamento e distribuicao de informacoes sao feitas atraves 
do programa "Worldgroup", um software multimidia para montagem 
de BBS profissional que trabalha em total ambiente Windows. 

Sua interface e bastante amigavel. Ao navegar pelas telas do novo 
BBS o usuario encontra varios servicos, entre eles alguns ineditos. A 
tela principal metaforiza uma metropole com suas opcoes de lazer, 
compra, cultura r dicas de video e TV, 12 tipos de jogos, correio 



eletronico, classificados, negocios, restaurantes, forum de assuntos 
especificos etc. Ao clicar no "predio" do Shopping o usuario tera opcoes 
de compras de inumeros produtos. Ja no predio do teatro, por exemplo, 
ele encontra uma extensa Hsta de pecas com seus respectivos elencos,, 
pre?os e locais onde acontecem os espetaculos. o mesmo ocorre ao 
clicar o "edtficio"do cinema. 

Entretanto, os servicos ineditos sao os que chamam mais atencSo, 
como os de "Radio Conferencia" o "Circuito Fechado de TV" e o 
"Resumo dos Jomais Diarios". 

Se o usuario possuir um Kit Multimidia e um microfone podera 
usar a Radio Conferencia, que permitem dois tipos de conversac6es: 
em grupo ele utiliza um canal comunitario e seleciona com quem, dos 
que estiverem conectados desja enviar sua voz, ja no dialogo chamado 
de ponto a ponto, a conversa e privada. 

No Circuito fechado de TV o usuario recebe imagens geradas pela 
ALPHANET E ainda para ficar bem informado, de uma forma sintetica, 
ele pode navegar por assuntos jornalisticos acessando uma esp6cie de 
clipping que fomece as pricipais noticias dos jornais diarios. 

"Resolvemos criar um BBS de alti'ssima qualidade porque 
acreditamos que estamos caminhando para viver em uma sociedade 
on-line, no Brasil este setor ainda e embrionario, por isso, consideramos 
este ano muito promissor", argumenta Marcelo Abrireli, um dos 
proprietaries da ALPHANET. 



A ALPHANET Comunicacao de Dados Ltda. fica na Canada das Flores, 7 - Alphaville, SP. 
PABX (011) 7295-9572 - Dados (011) 7295-9595 - Fax (011) 7295-8080. 



•JSSm 



mms^mm 




hi 

'is'} 



^■liiiiii^ 



■J.^iW-.*^.-. .;,... -^ f=tjfirn°ifr . ^ 



http:ffwwwjgi.com 



^ A Silicon Graphics consegue a proeza impressionar os leitores de sua 
pagina na Web tab bem quanto impressiona os espectadores de cinema no 
mundo inteiro com seus incriveis efeitos de computacao grafica Sua 
pagina WWW apresenta infoimacoes sobre a empresa Silicon Graphics, 
bem como a sua linha de produtos. O leitor pode ainda consultar as paginas 
WWW de algumas filiais espalhadas pelo mundo: Australia, Canada, 



Franca, Alemanha, Italia, Japao e Reino Unido. Infelizmentc 
ainda nao ha nenhuma filial com pagina em Portugues.,. 

Umagrandecnfaseedadaalinhade produtos WebFORCE, 
que consiste em uma solugao completa em software para 
autoria na Web e hardware para servidores. A WebFORCE 
comeca a se voltar tamtam para a Intranet, e o "link" sobre o 
assunto leva o leitor a textos bastante interessantes sobre as 
possibilidadesdaimplementacaodcumalntranetcmpresarial. 
A secao Technology & Developers fornece lodo o tipo de 
informacaotiulparadesenvolvedores.HaTartadocumcntacao, 
releases e pre-releases de diversas versoes de software da 
Silicon disponivel para download. Se voce estiver interessado 
em se aprimorar participando de eventos intcmacionais, a 
pagina informa oferece boas opcoes: ha seminarios na areade 
manipulacao de imagens ("managing image data"), de Web 
("Silicon Graphics' and Netscape Seminar Series") e outros. 
O mais interessante da pagina e entrar na secao chamada Silicon Surf. 
E dificil descrever exatamente o que esta possa ser, mas e algo como uma 
revista em movimento dedicada a World Wide Web e que fala sobre a 
mesma atraves "da opiniab de clienles, parceiros e de todos aqueles para 
os quais a computacao visual faz a diferen9a". Vale a pena visitar 
periodicamente "Silicon Surf', pois e uma pagina de interesse vital para 
todos aqueles que tern interesse na Web, ou como a Silicon prefere dizer, 
pessoas que cncaram a Web como "serious fun"... 






Linux Home Page 



Vocecomcertezajaouviufalardopoderososistemaoperacional 
UNIX, e de sua versao para microcomputadores chamada Linux. 
O Linux e o que se pode chamar de urn verdadeiro milagre; 
exaustivamente testado e utilizado em diversas partes do mundo 
para cumprir as mais diversas tarefas (inclusive como servidor 
Internet) mostrou-sc estavel, rapido, confiavel... e gratuito!!! 
Instalado em um PC permitc uma solucao de baixo custo e que 
conta com todos os bencficios de uma arquitetura aberta, O nosso 
ilustre consultor tecnico, Marcelo Vianna, grande entusiasta deste 
sistema operacional, escreveu um artigo sobre o mesmo na edicao 
numero 155 deste periddico, ilustrando algumas de suas indmeras 
qualidades. 

O Linux conta com uma "home-page" muito interessante, que 
esclarece desde duvidas basicas sobre o mesmo ate outras mais 
complexas, apresentando uma grande variedade de "FAQs" e 
"HOWTOs" . 

Caso a duvida seja sobre um comando UNIX, ha "manual pages" 
disponiveis, que podem ser utilizadas digitando-se o comando 
sobre o qual se deseja algum esclarecimento ou navegando pelas 
se^oes dos manuais. 

Grupos de UseNet podem ser acessados por esta pagina, 
permitindo que usuarios do mundo inteiro possam trocar dicas, 




http ;//www Mnux.org 

sugestoes e opinioes, ou seja, voc6 jamais estara sozinho... As duas 
grandes curiosidades da pagina sao o "link" de documentacao do 
projeto Linux, inclusive com o "Linux Documentation Project 
Manifesto" e o "Linux on the Web", que fornece "links" para 
paginas e mais paginas Web relacionadasaeste sistema operacional. 



M 



m 



mm 



WW1- , | .i 'i n ( ..| ij^i 



r 



O .. 




ESJ 





w 

Antonio Marcelo 



\ i 



A Internet ja esta fazendo parte de nosso 
/% dia a dia. Muitas pessoas ja contain em 
/ M suas casas ( pelo menos nos grandes 
centros de nosso pais ) com a possiblidade 
de filiar-se a um provedor de acesso e sair 
nayegando pela Web. A m ass iva propaganda que 
vem sendo realizada nao so pela imprensa, mas 
tambem pelas empresas de informatica, a respeito 
dos negocios fabulosos da Internet, tern criado 
muita expectativa nos empresarios, com a 
possibilidade de gerar uma nova fonte de renda 
com computadores. 

A verdade e que neste momento no Brasil 
ainda esta havendo a formacao de uma cultura do 
usuario que usa modem, da utilizacao do e-mail 
como meio de comunicacao internacional, e tantas 
outras facetas da Internet que mal sao exploradas 
pelos Intemautas nacionais. 

Como entao criar uma estrutura que levasse a 
Internet para as empresas, sem a necessidade de 
montartodauma estrutura, com linhasdedicadas, 
roteadores, workstations, etc.? 

A resposta esta surgindo atraves da Intranet, 
uma forma de Internet "caseira" do qual varias 
empresas americanas tern adotado em sua 
estrutura. 

O QUE E A INTRANET ? 

A Intranet e uma filosofia baseada numa 
arquitetura cliente/servidor, que consiste em 
simular uma estrutura Internet com servicos 
tradiconaiscomo : FTP, WWW, Gopher, WAIS, 
Correio Eletronico etc... onde os usuarios 
poderiam acessar setores da empresa, 



transformados em "sites" www, e navegar 
por esta rede. 

Vamos observar o esquema na fig. 1 para 
entedermos melhor. 



Gateway 




Servidor NT on 

UNIX, com servigos 

HTTP, FTP, etc.. 

Com As Home Pages 

dos Setores Inst&tadas 



Cliente I - Seior de 

Contdbflsdade . 

Admin itstra sua Home 

Page no Servidor 

Acesso a outios 

Clientes, Disponibiliza 

MbrmacSes em suas 

"Home Pges" no 

servidor 



Cliente 11 -Setorde 

RH. Adrimustim sua 

Home Page no Servidor 

Acesso a outras 

Clie rites, Dispoiubitiza 

Inibrmasoes em suas 

"HomePges"r«5 

servidor 




Clierdein-Setordft 

DP. Admirdstra sua 

Horns Page no Servidor 

Acesso a outros 

Clientes, 

Disponibihza 

Irformai;8es em suas 

"Home Pges"ao 

serviebr 



Clients IV - Usuaiio 
Fas seu acesso ao 
servidor e mbusca das 
tnfbrm&foes postadaa 
pelos setores em suas 
Home-Pages 



Figura I - Diagrama em Biocos de uma Estrutura 
Intranet 

Imaginemos que a empresa acima montou 
esta estrutura e a esta usando para seus 
funcionarios se comunicarem e 
disponibilizarem as informacoes importantes 
dos setores. Na realidade o que vemos e um 
servidor com servigos do tipo HTTP ( 
Hypertext Transfer Protocol - padrao para 
browsers graficos ), FTP ( File Transfer 
Protocol ) e SMTP ( Simple Mail Transfer 
Protocol - Protocolo para transmissao de 
Correio Eletronico ), c em alguns casos 
algumas empresas ainda instalam um servidor 
WA1S e ate um servico Finger. 



' ( 
mm 
Iff 



Mm& 



• . ■ ■ . . . . . Artigo /Intranet 



Normalmente uma configuragao 
Internet t baseada numa estrutura Unix, 
sendo executada em uma Workstation, 
solucoes que sao caras para certos 
clientes e carente de manutengao num 
mercado que basicamente e dominado 
pelo DOS e o Windows. 

O despreparo do mercado em tratar o 
Unix com o devido respeito que ihe 
convem, causa uma sene de dificuldades 
em implantacao de urn rede Intranet. 

Existem solucoes alternativas ? O 
que fazer ? 

O QUE E NECESSARIO PARA SE 
CRIAR UM AMBIENTE 

INTRANET ? 

Antes de tudo uma rede falando TCP- 
IP, pois basicamente todos os servicos 
Internet baseiam-se nest protocolo. Feito 
isto escolher um sistemas operacional 
que suporte TCP-IP, poderfamos citar 
os seguintes : 

- Unix ( quase que a totalidade de 
servidores Internet ) 

- Windows NT 3.51 
-OS/2 

Na maioria das empresas em nosso 
pais, a cultura baseada em Unix, foi 
usada durante muito tempo em maquinas 
de m6dio porte, com o advento das redes 
Novell e o ambiente graTico (Windows e 
OS2), o Unix foi "abandonado" como 
ambiente SOHO, dando lugar a outros 
program as. 

O PC passou por um perfodo de 
barateamento e as empresas enxergaram 
que a integracao era um caminho para a 
resolucao de problemas de comunicagao 
internae externa, bem como a criacao de 
uma cultura usu&ria de 
microcomputadores. 

Com o advento da Internet o Unix 
voltou com forga total no papel do 
sistema operacional do Provedor, ou seja 
da maquina que permite ao usuario 
comum, falando TCP-IP, conectar-se a 
Internet. 

Mas o custo 6 muito alto para pequena 
e m£dia empresa, comprar uma estrutura 
baseada em Unix, normalmente 
representada por uma" Workstation, ( 
Silicon Graphics, Sun ou IBM ), um 



Servi9oHTTP 
(suporte WWW) 



hardware de apoio 

como : roteadores, 

cabos, placas de rede, 

etc... e uma carga de 

softwares dedicados a 

estas atividades. Um 

outro custo talvez o mais importante, 

seja treinar uma mao de obra 

especializada para assumir a 

administraeao desta estrutura e mante- 

la funcionando a contendo. 

Isto 6 caro hoje, talvez nafaixa de uns 
R$ 200.000,00, custo proibitivo para 
estas empresas citadas anteriormente. 

SOLUCOES ALTERNATIVAS : 



Uma solucao que diz respeito a 
apresentada acima seria adotar o 
ambiente Windows NT. Hoje a Microsoft 
esta investindo pesado no que diz 
respeito a softwares de servicos Internet 
para seu sistema operacional. O NT que 
ja incorpora em sua estrutura servicos 
TCP-IP, SMTP, FTP e Telnet, possui a 
estabilidade e a robustez suficiente para 
executar um ambiente Intranet, tern 
agora uma gama de servidores 
comerciais basaeados na estrutura 
HTTP, services WAIS, scrvigos Finger 
e at6 Gopher. 

Muitas empresas, inclusive a 
Netscape, estao acreditando que o 
sistema operacional do escrit6rio do 
futuro seraaquele que fale TCP- IP, tenha 
total suporte a conexao Internet, via 
seus aplicativos e quepermitaao usuario, 
flexibilidade na manipula^ao destas 
in formates. 

O NT esta sendo muito cotado, pois 
parece que a Novell esta lentamente 
perdendo o mercado de redes para a 
Microsoft. A nova versao 4.0 do NT esti 
prometendo uma nova sene de servicos, 
inclusive a padronizagao de uma 
interface Windows 95 Like, e toda uma 



Servidor NT3.51 - Com Protocolo TCP-IP 



Scrvicjo FTP/Telnet 
(nativo do NT) 



Servi?o SMTP 
(E-mail ) 



Scrvi^oWAIS 
(Pesquisas) 




estrutura cliente servidor, voltada para 
atender servigos Internet. 

Como seria uma estrutura baseada em 
Windows NT ? Observemos o diagrama 
acima. O que vemos £ um servidor com 
todo o suporte necessario para fazer o 
papel de um provedor Internet. Vamos 
obscrvar agora a rede montada no 
diagrama no p6 da pagina para 
enterdemos melhor : 

Na figura abaixo vemos o exemplo de 
um dominio NT, fazendo a conectividade 
via TCP-IP com outros dominios da 
empresa. E possfvel atravds de um 
roteador, acessar outros departamentos, 
localmente ou remotamente. O usuario 
estard neste caso acessando uma Intranet, 
com possiblidade de ate mesmo acessar a 
Internet, via um servigo de conexao 
rem ota. 

A REVOLUCAO DA INTRANET 

A tecnologia hoje esta totalmente apta 
para desen vol ver sistemas de informacao 
corporativa baseadas na arquitetura 
Cliente- Servidor, varias atividades, estao 
sendo utilizadas entre elas podemos citar 



1) Publicacao de documentos 
corporativos ; 

O departamento de RH de varias 
empresas americanas estao dispo- 
nibilizando v^rios manuais de 
procedimentos internos, dentro de uma 
estrutura Intranet. Os antigos gastos com 
gr£ficas, estao sendo cortados 
gradualmentejaqueaatualizagaodestes 



Rotwdcr 
Domittfo WT ) ".! 






I 



£stef2foB\ 



&teg&C 



Ettaffo X 



Aviso / Intranet 



documentos, estao sendo feitas on-line 
pelos funcionarios. As vaniagens e a 
econdmia estao criando at£ 
reinvestimentos dentro do organismo 
empresarial. 

2) Treinaraentos corporativos : 
Novamente o RH tern uma fen-amenta 

poderosa para efetuar o treinamento de 
funcionarios. Servicos baseados em 
formul&rios sendo executados em 
estruturas CGI-Bin e Java, podem criar 
cursos interativos e cortar muitos custos. 
O CBT baseado em Intranet tern dado 
mais resultados do que o CBT em CD- 
ROM, ja que existem um elemento sob a 
forma de um instrutor virtual que pode 
responder duvidas via e-mail. Existe 
tamb6m a possiblidade de simular 
ambientes de trabalho de softwares, ou 
sistemas de banco de dados. 

3) Relat6rios Corporativos : 

A criacao de uma home page central, 
onde podem ser mostradas as principais 
noticiasdaempresa, substituemostediosos 
relat6rios e os gastos com a emissao de 
notas internas. A notfcia pode ser passada 
de maneira rapida e facilmente atualizada. 

4) Distribugao / Homologacao de 
Softwares : 

Uma politica que jA esta" sendo usada 
por muitas empresas na implantacao de 
projetos de integracao, e que tern dado 
6timos resultados. O software pode ser 
testado por um pequeno grupo pioneiro e 
depois distribuido pela empresa, a partir 
das experiencias adquiridas por este grupo. 
O E-mail, bem como a criacao de um 
grupo de discussao, podem ajudar a sanar 
duvidas de toda a estrutura. 

A tecnologia Intranet fornece 
ferramentas, padroes e novas formas de 
aproximar econsequentemente de resolver 
os problemas do mundo dos negdcios de 
hoje. A beleza destas tecnologias adveem 
de sua simplicidade e elegancia na solueao 
de problemas empresariais. 

COMO MONTAR UM PROVEDOR 

INTRANET : Q CAMINHO DA 

MONTANHA. 

Nao adianta mostrarmos um belo 
conceito, bem como explicarmos o suporte 
te6rico da Intranet, sem mostrarmos como 
criar uma. A solupao que adotamos como 
ja mostramos anteriormente foi uma 



Intranet sendo executada em cima do 
ambiente NT. A rede em questao foi 
montada pela equipe da Microsistemas na 
empresa de treinamento Qualify, no Rio 
de Janeiro, e a mesma foi testada durante 
trSs semanas em dois cursos de Internet, 
do qual foi simulado um ambiente da Web 
dentro da empresa. 

A configura^ao do do utilizado foi o 
seguinte : Um IBM Aptiva DX2 66 Mhz 
com 16Mbytesdemem6riaRAM, monitor 
SVGA, 540 Mbytes de disco rfgido e 
unidade de CD-ROM. A versao do NT era 
um NT Server 3.51, conectado a otto 
estacoes executando Windows 95, com as 
mesmas caracterf sticas de hardware acima. 

Os softwares para a Intranet do 
servidor foram os seguintes : 
Servico HTTP - Software Alibaba, um 
shareware com validade de 60 dias para 
apreciacao. ( nao estava ainda disponivel 
o servidor comercial da Netscape, nem o 
da Microsoft ) 

Servico FTP - O servico FTP nativo do 
prfjprio NT, que permite inclusive o acesso 
por usuario do tipo anonymous. 
Servico WAIS - Servidor WAIS da 
Emwac, shareware, que permitia 
manipular uma base de dados em cima de 
um arquivo TXT. 

Servico E-mail - Servidor SMTP da 
Emwac, shareware, que permitia 
integracao com o mail da Microsoft ( 
apesar de ocorrer alguns bugs com o 
exchange do 95) 

Servico Telnet - Servico nativo do proprio NT, 
Rotinas CGI-BIN - Diversas encontradas 
na Internet de dominfo publico, dais quais 
destacamos : contador e servico de 
formulario 

Softwares Intranet dos Clientes : 
Browser - Nestcape Navigator 2.0 versao 
final e Microsoft Internet Explorer. 
FTP - WSFTP, shareware. 
E-mail - Microsoft Mail e Exchange. 
Telnet - Telnet residente do Windows 95 . 

Software de desenvolvimento de 
Home Pages : 

Hot Dog - Editor HTML, shareware da 
Sausage americana 

Internet Assist para o Word - Software 
shareware da Microsoft para o Word 6.0 
em ingles. 



A Intranet em questao foi montada 
num periodo de 2 semanas, desde a 
definicao dos endere^os IP iniciais e a 
criacao de um dominio interno, do qual o 
usuano pudesse resolver por nomes as 
chamadas das Home Pages ( ex : 
www.qualify.com.br ). A inslalacao foi 
feitaemcimadeumaredepadrao Ethernet, 
com placas NE 2000 interligando os 
cquipamentos via cabo coaxial. 

Uma das caracteristicas mais 
interessantes,foiautilizacaodesta Intranet 
para ministrar-se um curso sobre Internet, 
que em certomomento chegou aconfundir 
os alunos, pois os mesmos pensaram estar 
navegando realmente na Web. Um dos 
problemas que forma enfrentados foi um 
fatorquesetornoucomumaredesrodando 
softwares baseados em interfaces graTicas 
: velocidade. 

Os 16Mbytesdoservidorsemostraram 
insuficientes em certos momentos e a 
performance caiu assustadoramente, 
principalmente em servicos HTPP, onde o 
carregamento de uma p&gina HTML, se 
tornava muito penoso. 

O administrador da rede deve ter em 
conta isto, no momento de dimensionar 
sua Intranet, ja que os servicos exigem 
muito da maquina que esta" coordenando 
csta estrutura. 

Os componentes acima nalizados, 
apesar de novos nao sao estranhos amaioria 
das pessoas que trabalham com 
informauca.Ofato6queestesmecanimos, 
m6todos e tecnologias seguem padroes 
consistentes, dos quais hoje ja possuem 
base sdlida e que podem ter um efeito 
significativo no organismo corporativo. 

Poderiamos enumerar vanas razees 
porque a Internet esui causando um 
impacto dramatico no trabalho com 
softwares de ambiente corporativo, entre 
elas : 

a) Universalidade das Comunicacoes - 
Um deparatmento/individuo podem 
interagirnum ambiente Intranetcom outro 
departamento/individuo e at6 com 
parceiros remotos. 

b) Performance - Redes de alta velocidade 
com ampla largura de banda podem 
habilitar o uso de videoconferencia, som, 
imagens e outros recursos de multimidia. 
c)ConfiabiIidade- A tecnologia da Internet 
sem duvida 6 confiavel e robusta. 



"""twill 



Artiso /Intranet 



d) Custo - baixo, comparado com outras 
tecnologias similares ( a maioria dos 
softwares situam-se abaixo da faixa de 
U$500,00 ! ) 

e) Padronizacao - Adocao de protocolos 
padrao, TCP-IP, FTP, MIME, APIs, Java 
e toda uma tecnologia que ja conta com 
uma grande gama de ferramentas de 
produtividade, permitem de maneira 
rapida promover a integracao, inclusive a 
nfvel remote 

A INTRANET NAO E SO BITS, E 
INFORMAgAO... 

,...Rapida,eficienteealtamenteflexiveI. 
Com uma estrutura deste tipo a 
disseminacao de qualquer tipo de 
comunicado 6 quase que instantaneo. 
Apesar de hoje o E-mail ser uma das 
formas mais rapidas e eficientes dc 
falarmos com as pessoas, a Intranet 6 o 
pr6ximo passo nesta caminhada. As 
constantes tecnologias e inovacoes que 
vem surgindo dentro do ambiente da 
Internet como o Java e o VRML, que hoje 
estao impraticaveis devido a velocidade, 
podem ja ser implantadas dentro de uma 
Intranet de alta velocidade. 

Urn verdadeiro laboratorio pode ser 
oferecido aodesen volvedor, se seuproduto 
alcancar o objeti vo desejado dentro de urn 
"laboratorio Intranet". Muitas empresas 
j£ estao trabalhando em solucoes Intranet, 
inv6s de produtos para a Internet. Mas 



muita gente j£ deve estar pensando 
erroncamente : no futuro a Internet e as 
Intranets vao estar competindo.... 

A Intranet € urn subproduto da Internet 
e uma 6 o complemento da outra, Pode-se 
especular que a Intranet seja a porta de 
saida para a Internet em muitas empresas. 
O usu£rio dentro de algum tempo estarA 
operando de maneira direta, Internet e 
Intranet, numa juncao que poder£ ser enfim 
a integracao de informaeoes corporarivas. 

Em nosso pais este assunto estA sendo 
tratado de maneira seria e algumas empresas 
estao enxergando na Intranet, uma maneira 
economica de resolver problemas como : 
manualizacaointerr^neiriamentocorrxiranvo, 
comunicacao remota enlre filiais, etc... 

O principal produto da Intranet 6 a 
Informacao, esta que hoje passa a ser em 
muitos momentos papel moeda, ja que a 
integracao mundial em termos de 
comunicagao, esta* cada vez maior. Os 
avancos que as telecomunicacoes vem 
causado em nosso mundo, enfim esta 
transformando o jargao daaldeia global em 
realidade. 

Apesar de vivermos num pais onde a 
maioria da populacao nunca chegou perto 
de um computadore muitos nuncachegaram 
a falar num telefone, estamos passando por 
um boom na Internet. O Brasil sozinho tern 
mais usuarios Internet que toda a America 
Latina ( Anacronismos de nosso pais...), e 
que esta com uma tendeneia de crescimento 
cada vez maior nesta area. Praticamente os 



computadores comprados pelos usuanos 
atuais vem com um modem e o constante 
surgimento de novos provedores 6 mais um 
fator que o pais esta absorvendo esta 
tecnologia de maneira voraz. 

Estacaracteristicas de paises de terceiro 
mundo de pegar tecnologias de ponta e 
"saltar" as ctapas de seu desenvolviemnto 
e" boa e ao mesmo tempo ruim, j& que na 
maioria das vezes o que temos 6 uma caixa 
preta a ser aberta. 

Finalizando, a Intranet esta af e as 
empresas estao de olho nela. Como uma 
ferramenta de integracao e produtividade, 
este conceitoest&causando uma revolucao 
em muitas estruturas empresariais que j& 
participam hoje da Internet, seja em forma 
de Homepages ou em forma de servicos. 

E apenas uma questao de tempo para 
este conceito invadir e ser usado pelas 
grandes corporacoes em seu dia a dia, 
basta apenas a tecnologia da Intranet 
alcancar o meio empresarial. Levando em 
conta que os softwares estao ficando cada 
vez mais simples e baratos, poderemos 
contar no futuro proximo com uma 
tecnologia do tipo video/audio on 
demmand dentro das empresas 
promovendo a integracao total. 

Antonio Marcela 4 Editor da Micro Sistemas 
e consultor de informdtica ha 7 anos e esta 
aberto para sugestdes e criticas pelos 
enderecos eletronicos : 
jfonseca@infotink.com.br e 
ffonseca @ax.ibase.org.br 



De uma chance ao sucesso 



^lioro 



Onde est* aquele super-fantAstico-incnVel programa que voc6 fez? E aquela rotina maravilhosa? Estao 
guardados numa gaveta? Ningudm, alem de voce\ connece esse trabalho? 

SSc*SSf™SfSS midadC ^ m ° Strar ° quant ° voc6 sabe sobr ~ informatica, programacao, linguagens, 

A revista Micro Sistemas f a unica publicacSo nacional que abre espago para trabalho feitos no Brasil Ela 
d o umco vefculo editorial que publica colaboragoes dos seus leitores 

nSonal^yiS?^^ 81206880 i***}*™ 1 da «v«ta. afinal, grande parte dos profissionais com projecao 
nacional neste mercado, foram ou ainda sao colaboradores da Micro Sistemas 
K-ntao, o que voce esta esperando para fazer parte deste time? 

COLABORACOES: 

^jfaSn^^^" W**WJ?P de T 1 ^? (Programas, artigos, cr5nicas, etc). Para que seu trabalho seja 
avaiiado por nossa eftuipe 6 imprescindfvel que: J 

- os textos, listagens. ilustracoes, desenhos, etc venham em disquete 5 1/4 padrSo IBM PC- 

- os programas devem incluir a versao compilada e exemplos (se for o caso): 

- copia impressa do texto e das listagens; 

- a Jtorizacao impressa e assinada. para a publicacao do material* 
currfculo do autor. 

S^SJl^i? 1 enviad ? P ar * a. revista nao sera devolvido. Os autores das materias publicadas 
receberao uma assinatura anual de Micro Sistemas. p 








*Sb£Z-' '■ ■ ''•Y'v ■* vS ■■'■'■■!■• '«'<'■■ - 



iTykitUii^l 




Leandro Loureiro 



Futebol...paixao nacionaL.paixao 
mundial! Voce se lembra do Telejogo 
Philco? Ele foi o primeiro viodeogame 
(se e que pode se chamar aquilo de 
videogame) e sucesso absoiuto na 
epoca. Ele vinha com 3 jogos: Tents, 
Paredao e ... Futebol. Depois veio 
Telejogo II, com 10 jogos e o futebol 
continuava nele. Surgiram os 
videogames de 8 bits, 16 bits, 32 bits 
e atualmente temos os de 64 bits. 
Jogos de futebol foram produzidos 
para todos eles, sofisticado-os de 
acordo com avanco da tecnologia, 
tornando-os mais pr6ximos da 





9 




m 
m mm* 


^F* mm ~^^^ 


lu ^iP™^W>P<WP« ,| Wifc, 


HP- 

IPs 


,CK#lUclJ 


**■ .■:.***•*'"• -Wife-- 




t^p-A #^*f§**fc* 0**mim ^». 



realidade. No computador aconteceu 
a mesma coisa e do TK-80 aos 
Pentiuns, Actua Soccer & o exemplo 
da sofisticagao que os jogos 
chegaram. 

No menu principal do jogo, ja da 
para ter uma nogao da qualidade do 
jogo. Os movimentos do jogador 
fazendo embaixada sao perfeitos. Isso 
foi posstvel gracas a uma nova tecnica 
criadaparadesenvolvimentodejogos, 
o qual sensores sao colocados no 
corpo de uma pessoa de verdade e 
todos os seus movimentos sao 
passados para o 
computador. O resu- 
Itado e incrivel. O 
jogador correndo, 
dando passes, ma- 
tando no peito, dando 
carrinho e fazendo ou 
recebendo uma falta, 
oihando rapidamente, 
parece real. 

Mas ele nao e 
perfeito. A jogabi- 
lidade e difJcil -o que 
requer urn bom tempo 



de treino - e ha outros pequenos 
detalhes, tal como o goleiro nao usar 
camisa de manga longa, o que pode 
causar uma certa confusao, pois tudo 
acontece bem rapido, como em um 
jogo de verdade. 

No geral, e um jogo excelente. 
£ muito bem produzido com um 
manual bastante explTcito. som e 
da melhor qualidade, os graficos sao 
bons, ha uma narragao do jogo e 
replay. Nele estao as 44 principals 
selegoes mundiais, com suas 
respectivas escalagoes da ultima 
copa. E ele permite que voce altere os 
nomes das selegoes, para que voce 
possaatualiza-lassemprequequiser. 
Ele permite jogar com o teclado, 
mouse e joystick de dois botoes {eu 
particularmente achei mais facil com 
o joystick ). 

MENU 

manual e muito bom, por 
isso farei aqui um resumo rapido. No 
menu, ha 9 botoes. No primeiro, voce 
escolhe o tipo do jogo: Practice 

(Praticar), League (Liga), Friendly 




<;ol» 



(Am'tstoso) e Cup (Copa). No 
segundo, o nCimero de jogadores 
que pode ir ate 4 de uma s6 vez 
numa maquina. terceiro o est No de 
Jogo que sao dois: Simulation e 
Arcade. O quarto, o envlroment 
(ambiente), para ajustar os graficos 
do jogo de acordo com o tipo de 
computador. Se voc£ tem um 
Pentium, coloque tudo ON e HIGH 
para utilizar o maximo de recursos 
que o jogo oferece. £ dentro do 
ambiente que voce pode alterar o 
volume do som do jogo e o tipo de 
audio. quinto e o customise, que 
permite voce" alterar os nomes dos 
jogadores que compoe as selegoes, 
atualizando-as ou alterando sua 
esCalagao. sexto e o match setup, 
onde voce define se havera 
impedimento, substituigao e chute 
automatico do goieiro ap6s uma 
defesa. Aqui voc§ define tamb6m o 
tempo do jogo, avelocidade do vento 
e anotacdes. Mas o mais 
interessante aqui, § a possibilidade 
de escolher o juiz (clicando na 
camisa). padrao e random, ou 
seja, o computador escolhe um 
aleatoriamente. Agora se voce 
escolher o Araujo do Brasil ou o Krug 
da Alemanha, voce tera certeza de 
um jogo em as faltas serao apitadas, 
assim como os impedimentos e faltas 
violentas premiadas com o cartao 
vermelho. Mas se voc§ escolher o 
Hrinak da Eslovaquia ou o Brizio 
Carter do Mexico, pode baixar a 
porrada, porque falta s6 do pescoco 
para cima. setimo e o control onde 




voce define se quer jogar 
usando o teclado, mouse ou 
joystick. Clicando na palavra 
keyboard 1, o botao configure 
ficaativo, permitindo que voce 
defina as teclas. oitavo e o 
save or load, que permite 
salvar ou carregar um jogo, 
pra que voce continue uma 
liga ou copa outro dia. ultimo 
botao, start, e para iniciar o jogo. 

OJOGO 

Antes de encarar uma copa ou liga, 
e bom praticar. Em Practice, voce 
escolhe contra que selecao voce vai 
enfrentar, mas seu unico adversario 
sera o goieiro. Se a bola sai e e 
sempres sua, 6bvio. Se sai pela linha 
de fundo, 6 escanteio. Depois que 
voce ja estiver dominando os 
controles, principalmente o chute a 
gol e o carrinho, va para o proximo 
ntvel do treinamento; o friendly 
(amistoso). Como dar carrinho? aperte 
as teclas de passe e chute ao mesmo 
tempo. Depois que voce se sentir 
apto a enfrentar qualquer selecao, 
encareuma liga ou copa. 

Na liga e na copa voce* escolhe a 
selegao e o resto e por conta do 
computador. Na copa voce pode 
escolher quantas selecoes irao 
participar e quias, na opcao 
customise e depots next. Se voce 
estiver jogando no modo simulation, 
o computador mostrara um a um os 
resultados dos jogos assim como a 
tabela. botao com a interrogagao 
mostrara a escalacao das equipes 
e clicando com o botao direito do 
mouse no nome do jogador, surgira 
uma tela com as estatTsticas 
daquele jogador, para que voce 1 
decida a melhorescalagao. Clicando 
na camisa que aparece no alto da 
tela, com o botao esquerdo ou direito 
do mouse, voc§ passa para as 
estatlsticas do pr6ximo ou anterior 
jogador na sequ§n- 
cia da escalagao. 
Para trocar o jogador, 
clique com o botao 
esquerdo do mouse 
no que voce quer 
trocar e ele ficara 
piscando. Depois 
clique com o botao 



direito no jogador que ira substitui- 
lo e pronto, ta feita a troca. No 
manual ha uma tabela com as 
estatlsticas que sao importantes 
para cada jogador. Ah! lembre-se 
que voce nao pode mudar a estrutura 
das selegoes que sao controladas 
pelo computador. 

Ojogo possui 8 visoes diferentes, 
que podem ser escolhidas antes de 
comegar o jogo em envlroment. 
Durante ojogo, sao os numeros de 1 
a 8 nessa ordem: aerea, de cima, por 
tras, distante (a pior), linha do gol, 
jogador, juiz e iso (talvez a melhor 
pois o 3ngulo da camera e sempre o 
mesmo). A resolugao grafica tambem 
e definida em envlroment, mas 
durante o jogo podem ser alteradas 
utlizando as teclas F5 a FIO. Para ver 
un replay, alterar a formagao da 
equipe ou fazer uma substituigao, 
basta apertar Fl. 

Algumas pecuiiaridades do jogo: 

- Nao se espante se a cabega dos 
jogadores adversaries 
desaparecerem; 

- Se voce fizer um gol com bola e 
tudo, podera atravessar a rede e 
continuarcorrendocom a bola, mesmo 
com seus companheiros come- 
morando o gol; 

■ Ao sair do jogo, suas confi- 
guragoes se perdem; 

DICAS 

DEFENDENDO 

Mantenha os adversarios o mais 
longe posstvel da sua Srea, o que € 
6bvio, pois diminuira as suas chances 
de gol. Assim, como no velho ditado, 
a melhor defesa e o ataque, por isso, 
mantenha o maximo a bola no campo 
adversario. Sempre que possTvel, 
chute a gol, pois os goleiros de um 
modo geral sao regulares. E na sua 
grande maioria, tem mais dificuldades, 
de defender chutes de fora da area. 




«OL DO-BEBETO - VtSAO DOJI'IZ 



VISAODOGOLEIRO 



. ...J-.J-- .... mw»i«. 



''MjtfJF' itv'r 






A COMKMORACAO DCHiOL 

Uma boa estrategia de defesa 
masumtanto perigosa, 6 a linhade 
impedimento. Poucosjufzesfalham 
nesse quesito, o que + orna essa 
estrategia normalmente eficiente. 
Habilite a opgao de impedimento 
(offside) no match setup. 

PASSE 

A chave do sucesso do passe e 
char espaco. Nao existe o ponto 
certo, por isso, passe a bola 
quando existir outro jogador 
pr6ximo a voce. Passes longos 
tern maiores possibilidades de cair 
no pe do adversario. Se nao houver 
espaco para o passe (observe 
como o computador marca para 
voce fazer o mesmo), mova-se em 
diagonal alternando para varias 
diregdes, ate clarear para urn 
passe seguro. Esses movimentos 
permitem tambem o drible, mas 
tente o drible apenas no ataque 
(que e um dos fundamentos do 
futPbol). 

i passe e a parte mais 
importante do jogo, pois bons 
passes resultam em goi certo. 
Dirija-se para as brechas e tente 
passar para jogadores com muito 
espago em torno deles. Lembre-se 
que voce nao tern que estar de 
frente para o jogador que voce 
quer passar-se o seu jogador tiver 
uma boa visao, ele passara para o 
jogador que estiver na melhor 




posigao automati- 
camente. 

DESARME 

Etentador"puxar" 
jogadores para fora 
da posigao para tirar 
a bola do adversario, 
como por exemplo ir 
com um jogador do 
meio campo atras de um jogador 
adversario na defesa, mas se voce 
fizer isso, um jogador adversario 
que estaria sendo marcado por 
aquele jogador do meio campo que 
voce deslocou, fica livre para armar 
jogadas ou ate ajudar no ataque, 
expondo sua defesa. Em vez disso, 
use o jogador mais proximo e nao 
confie em tirar a bola usando o 
carrinho toda hora - um cartao 
amarelo e comum ser aplicado ao 
jogador que faz isso muitas vezes - 
pois as vezes nao da tempo de 
pegar a bola e outro jogador 
adversario pode pega-la e ir embora 
o que deixa voce temporiariamente 
com um jogador a menos, pois ele 
se demora um pouco a se levantar 
depois de um carrinho. 

Utilize o carrinho somente se 
voce estiver certo de que vai pegar 
a bola ou como tiltimo recurso. O 
melhor caminho para tirar a bola do 
adversario e correrjunto ao jogador, 
"ombrando" ele para tirar a bola. 

CHUTE 

Como o numero de bolas no 
fundo da rede e que conta, nao 
tenha receio do goleiro. Chutes de 
fora da area podem ser mais 
eficientes. Para dar um chute forte, 
basta largar as teclas de movimento 
e apertar a tecla de chute (no 
joystick basta centra-lo e apertar o 
botao de chute). Se voce chutar de 
fora da area com jogador 
correndo, quase sempre ela 
ira rasteira, o que facilitara 
a defesa do goleiro. Preste 
atengao nos rebotes do 
goleiro, pois eles normal- 
mente espalmam a bola e 
se ele estiver no chao, e 
go I certo. 




Nos penal tis, selecione a 
camera "wire" que ajudara Voce a 
escolher o canto do gol e use o 
chute forte. 

TATICAS 

Conhega seu inimigo, que voce 
saberS sobre si mesmo. Adapte 
sua equipe para tirar vantagem da 
equipe adver~ A ria. Por exemplo, 
se voce estiver jogando contra 
uma equipe muito forte, use a 
estrategia "Long-Bail" e crave na 
frente quern tern um bom controle 
de bola e seja regular na 
velocidade e habiiidade (50% ou 
mais). Independente do jogo, 
lembre-se que o computador Ihe 
da uma formagao padrao baseada 
na copa e que voce nao esta 
obrigado a ficar com ela. Aprenda 
a identificar suas fraquezas e 
virtudes e adapte sua formagao 
para cada equipe que voce 
enfrentar. 

DESESPERO 

Se tudo mais falhar, trapaceie. 
Inicie o jogo digitando SOCCER - 
01142475549 e voce tera 
magicamente habilitado o super- 
time Gremllm Showbix 11, a 
equipe imbatlvel. Basta escolhe- 
la entre as selecoes, com o nome 
GREMLIM XI e a bandeira ACTUA 
SOCCER. Clique no botao com a 
interrogagao para voce ver a 
escalagao. S6 tern super jogador. 
Agora e so curtir seus jogadores 
alienlgenas (eles sao verdes!) e o 
seu maior desafio sera tentar 
ganhar da Italia ou do Brasil por 
um mddico placar de 15 a zero 
num tempo de 4 minutos de jjogo. 
Ta feito o desafio. 



ZA<a EIROTIRA DE BKICLKTA 




I5-19julho'96 

Pakicio de Conven^oes 

do Anhembi - SP 



Congtvsso Fenasoft hd mate de dez anos traz para voce o melhor da tecnologia da mformacao, Partkipando do Congresso 
Fenasoft'% voce poderd escolher dentre 24 Semindrios Ticnicos divididoa em o grutfrns temdtkos t com 7 horns de dumcCto, 
ampando sua agenda <lc acordo com sens interesses. Aleut disso, 7 Semindrios dirigidos a Usudrios estardo fazendo parte da sua 
agenda, Palestras sabre assuntos especificos, Plendrias e autvns Ewntos Especiais complementardo sua participacdo no ( ongresso 
Nilv deixe de participardo mats complete Congtesso de Informdtica da America Latlna. 



Congresso Abtrto 



10:00 6s 11:00 



15/(17/% 



nL 



1 4:00 6j 1 5:00 




,,,,,! 



Attrtura 

Show International de 

Tecnologia Hoinenagem 

Ftnasofl 10 amis 



heymitr Speaker 

Mu'huH r» Zisraan - Lottu 



1 5:30 6s 19:00 



St'imittirto Eipectalp/ t litis t ( 'It A 
DttVe Wood • Cum mi 



Internet: 

http://www.fenasoft.com, br 



Wti7/% 17/07/96 IH/II7/M6 I Pa i estras Macionais i Internationals 

1 7:30 6s 19:30 17:30 6s 19:30 17:30 6*59:30 1 



t'Uiniiiti 



iVenaria 



I'h'itfitia 



( ongrtsso Ticnwo 




I.DOMMI mini; 




15/07/% 



11:00 6s 19:00 



Information 
Superhighway 

bklnon Fonti in lie 
Solaris 



16/07/% 17/07/96 18/07/96 IM/07/% 



Nao perca na Abertura, grande 

momenlo de arte e tecnologia, comemorando 

a 10° odicao da Fenasoft 



1 1 :00 6s 1 9:00 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 



l'niees\aaieiila tie 
ImugMns r Workflow 
Rkardo Nogueirn 

SMI 



rrotUfao f t ttmtetteti 

em Multiinidia 

MatCoA ik'S.Hilvim 

ATR Multimedia 



rnotogius Integratta; 

em Mttlthmttiu 

Abe! kel* 

Midialoa 



I / illttlll Ills, r 11,1 

EducafSo 

l iii. laiia l > « l t ■-. 

( I'tlljiUiflUl'i 



(,IS 

< hristopha A. Patcnon 
tfifhhouse 



11:00 At 19:00 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 



Unfa Wanhoustng 

AikIil 1 L /.iiniliriui 
Computer As st* late.\ 



( 'liente/Srrvidor t> 
Dbitrilndeiiti de tktdn\ 

I Vmiiiuld N. Cnrhi 

Itauttf I'luli i> 



IhmtnmtvimenUt 

Orientedo n Objetos 

I'V'mmiilii Xiiiictics 

KI'Mt, 



It HA e Hnumdwrla do 

( 'onlwewwiUo 

Emmanuel PwtutM 

Grual 



Ambltntti dv 

Ih'wnvtdvimvnio 

WilwmC. ikSilva 

MSA'hifoi 



1! :00 6s 19:00 8:30 6*17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 



Internet 

Alberto S u / mi n 

Vulk'i luV 
Slot iti > Hit i xi I 



I'LVIAFOKMAS 



II ■('. 1)\ 
INFORMACAO 



Kent's I, Otitis C 

Keimiiiis 

UhioV, Elian 

Novell 



8:30 6s 17:30 



OS/2 

Cliuclii) Qunreumfl 

IBM 



8:30 6*17:30 



HetHiimarkiitu 

JoSl! I 1 MllltllR-h 

Im. than < orfHirutltm 



Rettes f 'arparativas 

V ('In in M. Frrro 



( "timputuedo 

Mavrl 

Ana 1 . Kftvesi 
Microsoft 



Workgroup 

Computing 

Pflbio Ortiz Ji 
DOS SI 



8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 



Windows 9.5 e XT 

l.ui/ Biinhura 

Microsoft 



UNIX 

Unt- G, doa Santos 
Brand hijiiiiiuiih a 



Apple 
Thomas Fischer 
Apple do Btmll 



8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 8:30 6* 1 7:30 



BIS 

I ,vn\ M. Hnriy 
thiisva 



Seguranfa da 

hijormticati 
Fi'iii.iniln Ncry 



tmpacto nos Ntgdcioi 

Rubetttt M In 

Price Waierhouse 



Congresso Usudtio 




11:00 6s 19:00 



Ml fill III. I 

INiulo M ( 'iirv.illin li 
Unkatnp 



Ijisint) 

I. IIC if II t 'nl It'll 

Smart Ki<t.\ 



8:30 qj 17:30 



Autonta^io 
Comerclal 

1. 1 us l.l'. Novuc 
l:AN lliaxil 



8 30 as 17:30 8:30 6s 17:30 6:30 6s 17:30 



\ \ 

Nome 

Cargo 

Empress 

CilCKVl 

Endere^o 

C id ado 



\ii1rini)i«,"iin 

K.illl ,»M.I 

Miuvii l-.iiiruli 
( 'meinn Svstttms 



Arquitetoae 

''.itKi'tilu'lms f AEC 

Hulisi.n.l R, AugUNttl 

Sis graph 



I i>i»i.iIhIhI.hIi 
HSmlda Mclluy 
//// Ctmsit I In rid 



AdviK'jK'iti 

Carlos J. Pcrcira 
I'tivil 



•Qualidadeem Software 
•Novas Pcitdditfiuns para a Ambiente de 
Desenvotvimenlo de Si sterna s 

• Suporto Ticn'lCO ttm Inifjo h scold 

• Microsoft Exchange Server coma 
infraastrutura para o Natural Groupware 

• A Aicjtjitetuia de Oesenvolvimento 
Clionl»3-5orvldor 3 Tiw 

• Workgroup Computing Internet 
Concorwnfas ou CompfofTltntarss 

•A Internet Disseminada na Plataforma 
M11 losnft (Pdintjl ) 

• Unix-Ambiente Operacionol para ffpr/ps 
Corporatives 

• RDA/RDO Ulili/dc;d() da Objetos Rftmotos 

• Topohgia de Redes Locals 

• Reloffio Custo/Baneffcio sntre as Principals 
Tecnologias Di^poniveis no Morcado 

'I'm tii ilt it ll< t ■/<■ /■'<•'/<■'■ -/(' IV tl 1 ii/xj 

Interativos por fibras (Opticas 

• Uso Cambinadn an Inlornct « I5DN 

' !Va Ccthu - Porta de Entrada para INTERNET 

• Como tornar sua omnrosa vlslvnl mi INTFRNFf 
*Desafios do home-bonking via INTERNET 
•Tscnologias [una o litiplrinkii^clo de um 

Servidor Internet Corporative 

• Hipnrconsuttoria 

• Rgongenharia do Markfttiny alraves 
(Ir Dutti Minnie 

• Sistoma Intvligariln fiain Vtwdtts u Matktditig 

• Redes Inteligenres 

• Conoctividado Remain 

•Hrewall corno Recurso para Seguranca de 
Redts 

• Coso.i Rrtnix (in Sislrmti* tit: Imagem de 
Escritorio na PETROBRAS 

• Mtillnnl'dio lid (• dui.dcfiu 

• Redes • O Novo Mercada para Muhimidia 

• Take youi BiisiriHM to ihe Nel LIS Datawarehouse 
*A Infernal am 1996: O CfU0 vein dtpoli ? 



Reserve sua tnsu'i\;in pani o Congresso Fenasoft'% c garanla os desennlos 
pruiiKH imuiis, basta preencher os dados abaixo selecionando os dias desejados: 



PS/ 



Escolha sua opcOo de portlclpa^flo: 
I I INTEGRAL (partklpa^ia em 

linlns ns (tins du ( "(iriiiitsMil 
I i IMAKIA <iiinr<|iH' o(shlijils) ill' 

sun |i,iriii i|i>i .in im Congresso) 

□ I'EMA □ 4 "[)IA 

□ 1" 1)1 A □ V'DIA 
I I FDIA 



CEP 
Telefone 






FAXL 



1 11 has do insCricfio incompletas ou incorretas ndo seroo pracessadas ate que s«jdm < ornplementadas 
I Para maiores I iilorm tiroes ligun (048} 224,4305 Ramal 150-Dep. de Congressos. A partir de 14 de julho'96 so serdo aceitas 
I InscrlfOtj nn 5ocrotaria do Congresso no Paldcio das Conven*;6es do Anhembi • SP ou pelo Televendas (01 1) 829.6612, Remera 
l sua ficha de inscri^ao para: Fenasoft Feiras Comerciais Ltda. Av. Prof. OThon GomaO'ega, 900 - Conlro Executivo Casa 



1 

Pre?os 


da 15/04/96 apis 
ari 14/06/96 17/06/96 


ill I* 1^'iB 


R$ 810,00 R$ 900,00 
R$ 270,00 R$ 300,00 



> ill tltsi iinln 



1 do Bardo Tom 1 - 2 s andar - 880 1 5-240 ■ Floriandpolis -SC 



■irTiriiiiiiifftiiiii'Hn-rriii'iri 




vm feira de informAtica e thlecomunigac;oes DO ESTAIX) de goiAs 



tnstalczr em GoianicL 



Dc 17 a 21 de junho, o Centra de Cultura c Convencoes dc Goiania vai rcceber 
o maior evento de InformaUca do Centro-Oeste; VI II FEIMATICA - Feira de lnformatica 

e Telecomunieacoes do Estado de Goias. 
Com previsao para receber mais de 100 mil pessoas, a VIII FEIMATICA vai mostrar, em seus 

220 stands as mais recentes novidades que 200 expositores tern para mostrar. 
Os caminhos e as tendencias das Telecomunieacoes e da lnformatica, os programas, as opcoes, 
as ultimas novidades e os equipamentos, tudo isso vai estar presents num espaco onde voce tcrti 

a clara sensacao de que estara" vivendo no future. 
E vai estar mesmo. 




VIII FEIRA DE INFORMATICA E TELECOMUNICAgOES TO KSTAIX) DE GOlAS 

De 17 a 21 de junho - Cento de Cubum e Convengdes de Goidma 



Promogao: 



Co-promo^ao; 



Apoio: 




E S 4 -GO 



SEBRAE SINDINFORMATICA 
GO 



Reallza^ao, montagem e vendas: 



TECNIPROM 



& ««>( tutos 



Gkandfs Evfntds. GrandU Ntcrtcios. 



Central de Informasoes: 

Goiania (062) 249-0588 
Sao Paulo (01 1 ) 572-6775